Programa de Formação de Recursos Humanos – Agência Nacional de Petróleo

25/02/2019 08:44

O PRH-ANP foi criado em março de 1999, com o objetivo de estimular as instituições de ensino a organizar e oferecer aos seus alunos especializações profissionais consideradas estratégicas e imprescindíveis ao desenvolvimento do setor de petróleo no Brasil, por meio da concessão de bolsas de estudos.

Em novembro de 2018, foi lançado o Edital de Chamada para Apresentação de Propostas nº 01/2018/PRH-ANP, com a finalidade de selecionar cursos de graduação, pós-graduação stricto sensu e pós-doutorado com elevada qualidade técnica para a formação de profissionais com especialização para o setor de petróleo, gás natural e biocombustíveis.

A divulgação preliminar do resultado do edital foi publicada em 20/02/2019 e a UFSC tem três propostas selecionadas. Após a análise de recursos, o resultado final será divulgado em 15/03/2019.

A Propesq parabeniza os pesquisadores que submeteram as três propostas já selecionadas e tem a intenção de divulgá-las posteriormente à comunidade.

Mais informações no site da ANP.

Mulheres na ciência: igualdade deve ser buscada de forma consistente

13/02/2019 09:18

A grantee Denise Hissa durante o segundo Encontros Serrapilheira, em novembro de 2018. Foto: Diego Padilha | Site Serrapilheira

Clarice Cudischevitch

Em todo o mundo, apenas 30% dos cientistas são do gênero feminino. Mesmo sendo hoje maioria no mestrado e doutorado, elas levam mais tempo para conquistar espaços de liderança e chegar ao topo da carreira. Para reconhecer a importância das mulheres na pesquisa, nesta segunda-feira, 11 de fevereiro, é celebrado o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, declarado pela Assembleia Geral da UNESCO.

Desde sua criação, o Serrapilheira reconhece os problemas relacionados à desigualdade de gênero na ciência e procura contribuir das formas possíveis. O Conselho Científico do instituto e os painéis de avaliação de projetos, por exemplo, são compostos por mulheres e homens na mesma proporção. O objetivo é evitar possíveis vieses na seleção de propostas.

Além disso, nas Chamadas Públicas de Apoio à Pesquisa, o prazo de conclusão de doutorado para mulheres que tiveram um ou mais filhos é estendido em até dois anos. A ação é uma forma de reconhecer que a maternidade afeta o tempo de dedicação à pesquisa. Outra medida adotada é a de oferecer um auxílio financeiro extra às pesquisadoras selecionadas que tenham bebês de até um ano ou que tiveram filhos durante o grant, além de um suporte para participação de eventos.
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CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO

06/02/2019 12:27

Em 2019, a Pró-Reitoria de Pesquisa da UFSC lança a série de reportagens: CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO.

Através de vídeos curtos, produzidos com os(as) diretores(as) de cada Centro, buscamos apresentar um panorama geral sobre projetos, grupos de pesquisa, inovações tecnológicas, envolvimento acadêmico e outras vertentes importantes do trabalho do(a) pesquisador(a) na Universidade.

No primeiro episódio, o prof. dr. Walter Quadros Seiffert, diretor do Centro de Ciências Agrárias, conta um pouco mais sobre o que está sendo desenvolvido por lá.

Confira o vídeo.

Produção por: Leticia Silva

Tags: Divulgação Científica

Por que 2019 é o ano da tabela periódica

30/01/2019 09:30

 

Getty Images / BBC News Brasil

Ela está presente em todos os laboratórios – dos escolares aos mais sofisticados centros de pesquisas científicas do mundo. Estampa livros e apostilas didáticas, pode ser o terror de alunos do Ensino Médio, mas também é um ícone pop. As releituras fazem a alegria de nerds.

Ela, a Tabela Periódica dos Elementos Químicos, ajudou a sistematizar e a organizar o conhecimento científico e é a homenageada deste ano de 2019 pela Organização das Nações Unidas (ONU).

A ONU proclamou 2019 como sendo o Ano Internacional da Tabela Periódica, em um esforço simbólico para “aumentar a sua consciência global e a educação em ciências básicas”, conforme declarou em comunicado oficial.

A tabela original reúne os 63 elementos químicos conhecidos, listados em ordem de sua massa atômica e agrupados por suas propriedades físico-químicas.
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Doação de medula óssea ao pesquisador Henry Xavier Corseuil

24/12/2018 09:43

Queridos leitores e colegas,  o professor e pesquisador Henry Xavier Corseuil, do centro tecnológico da UFSC, precisa de um doador de medula óssea compatível com o seu HLA. Interessados que tiverem entre 18 e 55 anos  podem ir ao banco de sangue de sua cidade e se apresentar como doador de medula óssea. O exame é simples: apenas uma simples coleta de sangue. É indicado ligar para o banco de sangue mais próximo de sua residência para agendar o horário de coleta.

Pode ser em qualquer lugar do mundo.

Como se Tornar um Doador

Este 👆🏽é um registro nacional. Basta ir ao banco de sangue e pedir para ser doador. É possível priorizar a doação para Henry Xavier Corseuil.

