O que é ciência básica e porque ela é relevante.

18/02/2020 11:00

Ilustração: Freepik

No momento a ciência ocupa o topo dos noticiários, o caso do Covid-19 (Coronavírus) faz com que todos olhem para os cientistas e perguntem: “O que vocês fizeram até agora? Que vacinas temos? A situação é preocupante?”. Bem, apesar da alta nas publicações científicas sobre esse tema nas últimas semanas, as conclusões feitas até aqui só foram possíveis porque, antes da necessidade imediata, houve pessoas que se debruçaram sobre o tema. “Se não houvesse ciência suficiente acumulada o problema seria muito mais grave”, atesta Maria Luiza Saraiva Pereira, pesquisadora neurogenética. Indo até a revista Nature, você irá encontrar uma série de artigos sobre o tema e, se rolar pra baixo, verá referências deste ano, de pesquisadores que estão trabalhando incansavelmente. Mas, você também verá referências de uma ou duas décadas atrás, pois houve pesquisa em ciência básica, mesmo antes da situação iminente.

O pragmatismo, o ímpeto em ter um resultado e desenvolver algo, é importante, e foi daí que veio uma série de descobertas e de novas tecnologias. Contudo, na ciência ninguém dá uma canetada só, há de se ter uma série de contribuições prévias, de conhecimento acumulado para que se saiba dimensionar, construir e desenvolver. Jamil Assreuy, ex pró-reitor de pesquisa e professor da UFSC, trabalha com ciência básica ao estudar sepse (ou infecção generalizada), um problema que totaliza 20% das mortes do mundo, segundo estudo feito em 195 países. Resolver ou minimizar essa situação depende dos estudos clínicos e da ciência aplicada, mas ambos não sobrevivem sem o conhecimento acumulado e os resultados obtidos pela ciência básica. E cabe ressaltar que, um único estudo pode ser desdobrado posteriormente e servir de base para incontáveis descobertas. Assreuy afirma que provavelmente não teremos um fármaco que dará conta do problema, mas até então temos resultados que contribuem para atenuar o panorama, como tomar a sepse como via de regra ao tratar um paciente que apresenta sintomas, ganhando tempo hábil.

Resultados como esse dão luz a novos métodos, inovações, alicerçados em pesquisas de ciência básica, “muito promissoras e fundamentais para a inovação”, segundo Assreuy. Um exemplo em grande escala é a comercialização do nori, folha comestível feita a partir de algas marinhas, que é produzido desde o século 17 no Japão, mas só começou a ter produção em escala industrial após uma descoberta de Kathleen Drew-Baker, cientista botânica inglesa. Drew-Baker cultivava algas Porphyra em seu laboratório e percebeu que durante a produção de esporos surgiam coberturas de resíduo rosado nas conchas, algo que na época era atribuído à Conchocelis rosea, outra espécie de alga. Drew-Baker descobriu que não havia duas espécies e sim uma só. Sokichi Segawa, biólogo marinho japonês, leu a pesquisa de Drew-Baker, tendo contato com informações sobre a importância de conchas onde os esporos podem se instalar. Posteriormente, Segawa passou a replicar o habitat perfeito para o desenvolvimento das algas, o que abriu portas para uma produção em grande escala e, consequentemente, a popularização do nori dentro da culinária japonesa.

Esse caso é um dos vários em que pesquisas em laboratórios foram cruciais para influenciar a vida cotidiana de milhões de pessoas. Ao longo do ensino fundamental, tivemos contato com uma série de cientistas notórios que desbravaram um campo do conhecimento e foram responsáveis por uma invenção ou descoberta. Contudo, eles o fizeram através de uma extensa bibliografia, concedida por demais pesquisadores que estudaram um tema, método ou fenômeno que era essencial para aquele resultado. Até chegar-se às descobertas ou invenções, há de se ter paciência e resiliência, diz Assreuy. Segundo o professor, a capacidade de lidar com erros e resultados inesperados deve fazer parte da rotina de um cientista. Com isso, sabemos que as pesquisas que estão sendo realizadas são, em algum grau, relevantes para descobertas futuras. Newton disse que só chegou aonde chegou pois subiu nos ombros de gigantes, o que é análogo à relação indissociável entre ciência básica e ciência aplicada: uma série de estudos que visavam prioritariamente o conhecimento, que serviram de base para a criação de instrumentos e processos inovadores. Em suma, há muita ciência nas coisas que te cercam enquanto você lê esta frase.

