Pró-Reitoria de Pesquisa
  • Florianópolis – A quinta cidade mais inteligente do país

    Publicado em 18/03/2019 às 10:25

    Consideradas também como cidades do futuro, o termo Cidades Inteligentes torna-se cada vez mais conhecido nas discussões e planejamentos de desenvolvimento das cidades de todo o mundo.

    Na Rua Vidal Ramos, no Centro da Capital, é um exemplo de boa solução: o sistema de vigilância foi feita em parceria com os próprios lojistas, para melhorar a segurança, um dos itens avaliados no ranking – Daniel Queiroz/Arquivo/ND

    Segundo a União Européia, as Smart Cities “são sistemas de pessoas interagindo e usando energia, materiais, serviços e financiamento para aumentar o desenvolvimento econômico e, com isso, o IDH”.

    De acordo com o ranking Connected Smart Cities de 2018, Florianópolis se encontra como a 5ª cidade mais inteligente do país, ficando atrás de Curitiba, São Paulo, Vitória e Campinas. Já no ranking da Future Today Institute (FTI), também de 2018, o Brasil aparece representado pela cidade do Rio de Janeiro, na 44ª colocação, estando entre as 50 cidades mais inteligentes do mundo.

    Para a elaboração dessa lista é necessária a análise de 11 categorias: energia, inovação, tecnologia, economia, mobilidade, urbanismo, educação, saúde, meio ambiente, segurança, governança e empreendedorismo. Florianópolis alcançou destaque em sua avaliação nas categorias: educação, empreendedorismo, saúde, tecnologia e inovação e economia.

    A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), em conjunto com Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), criou recentemente o Ambiente de Demonstração de Tecnologias para Cidades Inteligentes visando “trazer resultados efetivos para a qualificação e a competitividade da indústria nacional, possibilitando a inserção de ativos qualificados no mercado, além de estimular o desenvolvimento da cadeia de produtos e soluções para Cidades Inteligentes e Humanas.”

    Informações retiradas do portal ND Online e Notícias UOL.


  • CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO – Ep 04

    Publicado em 13/03/2019 às 08:24

    No quarto episódio da série “CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO” é a vez do prof. Antonio Alberto Brunetta, diretor do Centro de Ciências da Educação da UFSC, contar sobre aquilo que está sendo produzido no Centro.

     

    Confira:

    Produção por: Leticia Silva


  • Saúde global em movimento

    Publicado em 07/03/2019 às 09:45

    Equipe multidisciplinar revisa evidências científicas e contesta estereótipos envolvendo saúde e migração

    Rômolo |Pesquisa FAPESP

    A migração é um fenômeno global, envolve uma em cada sete pessoas ao redor do mundo e dificilmente poderá ser contida por leis ou muros. Garantir os direitos dos migrantes, em especial o acesso à saúde, é necessário para que todos, inclusive a sociedade que os acolhe, beneficiem-se desse movimento. Essa é a principal conclusão do relatório sobre migração e saúde que acaba de ser divulgado pela revista científica britânica The Lancet em parceria com a University College London (UCL), na Inglaterra. A partir de evidências obtidas em extensa revisão de estudos sobre o tema, o documento contesta estereótipos e mostra o hiato existente entre os serviços de saúde disponíveis aos migrantes e suas reais necessidades.

    A distância entre o que Estados nacionais praticam atualmente e as normas internacionais que asseguram padrões mínimos de dignidade humana é o contexto a partir do qual trabalha a Comissão UCL-Lancet, que reúne não apenas especialistas em saúde, mas também em sociologia, política, direito e antropologia. “É um dos maiores esforços feitos até o momento no campo da migração humana e da saúde”, afirma o médico e epidemiologista Mauricio Barreto, professor aposentado da Universidade Federal da Bahia e coordenador do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Cidacs-Fiocruz), em Salvador. Único brasileiro entre os mais de 20 especialistas que integram a comissão, ele informa que o objetivo foi sistematizar o conhecimento produzido em uma área cujo objeto ainda tem pouca visibilidade científica: “Trata-se de uma população muito fluida, pela qual não há grandes interesses de investigação”.
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  • CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO – Ep. 03

    Publicado em 28/02/2019 às 09:43

    No terceiro episódio da série “CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO” é a vez do prof. Antonio Renato Pereira Moro, diretor do Centro de Desportos da UFSC, falar sobre aquilo que está sendo produzido no Centro.

     

    Confira:

    Produção por: Leticia Silva


  • Programa de Formação de Recursos Humanos – Agência Nacional de Petróleo

    Publicado em 25/02/2019 às 08:44

    O PRH-ANP foi criado em março de 1999, com o objetivo de estimular as instituições de ensino a organizar e oferecer aos seus alunos especializações profissionais consideradas estratégicas e imprescindíveis ao desenvolvimento do setor de petróleo no Brasil, por meio da concessão de bolsas de estudos.

