III Seminário Internacional Aulas Conectadas

09/08/2016 18:58

seminario aulas conectadasProfessores de países como Suécia, Estados Unidos, Argentina, Portugal, Paraguai e México estão entre os convidados internacionais que virão a Florianópolis de 8 a 10 de agosto para o III Seminário Internacional Aulas Conectadas. “A participação deles permite uma análise dos movimentos e políticas educativas de outros países para visualizar desafios e soluções com relação ao currículo, por exemplo”, disse Martha Kaschny Borges, professora da Universidade do Estado de  Santa Catarina (Udesc). A ser realizado na FAED (Centro de Ciências Humanas e da Educação), o seminário tem apoio financeiro da FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina), por meio do PROEVENTOS, cujo objetivo é apoiar eventos de difusão de ciência, tecnologia e inovações em Santa Catarina.

A proposta do Aulas Conectadas resulta dos esforços de grupos e laboratórios de pesquisa ligados a diferentes instituições de ensino superior de Santa Catarina, do Brasil, e do mundo, assim como busca estimular o diálogo reflexivo entre universidades e os órgãos de gestão da educação pública catarinense, bem como professores e alunos da educação básica.

O III Seminário Internacional é um evento voltado à integração de estudiosos da área da educação, comunicação e tecnologias da informação e comunicação sensíveis aos impactos, no ensino básico catarinense e mundial, da inserção de tecnologias na escola.

Além de consolidar e difundir resultados de investigações, o evento pretende promover o debate científico sobre os impactos educacionais de políticas nacionais de educação que objetivam aparelhar as escolas públicas de ensino básico de complexas tecnologias da informação e comunicação.

Histórico

O evento nasceu a partir de um projeto de pesquisa do Observatório de Práticas Educativas da Udesc que visava investigar as políticas de inserção de tecnologias digitais na sala de aula.

Suas duas primeiras edições consolidaram a  interlocução entre Graduação, Pós-graduação e Educação Básica, com foco na inovação e nas tecnologias digitais. Fiel a essa interlocução, o evento consolida-se como espaço de socialização de pesquisas e experiências que têm como foco as políticas e práticas de inserção de tecnologias na escola. Nesta edição articulam-se ainda os debates e estudos acerca do currículo e da inclusão.

As inscrições podem ser feitas neste link. Consulte a programação.

Fonte: Coordenadoria de Comunicação da FAPESC

UFSC comemora 60 anos do CNPq e discute Ciência e Inovação no Brasil

13/10/2011 10:57

O debate vai
reunir o reitor da UFSC, professor Alvaro Prata; o presidente da
Fapesc, Sérgio Gargioni; o Secretário de Desenvolvimento Tecnológico e
Inovação do MCTI, Ronaldo Motta; o presidente da Associação Nacional
de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei), Carlos
Eduardo Calmonovici, e o Secretário de Estado de Desenvolvimento
Econômico Sustentável, Paulo Bornhausen.

O presidente do CNPq, Glaucius Oliva, estará presente no encontro que
inicia às 14h30min no auditório do Centro de Cultura e Eventos da
UFSC. Depois do debate, ministra palestra sobre os 60 anos do CNPq e
lança na UFSC o Programa Ciência Sem Fronteiras, voltado à formação de
recursos humanos em universidades e instituições de pesquisa
estrangeiras. A meta global do programa é capacitar 75 mil pessoas em
quatro anos.

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico foi criado em 15 de
janeiro de 1951, com primeira reunião do Conselho Deliberativo no dia
17 de abril, data considerada como aniversário da agência. Ao longo de
2011 diversas instituições de pesquisa e universidades comemoram sua
implantação.

Este ano o CNPq apoia com bolsas mais de 14 mil pesquisadores de
Produtividade em Pesquisa; aproximadamente 20 mil bolsistas de
mestrado e doutorado e sete mil bolsistas em diferentes modalidades de
fomento tecnológico, a maioria em atividades de pesquisa e
desenvolvimento diretamente nas empresas. Além disso, beneficia com
bolsas cerca de 46 mil estudantes de graduação e do ensino médio,
envolvidos em projetos de Iniciação Científica e Tecnológica.

Ciência Sem Fronteiras
É um programa que busca promover a consolidação, expansão e
internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da
competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade
internacional.