Eduardo Vargas – Bolsista de Jornalismo da Pró-reitoria de Pesquisa – UFSC

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Os dados de pesquisa da UFSC e como eles estão em relação ao Brasil.

03/02/2020 09:53

Na última semana de janeiro foram publicados os indicadores de pesquisa aqui no site da Pró-reitoria, você pode conferi-los em sua totalidade clicando aqui.

 

 

Alguns números oscilaram naturalmente e tivemos boas notícias: a pesquisa universitária cresceu no ano que passou. Tivemos um crescimento de 2785 projetos de pesquisa em 2018 para 3218 em 2019 e um aumento de aproximadamente R$ 52 milhões em financiamento de pesquisas. Alguns marcos também foram alcançados pela UFSC, incluindo liderar o ranking de universidades brasileiras no quesito citações.

Ao consultar os dados, vale ressaltar que há possibilidade de dados estarem subestimados, conforme apontado nas páginas. Os dados de produção científica, por exemplo, apontam 2304 publicações em anais de eventos e 3498 artigos publicados em periódicos. Entretanto, os números reais possivelmente superam essas estatísticas, pois os números são importados da plataforma Lattes, dependendo da atualização de currículos.

 

Na última versão dos rankings de universidades, a UFSC acumulou bons ranqueamentos na lista geral e também no âmbito de produção científica. No RUF (Ranking de Universidades Folha), a UFSC manteve a 8ª colocação no quesito pesquisa, posição que também vale para o número de publicações e citações. Em 2019 a Times Higher Education considerou a UFSC a 18ª universidade no quesito pesquisa, mas no último ranking subimos duas colocações. A Leiden* aponta o mesmo que o RUF, no que diz respeito ao número de publicações, com a UFSC na 8ª posição, mas aponta dados mais precisos com relação ao impacto das publicações, pois calcula o número de publicações da universidade com relação aos 10% das melhores. Nesse sentido a UFSC conseguiu emplacar 172 publicações (6.6%), com oito a mais do que no ano anterior, quando liderou o ranking de porcentagem, apresentado 6.8%.

*O Ranking CWTS Leiden é um ranking anual global da universidade baseado exclusivamente em indicadores bibliométricos. Os rankings são compilados pelo Centro de Estudos de Ciência e Tecnologia da Universidade de Leiden, na Holanda.

Errata: A Setic retificou os dados do banner, enviados à Pró-reitoria de Pesquisa, dos indicadores de pesquisa em 07/02/2020.

 

Eduardo Vargas – Bolsista de Jornalismo da Pró-reitoria de Pesquisa – UFSC

 

 

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Blockchain: O que é e quais mudanças estão por vir?

09/12/2019 08:00

 

Créditos: Convergência Digital – Ana Paula Lobo (https://administracaodigital.wordpress.com/2016/07/14/carimbo-de-tempo-100-nacional/)

Uma pesquisa com o termo blockchain na aba de notícias do Google mostra uma série de links e a esmagadora maioria foi publicada no máximo 20 horas antes da pesquisa. A tecnologia deu os primeiros passos no final da década passada e hoje figura como um potencial divisor de águas em diversos setores, cujo principal é o financeiro. Apesar de o debate sobre o tema estar muito atrelado às criptomoedas, a tecnologia também pode ser utilizada em outros segmentos.