Veja também nos EUA:
https://bethematch.org

A Propesq agradece e deseja boas festas a todos.

Com ciência negra – Empatia

17/12/2018 09:09

A Universidade é um dos espaços mais democráticos que existem nos dias atuais. Porta para a formação de profissionais capacitados, esses espaços são principalmente áreas com capacidade para discutir todos os assuntos de interesse social, desde os comuns no cotidiano até os mais segmentados.

De origem baiana, Karine de Souza Silva é um retrato dessa função. Filha de um casamento interracial, Karine é formada em Direito, com mestrado e doutorado na área de Direito Internacional, campo no qual trabalha até hoje. “Venho de uma família multirracial, na verdade. Assim como alguns outros professores negros daqui e também como uma legítima baiana.”

A Bahia, é no Brasil, um dos estados com maior índice de miscigenação, estando ainda na primeira colocação entre os 27 estados com maior taxa de população negra no país. Mesmo com esse panorama, apenas 2% dos professores da Universidade Federal da Bahia são negros, segundo estudo feito pelo Coletivo Luiza Barros.

Seu ingresso e permanência na Universidade foram difíceis, conta Karine. Na época, o sistema de cotas não existia, mas foi beneficiária de uma  bolsa de estudos o que foi fundamental para sua permanência no ambiente universitário. Hoje, ela atua no departamento de Economia e Relações Internacionais, e é titular de duas Cátedras internacionais, a “Jean Monnet” da União Europeia, e a “Sérgio Viera de Mello” do ACNUR ONU.
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Tags: Divulgação Científica

Com ciência negra – Física de referência

11/12/2018 09:18

No filme “Estrelas além do tempo”, a atriz Taraji P. Henson interpreta Katherine G. Johnson. Katherine foi um nome importantíssimo para a exploração espacial norte-americana na década de 1960 durante o período da Guerra Fria. Matemática, cientista espacial e física, Katherine revolucionou os ramos da física no mundo por dois atributos importantes: era mulher e negra.

Durante toda a experiência escolar, conhecemos Isaac Newton, Albert Einsten e James Clerk Maxwell, grandes nomes da história da física que contribuíram de forma imprescindível para a pesquisa científica. Além dos estudos, todos esses nomes (e grande maioria das referências na área) têm em comum o fato de pertencerem à raça branca.

Há muitos anos, o racismo se manifesta de maneira enraizada na estrutura da sociedade, fazendo com que não tenhamos acesso direto a nomes como o de Katherine, ou até aos mais próximos de nossa convivência acadêmica, como o de Alexandre Magno Silva Santos.

Vindo de família pobre da capital do Espírito Santo, Vitória, Alexandre viveu uma infância e juventude muito difíceis. Sua família materna, de descendência direta de povos africanos (e também escravizados) foi a base da conquista de toda sua trajetória, apesar das dificuldades. Alexandre considera que sua entrada na escola técnica após o ensino médio foi uma de suas primeiras conquistas. “Aliás, na verdade, sobreviver foi minha primeira conquista. Mas a nível acadêmico, isso foi uma conquista grande porque meus colegas todos eram de classe média pra cima”.

Enfrentando problemas com a fome desde muito cedo, Alexandre recebia socorro de um tio. Porém devido ao fato do tio possuir um problema de saúde envolvendo o olfato, muitas vezes o entregava comidas estragadas. “E a gente já estava muitas vezes à prova. Entregues já. Uma vez nós chegamos ao consenso de que não teria mais como, a gente iria morrer. Eu lembro de deitar numa cama e desmaiar de fome, esperando a morte chegar”.
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Tags: Divulgação Científica

Prêmio Inventor: Petrobras premia inventores de universidades e empregados

07/12/2018 11:37

No dia 12 de dezembro, quarta-feira, a Petrobras realizará a cerimônia de entrega do Prêmio Inventor, homenageando aqueles que contribuíram para os pedidos de depósito de patentes em 2107. Serão premiados pesquisadores da empresa e de quatro instituições parceiras: UTFPR, UFSC, UFRGS e UFRJ.

O Prêmio Inventor 2018 consiste na entrega de certificado sobre o pedido de depósito de patente assinado pelo Presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, e de troféu especialmente confeccionado para a cerimônia.

Veja abaixo a relação de premiados das universidades:

UFSC
Fabio Aparecido Alves da Silva
Matias Roberto Viotti
Armando Albertazzi Junior

UFRGS
Janice Adamski

UFRJ
Denise Maria Guimarães Freire
Erika Cristina Gonçalves Aguieiras
Elisa D´Avila Cavalcanti Oliveira
Jaqueline Greco Duarte
Kassia Leone Ignacio
Valéria Ferreira Soares
Priscila Rufino da Silva
Alexandre Teixeira de Pinho Alho
Marta Cecília Tapia Reyes
Peter Kaleff

UTFPR
Rigoberto Eleazar Melgarejo Morales
Hans Emerson Maldonado Ninahuanca
Cesar Yutaka Ofuchi
Flávio Neves Junior
Paulo Henrique Dias dos Santos