Prevê a distribuição de até 75 mil bolsas do CNPq e da Capes em quatro
anos, para que graduandos e pós-graduandos tenham contato com sistemas
educacionais competitivos em relação à tecnologia e inovação.

Mais de 300 instituições estrangeiras, com melhor classificação nos
rankings internacionais para cada grande área do conhecimento, estão
cadastradas no site do programa. Outras podem ser sugeridas pelas
equipes de pesquisa. Entre as áreas prioritárias do Ciência Sem
Fronteiras estão engenharias; fármacos; produção agrícola sustentável;
computação e tecnologias da informação; tecnologia aeroespacial;
petróleo, gás e carvão mineral; biotecnologia; nanotecnologia e novos
materiais.

Saiba Mais:

Programação
Evento de Comemoração aos 60 Anos do CNPq na UFSC / Segunda-feira / 24
de outubro
- 14h30min – Abertura pelo Reitor da UFSC, professor Alvaro Toubes Prata
- 14h40min – Mesa-Redonda: Ciência e Inovação no o Brasil
Moderador: professor Sérgio Gargioni, presidente da Fapesc
Palestrantes:
Professor Ronaldo Motta, Secretário de Desenvolvimento Tecnológico e
Inovação do MCTI
Professor Carlos Eduardo Calmonovici, presidente da Associação
Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei)
Paulo Bornhausen, Secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico Sustentável

15:40 horas – Homenagem da UFSC aos 60 anos do CNPq.

 Entrega de placa ao presidente do CNPq, Prof. Glaucius Oliva, por bolsistas do CNPq e pelo Magnífico Reitor, Prof. Alvaro Toubes Prata.

 16:00 horas – Palestra do Prof. Glaucius Oliva

 Os 60 Anos do CNPq e lançamento do Ciência sem Fronteiras na UFSC

 17:00 horas – Coquetel de Encerramento

Mais informações na UFSC:
- Débora Peres Menezes / Pró-Reitora de Pesquisa e Extensão /
débora@reitoria.ufsc.br/ 3721-9716
- Jorge Campagnolo / Diretor de Projetos de Pesquisa /
campagnolo@reitoria.ufsc.br/ 3721-9437

II Simpósio de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha

28/07/2011 10:43

O evento contará com painéis que abordarão o valor geopolítico do espaço oceânico brasileiro, desafios e oportunidades do Pré-Sal, pesquisas marítimas, dentre outros.

Local: Expansão do Centro de Pesquisas da Petrobras

Centro de Convenções “Antônio Seabra Moggi”

Cidade Universitária – Ilha do Fundão – RJ

Inscrições e Informações:

www.secctm.mar.mil.br/simpo

simposio@secctm.mar.mil.br

Tel: (61) 3429-1948

Coleta Pública de Propostas de Projetos de P&D para a Eletrobras Furnas

23/12/2010 13:18

Está disponível no sítio Web da Eletrobras Furnas, na página acessável pelo menu Inovação / P&D ou, diretamente, pelo endereço http://www.furnas.com.br/CPPPP9.asp, o Edital da Coleta Pública de Propostas de Projetos de P&D 2010 e as demais informações necessárias para que essa instituição possa apresentar propostas em atendimento às Demandas de Pesquisa e Desenvolvimento de nossa Empresa.

Simpósio Brasileiro de Games

25/10/2010 08:24

Acontece de 8 a 10 de novembro em 
Florianópolis/SC.

Entre as principais atrações do evento temos 3 keynotes 
internacionais, 4 keynotes de grandes empresas da área uma feira, a 
presença de uma missão francesa com representantes de 12 empresas 
daquele país, que estará no evento com o intuito de fazer parcerias e 
mostrar o que estão desenvolvendo, além de outras atividades que podem 
ser verificadas na página do evento 
http://www.sbgames.org/sbgames2010/ 
COMPUTER ON THE BEACH – Floripa 2011 !!!!
http://www.computeronthebeach.com.br/2011/

Papel da Inovação na Sociedade e na Educação

12/08/2010 13:46

No cenário mundial contemporâneo, inovação é reconhecidamente instrumento fundamental para o desenvolvimento sustentável, o crescimento econômico, a geração de emprego e renda e a democratização de oportunidades.  Inovação também está presente como fator cada vez mais determinante na formação de recursos humanos envolvendo profissionais preparados para atender as demandas diversas e complexas da sociedade e de suas empresas inovadoras.