Em evento de inovação, a Receita Federal premiou um projeto que visa utilização de blockchain em bases como CPF e CNPJ; o Tribunal de Justiça do Distrito Federal utilizou a tecnologia para colher votos em eleição para Quinto Constitucional; o HSBC planeja mover US$ 20 bilhões à Digital Vault, plataforma baseada em blockchain; a Kodak anunciou, no ano passado, o lançamento de um sistema derivado do blockchain que tem como o registro e proteção de uso indevido de fotos, o KodakOne.

Essas e outras utilizações apontam para o que a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, chama de “diversificação do panorama financeiro”. Descentralização e agilidade contribuem para que essa e outras tecnologias semelhantes sejam cada vez mais presentes em operações financeiras e de demais naturezas. Essa crescente também possui vínculos na academia, que estuda melhorar a precisão e aperfeiçoar alguns aspectos da tecnologia.

Em entrevista à Pró-reitoria de Pesquisa, Martín Vigil, professor da UFSC e pesquisador do LabSEC, conta como sua pesquisa desenvolvida em parceria com a BRy trabalha para melhorar o desempenho do blockchain, objetivando resultados à frente da literatura atual. A pesquisa em questão dá enfoque à aplicação de tempestividade em blockchain e como o conceito pode precisar temporalidade de dados.

 

Em suma, como você resume o conceito de blockchain?

Os detalhes internos por dentro dessa tecnologia computacional confundem, mas podemos compreender o blockchain como um sistema distribuído, sem uma entidade central e controladora, que realiza contabilidade de “contas bancárias” que guardam criptomoedas. Qualquer pessoa pode voluntariamente utilizar seu computador para colaborar na contabilidade das contas no blockchain.  Mas hoje você já tem outros blockchains fazendo outras atividades e outros tipos de verificações.

 

Quais outras funcionalidades, além das atreladas a transações, que o blockchain pode desempenhar?

Eu vejo muito potencial em processos em que queremos minimizar a interferência humana e a possibilidade de corrupção. Toda vez que tivermos isso, blockchain é muito bem aplicado. Por exemplo, imagine um programa de computador na web que contabiliza votos de uma eleição, mas queremos evitar que a pessoa ou entidade que produziu ou mantém o programa possa modificá-lo para adulterar o resultado da eleição. Isso é possível através de programas de computador especiais chamados contratos inteligentes, que são executados no blockchain. Se criados corretamente, os contratos inteligentes são praticamente imunes a hackers ou qualquer outro tipo de interferência humana.

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Quem Foi Bertha Lutz?

02/12/2019 08:50


Uma vida que ecoou aos quatro cantos do mundo entre estudos compilados em 8000 páginas e a luta pelos direitos da mulher. Bertha Lutz dá nome a espécies de anfíbios como o Aplastodiscus lutzorum e também é responsável pela inserção de um trecho no preâmbulo da Carta da ONU (1945): “Nós, os povos das Nações Unidas, resolvidos a (…) reafirmar a fé nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor do ser humano, na igualdade de direito dos homens e das mulheres(…)”

 

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Entidade Portuguesa promove Congresso Internacional de Riscos

24/10/2019 07:11

Em um contexto de ampla discussão sobre transformações, especialmente no âmbito climático e tecnológico, cada vez mais estes assuntos ganham espaço em eventos internacionais. Nesse âmbito, ocorrerá o V Congresso Internacional de Riscos, que discutirá as “Contribuições da Ciência para a redução do risco”, embasando-se principalmente no Marco de Sendai 2015-2020, documento da Estratégia Internacional das Nações Unidas para a Redução de Desastres (UNISDR) que elenca medidas para o combate a catástrofes. O congresso ocorrerá em Coimbra, Portugal, entre os dias 18 e 22 de maio de 2020, e engloba acadêmicos de licenciatura e mestrado das mais diversas áreas do conhecimento.