    Em novembro de 2018, foi lançado o Edital de Chamada para Apresentação de Propostas nº 01/2018/PRH-ANP, com a finalidade de selecionar cursos de graduação, pós-graduação stricto sensu e pós-doutorado com elevada qualidade técnica para a formação de profissionais com especialização para o setor de petróleo, gás natural e biocombustíveis.

    A divulgação preliminar do resultado do edital foi publicada em 20/02/2019 e a UFSC tem três propostas selecionadas. Após a análise de recursos, o resultado final será divulgado em 15/03/2019.

    A Propesq parabeniza os pesquisadores que submeteram as três propostas já selecionadas e tem a intenção de divulgá-las posteriormente à comunidade.

    Mais informações no site da ANP.


  • CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO – Ep. 02

    Publicado em 21/02/2019 às 11:46

    No segundo episódio da série “CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO“, a professora Miriam Furtado Hartung é nossa entrevistada e divulga o panorama de pesquisa no Centro de Filosofia e Ciências Humanas.

     

    Confira:

    Produção por: Leticia Silva


  • Mulheres na ciência: igualdade deve ser buscada de forma consistente

    Publicado em 13/02/2019 às 09:18

    A grantee Denise Hissa durante o segundo Encontros Serrapilheira, em novembro de 2018. Foto: Diego Padilha | Site Serrapilheira

    Clarice Cudischevitch

    Em todo o mundo, apenas 30% dos cientistas são do gênero feminino. Mesmo sendo hoje maioria no mestrado e doutorado, elas levam mais tempo para conquistar espaços de liderança e chegar ao topo da carreira. Para reconhecer a importância das mulheres na pesquisa, nesta segunda-feira, 11 de fevereiro, é celebrado o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, declarado pela Assembleia Geral da UNESCO.

    Desde sua criação, o Serrapilheira reconhece os problemas relacionados à desigualdade de gênero na ciência e procura contribuir das formas possíveis. O Conselho Científico do instituto e os painéis de avaliação de projetos, por exemplo, são compostos por mulheres e homens na mesma proporção. O objetivo é evitar possíveis vieses na seleção de propostas.

    Além disso, nas Chamadas Públicas de Apoio à Pesquisa, o prazo de conclusão de doutorado para mulheres que tiveram um ou mais filhos é estendido em até dois anos. A ação é uma forma de reconhecer que a maternidade afeta o tempo de dedicação à pesquisa. Outra medida adotada é a de oferecer um auxílio financeiro extra às pesquisadoras selecionadas que tenham bebês de até um ano ou que tiveram filhos durante o grant, além de um suporte para participação de eventos.
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  • CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO

    Publicado em 06/02/2019 às 12:27

    Em 2019, a Pró-Reitoria de Pesquisa da UFSC lança a série de reportagens: CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO.

    Através de vídeos curtos, produzidos com os(as) diretores(as) de cada Centro, buscamos apresentar um panorama geral sobre projetos, grupos de pesquisa, inovações tecnológicas, envolvimento acadêmico e outras vertentes importantes do trabalho do(a) pesquisador(a) na Universidade.

    No primeiro episódio, o prof. dr. Walter Quadros Seiffert, diretor do Centro de Ciências Agrárias, conta um pouco mais sobre o que está sendo desenvolvido por lá.

    Confira o vídeo.

    Produção por: Leticia Silva


  • Por que 2019 é o ano da tabela periódica

    Publicado em 30/01/2019 às 09:30

     

    Getty Images / BBC News Brasil

    Ela está presente em todos os laboratórios – dos escolares aos mais sofisticados centros de pesquisas científicas do mundo. Estampa livros e apostilas didáticas, pode ser o terror de alunos do Ensino Médio, mas também é um ícone pop. As releituras fazem a alegria de nerds.

    Ela, a Tabela Periódica dos Elementos Químicos, ajudou a sistematizar e a organizar o conhecimento científico e é a homenageada deste ano de 2019 pela Organização das Nações Unidas (ONU).

    A ONU proclamou 2019 como sendo o Ano Internacional da Tabela Periódica, em um esforço simbólico para “aumentar a sua consciência global e a educação em ciências básicas”, conforme declarou em comunicado oficial.

    A tabela original reúne os 63 elementos químicos conhecidos, listados em ordem de sua massa atômica e agrupados por suas propriedades físico-químicas.
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  • Plataforma Brasil – carta elaborada pela Instância CHS/CONEP em 26/10/2017.

    Publicado em 04/01/2019 às 10:52

    A Propesq divulga, aos interessados, a Carta Circular nº 110-SEI/2017-CONEP/SECNS/MS que tem por objetivo orientar pesquisadores e membros do sistema CEP/CONEP quanto ao preenchimento da Plataforma Brasil no tocante às pesquisas que utilizam metodologias próprias das áreas de Ciências Humanas e Sociais, na versão atual da PB.