Interessante observar que inovação conecta com vários elementos absolutamente essenciais. Entre eles, a inovação genética que permitiu que ao longo de um processo dinâmico de seleção das espécies a humanidade tivesse se construído. As inovações sociais que viabilizaram as tantas civilizações até os nossos dias. A inovação tecnológica com seu centro na máquina a vapor no séc. XVIII propiciou a explosão da revolução industrial e com ela as mudanças civilizatórias decorrentes. 

Educação é outro campo que foi objeto de tantas inovações e com elas conviveu e se transformou, bem como ajudou a gerar outros tantos empreendimentos inovadores. Ao longo de sua história, teve pelo menos três etapas crucias, começando pelas iniciativas na Grécia Antiga no séc. V a.C., da Academia e do Liceu no período de Sócrates, Platão e Aristóteles, onde se inovou na forma dos homens se relacionarem, especialmente em ensinar, em construir escolas e em estabelecer relações inéditas entre mestres e aprendizes. Posteriormente, um novo marco inovador deu-se a partir da invenção da Imprensa com Gutenberg, ao final da Idade Média no séc. XV. Por fim, e não menos importante, uma transformação educacional contemporânea, a terceira grande revolução, representada pelo universo das tecnologias educacionais inovadoras, da dominância de mídias e de sua adequada apropriação aos processos de ensino aprendizagem.

Enfim, seja em qualquer esfera, inovação hoje é reconhecidamente um dos fatores decisivos para o desenvolvimento econômico e social de uma nação. Indicadores de crescimento atuais demonstram que inovação contribui com mais da metade do Produto Interno Bruto (PIB) dos países, segundo os dados da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).  No Brasil, a Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) e o Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional (PACTI 2007-2010) consideram a inovação um dos fatores centrais para o fortalecimento sustentável da posição do Brasil no cenário internacional.

Assim, o conhecimento científico-tecnológico, bem como a inovação por ele engendrada, são patrimônios sociais que permitem gerar desenvolvimento sustentável, ampliando a produtividade e a competitividade do País, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida, através da aceleração da criação e qualificação de empregos, e a democratização de oportunidades. O conceito de inovação, em geral, é correlacionado com pesquisa e desenvolvimento (P&D), porém distinto e mais amplo, estando necessariamente associado à aplicação do conhecimento pelo mercado. Inovação implica tecnologia, máquinas e equipamentos, produtos e processos, mas vai além, contemplando também mudanças incrementais, novas funcionalidades, bem como melhorias na gestão ou novos modelos de negócios, associados à conquista ou criação de novos mercados.

As conexões entre ciência e tecnologia com inovação tecnológica têm uma face mais evidente no que diz respeito ao mundo das indústrias de manufatura. No entanto, deve-se considerar que, atualmente, entre metade e três quartos da riqueza produzida no planeta é criada não pela produção de coisas físicas, produtos, mas sim pela prestação de serviços.

Um ambiente que favorece a inovação nas empresas é induzido pela existência no país de ciência avançada e pela capacidade regional de formar recursos humanos de ponta, mesmo que estas últimas atividades tenham seus centros de atividades na academia. Favorecer inovação não significa que seja suficiente ter boa ciência e formação de recursos humanos. O estímulo às atividades de risco faz parte do jogo que conecta a inovação com a oferta ao mercado de produtos, processos e novas funcionalidades. Viabilizar bons ambientes de negócios demanda, adicionalmente, um conjunto complexo de condições favoráveis em vários setores.

A perspectiva empresarial de Ciência, Tecnologia e Inovação (C,T&I) como fonte de riqueza econômica é crucial para que as demandas de tecnologia e da inovação tenham seus processos de indução, adaptação e implementação agilizados e contribuam para que a ciência produzida tenha também como horizonte suas aplicações potenciais, sejam elas decorrentes de demandas empresariais ou da necessidade para execução de políticas públicas. É necessário integrar cada vez mais a política de C,T&I à política industrial para que as empresas sejam estimuladas a incorporar a inovação em seu processo produtivo, forma mais eficiente de aumentar sua competitividade global.

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