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Das salas às praças: As iniciativas da UFSC para dialogar com a comunidade externa

10/10/2019 16:23

Em meio a situação de cortes no orçamento de custeio, surgiram iniciativas para reatar vínculos com a comunidade externa por parte de instituições federais de ensino. Os esforços concentram-se especialmente em exibir para a sociedade as produções feitas dentro dos muros da universidade. Apesar das políticas de ações afirmativas e dos eventos abertos ao público, a comunidade acadêmica ainda faz a autocrítica com relação à proximidade com a sociedade. Agora, com risco de parar de funcionar, são muitas as tentativas de reverter esta situação. 

Os alunos da graduação e pós-graduação da Universidade Federal de Santa Catarina promoveram o UFSC na Catedral, nos dias 2 e 3 de outubro, que levou projetos de ensino, pesquisa e extensão para o Largo da Catedral, no centro de Florianópolis. Além dos estandes com produções científicas e demais projetos, o evento contou com prestação de serviços para a comunidade, como medição de pressão arterial e orientações sobre hábitos alimentares. Ainda que a iniciativa seja dos discentes, os professores e técnicos administrativos também marcaram presença, com adesão à paralisação de 48 horas para a realização do evento.

 

Em local de grande movimentação na capital membros da universidade encontraram para o evento UFSC na Catedral, que envolveu a divulgação de projetos da instituição e passeata em defesa da educação.

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“Trazer a população pra dentro do laboratório e levar a universidade para a indústria. Sair dos muros da universidade, isso a gente faz”: O laboratório de Design da UFSC que foi vice-campeão de prêmio da FabFoundation, do MIT

02/09/2019 08:00

Localizado à esquerda do local de venda de passes do Restaurante Universitário (RU), o Laboratório conta com mobiliário e produtos fabricados pela equipe de alunos, bolsistas e pesquisadores.

Os laboratórios de produção digital têm sido uma tendência nos últimos anos, graças à evolução tecnológica que possibilitou processos como a impressão 3D e o corte à laser. Nesse âmbito, há o prêmio Chevron STEM Education Award, cuja edição deste ano premiou, em 2º lugar, o “Fabricating turtles to understand turtles”, do Pronto3D. O projeto consiste na elaboração de tartarugas de espécies do litoral brasileiro, algumas em extinção, para conscientizar crianças sobre a proteção marinha. A competição premia projetos educacionais direcionados a crianças na fase de ensino fundamental (6 – 12 anos), fornecendo os resultados finais em agosto, na conferência FAB15, no Egito.

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O Laboratório de Moluscos Marinhos da UFSC e sua influência na maricultura catarinense

16/08/2019 11:03

O crescimento das ostras depende de uma larva, chamada de semente ou matriz. O LMM é capacitado para produzir um grande rol de espécies de moluscos, cuja produção é vinculada com a cultura local e as condições climáticas e geográficas.

O Laboratório de Moluscos Marinhos da UFSC (LMM) é essencial à prosperidade da Maricultura em Florianópolis. As sementes de ostras, por exemplo, dependem da produção em laboratório, considerando que na coleta natural não há volume de sementes para atender a demanda comercial. O laboratório produz demandas muito grandes, na casa dos milhões, cujos excedentes são comercializados e, por consequência, geram retorno financeiro. Apesar de existir um outro Laboratório privado em Florianópolis, a UFSC atende a maior quantidade de ostreicultores, fomentando o mercado local há mais de duas décadas. Na safra de 2016-2017, foram cerca de 217 vendas, que oscilam entre 50 mil e um milhão de sementes.

No âmbito da pesquisa científica, o laboratório possibilita que a maior parte dos acadêmicos da engenharia de aquicultura realizem seus estudos em suas locações e, eventualmente, possibilita colaborações com pesquisadores de outras áreas, como biologia, engenharia de alimentos e engenharia sanitária. Segundo Claudio Blacher, que gerencia o LMM, a pesquisa é mantida, em grande parte, pela comercialização de excedentes, que proporciona retorno na estrutura do laboratório, fazendo com que o mesmo seja o maior do Brasil no setor de moluscos.

