Pioneiro da América Latina, projeto da UFSC estuda geração de energia com aerofólios

27/05/2019 10:00

Com o intuito de explorar energia eólica de modo mais barato e economicamente viável, o projeto UFSCkite estuda e desenvolve uma tecnologia alternativa que explora a força dos ventos com aerofólios. A rentabilidade em relação ao sistema de aerogeradores atuais é a grande vantagem da tecnologia, que dispensa torres e grandes estruturas e pode ser implementada em um número maior de localidades. Além disso, os aerofólios podem explorar altitudes maiores, que possuem ventos mais fortes e constantes. A ideia é prender um aerofólio, de asa rígida ou flexível, como um parapente, a um cabo de material sintético, resistente e leve, que é enrolado em um tambor, e cujo eixo encontra-se acoplado a um gerador. De acordo com previsões de empresas e universidades americanas e europeias, estima-se que esta tecnologia chegue ao mercado num horizonte de cinco a dez anos. Os pesquisadores da UFSC são os pioneiros (e únicos) na América Latina a estudar e desenvolver esta tecnologia.

 

Fonte: http://ufsckite.gitlab.io/#/home

 

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ANP aprova três projetos das Engenharias da UFSC

26/04/2019 15:36

No Brasil a exploração de petróleo começou tarde, já no final do século XIX, tempos depois de já ter sido feita em outras regiões do planeta.  De acordo com o Portal Educação, o petróleo passou a ser explorado em 4000 a.C. e hoje representa, para diversos países do mundo, uma grande fonte para comércio, como é o caso da Rússia, China, Estados Unidos, entre outros.

Segundo os últimos dados do IBGE, referentes ao último trimestre de 2018, a exploração de petróleo também foi responsável pelo crescimento do PIB do país em relação ao mesmo período de 2017.
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CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO – Ep 05

27/03/2019 09:56

No quinto episódio da série “CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO” é a vez do prof. Alexandre Verzani Nogueira, diretor do Centro de Ciências Biológicas da UFSC, contar sobre aquilo que está sendo produzido no Centro.

Confira:

Produção por: Leticia Silva

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CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO – Ep 04

13/03/2019 08:24

No quarto episódio da série “CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO” é a vez do prof. Antonio Alberto Brunetta, diretor do Centro de Ciências da Educação da UFSC, contar sobre aquilo que está sendo produzido no Centro.

 

Confira:

Produção por: Leticia Silva

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CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO

06/02/2019 12:27

Em 2019, a Pró-Reitoria de Pesquisa da UFSC lança a série de reportagens: CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO.

Através de vídeos curtos, produzidos com os(as) diretores(as) de cada Centro, buscamos apresentar um panorama geral sobre projetos, grupos de pesquisa, inovações tecnológicas, envolvimento acadêmico e outras vertentes importantes do trabalho do(a) pesquisador(a) na Universidade.

No primeiro episódio, o prof. dr. Walter Quadros Seiffert, diretor do Centro de Ciências Agrárias, conta um pouco mais sobre o que está sendo desenvolvido por lá.

Confira o vídeo.

Produção por: Leticia Silva

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Com ciência negra – Empatia

17/12/2018 09:09

A Universidade é um dos espaços mais democráticos que existem nos dias atuais. Porta para a formação de profissionais capacitados, esses espaços são principalmente áreas com capacidade para discutir todos os assuntos de interesse social, desde os comuns no cotidiano até os mais segmentados.

De origem baiana, Karine de Souza Silva é um retrato dessa função. Filha de um casamento interracial, Karine é formada em Direito, com mestrado e doutorado na área de Direito Internacional, campo no qual trabalha até hoje. “Venho de uma família multirracial, na verdade. Assim como alguns outros professores negros daqui e também como uma legítima baiana.”

A Bahia, é no Brasil, um dos estados com maior índice de miscigenação, estando ainda na primeira colocação entre os 27 estados com maior taxa de população negra no país. Mesmo com esse panorama, apenas 2% dos professores da Universidade Federal da Bahia são negros, segundo estudo feito pelo Coletivo Luiza Barros.

Seu ingresso e permanência na Universidade foram difíceis, conta Karine. Na época, o sistema de cotas não existia, mas foi beneficiária de uma  bolsa de estudos o que foi fundamental para sua permanência no ambiente universitário. Hoje, ela atua no departamento de Economia e Relações Internacionais, e é titular de duas Cátedras internacionais, a “Jean Monnet” da União Europeia, e a “Sérgio Viera de Mello” do ACNUR ONU.
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Com ciência negra – Física de referência

11/12/2018 09:18

No filme “Estrelas além do tempo”, a atriz Taraji P. Henson interpreta Katherine G. Johnson. Katherine foi um nome importantíssimo para a exploração espacial norte-americana na década de 1960 durante o período da Guerra Fria. Matemática, cientista espacial e física, Katherine revolucionou os ramos da física no mundo por dois atributos importantes: era mulher e negra.

Durante toda a experiência escolar, conhecemos Isaac Newton, Albert Einsten e James Clerk Maxwell, grandes nomes da história da física que contribuíram de forma imprescindível para a pesquisa científica. Além dos estudos, todos esses nomes (e grande maioria das referências na área) têm em comum o fato de pertencerem à raça branca.

Há muitos anos, o racismo se manifesta de maneira enraizada na estrutura da sociedade, fazendo com que não tenhamos acesso direto a nomes como o de Katherine, ou até aos mais próximos de nossa convivência acadêmica, como o de Alexandre Magno Silva Santos.

Vindo de família pobre da capital do Espírito Santo, Vitória, Alexandre viveu uma infância e juventude muito difíceis. Sua família materna, de descendência direta de povos africanos (e também escravizados) foi a base da conquista de toda sua trajetória, apesar das dificuldades. Alexandre considera que sua entrada na escola técnica após o ensino médio foi uma de suas primeiras conquistas. “Aliás, na verdade, sobreviver foi minha primeira conquista. Mas a nível acadêmico, isso foi uma conquista grande porque meus colegas todos eram de classe média pra cima”.

Enfrentando problemas com a fome desde muito cedo, Alexandre recebia socorro de um tio. Porém devido ao fato do tio possuir um problema de saúde envolvendo o olfato, muitas vezes o entregava comidas estragadas. “E a gente já estava muitas vezes à prova. Entregues já. Uma vez nós chegamos ao consenso de que não teria mais como, a gente iria morrer. Eu lembro de deitar numa cama e desmaiar de fome, esperando a morte chegar”.
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