Premiação do 27° Seminário de Iniciação Científica e 7° PIBIC EM
Alunos da graduação e ensino médio da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com a melhor classificação no Seminário de Iniciação Científica, foram premiados nesta sexta feira, 15 de dezembro. Com a presença do reitor Ubaldo Balthazar, do pró-reitor de pesquisa Sebastião Roberto Soares, da coordenadora do PIICT Maria Luiza Ferreira e do assistente em administração do PIICT Alberto Oliveira, foram entregues os prêmios.

Entrega dos prêmios para os melhores trabalhos de iniciação científica. Foto: Jair Quint/Fotógrafo da Agecom/UFSC
Gratificação
A estudante do ensino médio Maria Eduarda Pereira Damas, que desenvolveu o projeto de pesquisa “O uso do Communicator como software de comunicação alternativa e ferramenta educacional no ensino fundamental.”, relata que, por esse ter sido um trabalho a longo prazo e ter significado muito para sua vida, a premiação foi mais uma forma de gratificação. A estudante acaba de prestar vestibular na UFSC para design de produto e espera continuar na iniciação científica quando entrar para a graduação.
Maiara Marques da Silva, estudante de biologia, que desenvolveu seu projeto de pesquisa na iniciação tecnológica, afirma que é possível envolver tecnologia e área biológica. “A parte tecnológica foi mais prática mesmo, onde a gente desenvolvia a pesquisa com células tronco com a aplicação em animais.” A professora e orientadora do projeto de Maiara, Andrea Gonçalves Trentin, ressalta a importância da iniciação científica dentro da graduação “É fundamental, o Brasil é um dos poucos países que tem esse tipo de projeto e apoia com bolsas a participação de alunos de graduação em atividades de laboratório”. Ela ainda reafirmou o que o pró-reitor Sebastião falou em sua abertura: “é um dos meios que faz com que o aluno esteja mais próximo a uma pós-graduação”.
A aluna de farmácia Elba Marina Miotto Mujica, recém-formada na UFSC, conta que participou do programa de iniciação científica desde o segundo semestre, finalizando essa jornada sendo premiada no SIC deste ano. Ao entrar no curso de farmácia, Elba sempre quis atuar na área da pesquisa e, no departamento de farmacologia, pôde compreender que pesquisa e prática podem andar juntas. Agora formada, pretende iniciar na pós-graduação e, no futuro, ser doutora em farmácia.

Entrega dos prêmios para os melhores trabalhos de iniciação científica. Foto: Jair Quint/Fotógrafo da Agecom/UFSC
Linda Inês P Lima
Estagiária da Pró-Reitoria de Pesquisa UFSC
Seja pela permanência ou por ganho de experiência, a Iniciação Científica (IC) está presente para mostrar um novo mundo ao estudante. Dandara Manoela dos Santos e Théo Piucco Rocker se surpreenderam com o mundo de oportunidades que as pesquisas em IC abriram para eles na universidade. Os dois estudantes participaram das apresentações orais do Seminário de Iniciação Científica (SIC) que aconteceram no mês de novembro de 2017.
Com a participação de alunos de graduação e do ensino médio, o 27° Seminário de Iniciação Científica (SIC) e o 7º Seminário de Iniciação Científica do Ensino médio (SIC – EM) aconteceram do dia 20 ao dia 24 de novembro. No evento, os jovens pesquisadores realizaram suas apresentações no auditório do CSE e foram avaliados por docentes da UFSC e também por professores convidados da UERJ, UDESC e PUCRS.
Durante a entrega do Prêmio MCTIC de Métodos Alternativos, criado para revelar novos talentos e impulsionar a pesquisa científica na área de experimentação animal
Produzir tendo em mente o que o produto trará de retorno ao ambiente e à produção em si é uma das questões para pesquisa dentro do Laboratório de Gestão e Avaliação Ambiental (LGAA), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). No departamento de Engenharia de Produção e Sistemas a professora e coordenadora do laboratório, Lucila Maria de Souza Campos, desenvolve a pesquisa sobre o Lean and Green.
O Laboratório de Investigação de Doenças Crônicas (
Quando perguntamos para qualquer criança se ela gosta de matemática só existem duas respostas possíveis: “Eu amo matemática!” ou “Eu odeio matemática!”. Assim como em suas fórmulas e operações, a resposta é sempre exata, mesmo se for uma negativa. Para o professor e pesquisador David Antônio da Costa não existe somente uma matemática, ela é um mundo de interpretação que vai além do singular.