Com fundação nos anos 90, o LMM especializou-se na reprodução e produção de moluscos bivalves e tem dedicado-se ao estudo de técnicas de reprodução da espécie Crassostrea gigas, popularmente conhecida como ostra do pacífico, e a Crassostrea gasar, uma espécie de ostra nativa. Nos últimos anos, mexilhões, vieiras, berbigões e outras espécies nativas também foram prioridade para o LMM.

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Grupo de pesquisa Virtuhab da UFSC estuda métodos de construção mais sustentáveis

27/06/2019 15:07

O grupo Virtuhab pesquisa projetos, materiais e métodos de arquitetura sustentável, buscando soluções com menor impacto ambiental que sejam tão eficientes quanto as construções mais usuais. Atualmente o grupo atua em diversos subprojetos, atraindo acadêmicos que fazem pesquisas sobre o tema da sustentabilidade na área de arquitetura, design, engenharia civil, com enfoque em construção de edificações e suas interfaces.

Quando ainda era professora na Unisul em 2010, onde atuou por 10 anos, Lisiane Ilha Librelotto iniciou o grupo de pesquisa, que tinha foco em construções para reassentamento da população pós-desastres, financiado pela FAPESC(Fundação de Amparo à pesquisa e inovação do estado de Santa Catarina). Mais tarde, quando veio à UFSC, onde atualmente é professora do Departamento de Arquitetura, transferiu o projeto para Universidade, que cedeu o Labrestauro como espaço físico. Um dos resultados deste projeto foi o de uma casa flutuante feita de containers, uma ideia promissora que vem ganhando mercado nos últimos anos.

Um dos exemplos de material explorado pelos pesquisadores do grupo é o bambu, que tem certa rejeição por, em primeira vista, parecer não muito durável. Sumara Lisboa, mestranda da pós-graduação em arquitetura da UFSC e membro do Virtuhab, afirma que se bem tratado e trabalhado, o bambu pode ser tão eficiente e durável quanto uma construção de alvenaria tradicional. Em sua pesquisa de mestrado, ela estuda a técnica da taipa de mão, ou pau a pique, com enfoque na estanqueidade de painéis confeccionados com bambu roliço. A técnica resulta em um material resistente e ecológico, que pode ter variações de materiais e possui inspiração na arquitetura vernácula. Como exemplo de uso desta técnica mista de construção, há o Palácio Cruz e Sousa, localizado no Centro de Florianópolis, que utiliza pau a pique com madeira serrada em parte de sua construção.

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Pioneiro da América Latina, projeto da UFSC estuda geração de energia com aerofólios

27/05/2019 10:00

Com o intuito de explorar energia eólica de modo mais barato e economicamente viável, o projeto UFSCkite estuda e desenvolve uma tecnologia alternativa que explora a força dos ventos com aerofólios. A rentabilidade em relação ao sistema de aerogeradores atuais é a grande vantagem da tecnologia, que dispensa torres e grandes estruturas e pode ser implementada em um número maior de localidades. Além disso, os aerofólios podem explorar altitudes maiores, que possuem ventos mais fortes e constantes. A ideia é prender um aerofólio, de asa rígida ou flexível, como um parapente, a um cabo de material sintético, resistente e leve, que é enrolado em um tambor, e cujo eixo encontra-se acoplado a um gerador. De acordo com previsões de empresas e universidades americanas e europeias, estima-se que esta tecnologia chegue ao mercado num horizonte de cinco a dez anos. Os pesquisadores da UFSC são os pioneiros (e únicos) na América Latina a estudar e desenvolver esta tecnologia.

 

Fonte: http://ufsckite.gitlab.io/#/home

 

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