Pró-reitoria de Pesquisa e Inovação
  • CONEP – Ética em Pesquisa – protocolos COVID 19 – Plataforma Brasil

    Pesquisadores,

    Solicitamos que estejam atentos e mantenham o monitoramento sobre os protocolos de pesquisa relacionados à COVID-19 – que devem ser enviados para a Conep, via Plataforma Brasil.


  • MPF – Chamamento da comunidade acadêmica, para a produção de projeções e propostas científicas para questões relativas à pandemia do Covid-19.

    Ministério Público Federal, em ofício circular, faz um chamamento a toda a comunidade acadêmica, para a produção, em caráter URGENTE, de projeções propostas científicas para questões relativas à pandemia do Covid19, com o objetivo de colaborar com conhecimento acadêmico para qualificação das políticas públicas de contenção do vírus que estão sendo adotadas no Brasil.

    Os objetos de estudo são:

    1) Critérios objetivos de decisão de início, duração e encerramento de medidas de restrição de circulação social (como quarentenas e isolamento).
    2) Cálculo e metodologia de cálculo de estimativa de número de infectados pelo covid-19 que necessitarão de leitos de UTI/ventiladores durante o pico do surto do covid-19; número de UTIs/ventiladores disponíveis/disponibilizáveis durante o pico do surto do covid-19 e outras estimativas e projeções relativas às demandas e disponibilidades do Covid-19 em relação ao sistema de saúde brasileiro.

    data limite para entrega das propostas para a 1ª chamada de apresentação é 03/04/2020.

    data limite para entrega das propostas para a 2ª chamada de apresentação é 10/04/2020.
    email para encaminhamento das respostas e dúvidas: prsp-gabinete3-campinas@mpf.mp.br

    Solicitamos que as propostas sejam encaminhadas, com cópia, para o email da Propesq: propesq@contato.ufsc.br

    Os resultados serão agregados e estarão disponíveis para consulta e análise em www.brasilxcovid19.com

    Leia aqui a íntegra do ofício com os detalhamentos.

    Atualização: Informações Complementares ao Chamamento do Ofício Circular.

    A UFSC conta com a colaboração de todos!


  • BU divulga página com conteúdo científico sobre Covid-19

    A Comissão de Análise de Conteúdos de Informação (CACI) da Biblioteca Universitária da UFSC manterá, no período da pandemia, uma página no Portal da BU com conteúdo científico sobre a Covid-19 (doença) e o SARS-CoV-2 (novo coronavírus).

    Os recursos indicados são conteúdos referentes à Covid-19 disponíveis de forma gratuita pelos editores e, por isso, o prazo de disponibilidade ficará a critério de cada editor.

    Acesse aqui: Especial Covid-19 

    Mais informações pelos e-mails ref.bu@contato.ufsc.br e aquisicao.bu@contato.ufsc.br

    Fonte: Notícias UFSC


  • American Chemical Society – acesso gratuito aos conteúdos que tratam sobre corona vírus

    A American Chemical Society abriu acesso gratuito a todos os conteúdos que tratam especificamente sobre corona vírus, conforme iniciativas relacionadas a seguir:

    – Publicação online de fascículo especial sobre COVID-19, com leitura aberta e totalmente gratuita.

    Artigos da ACS integramente disponibilizados na base de publicações cientificas da Organização Mundial da Saúde (OMS), com leitura pública e gratuita.

    Relatório desenvolvido por nossos colegas do CAS, que abrange o amplo panorama científico relacionado à pesquisa do COVID-19, como vacinas e reaproveitamento de medicamentos existentes.

    – Coleção de pre print disponível no ChemRxiv (repositório de pre prints total aberto e gratuito). A coleção é acessível ao público, sem taxas de assinatura para leitores e sem taxas de envio para autores.

    Leiam e compartilhem!
    Os autores são convidados a compartilharem sua pesquisa sobre COVID-19 com a comunidade científica global.

    Caso sua instituição esteja realizando pesquisas sobre COVID-19, a ACS oferece acesso gratuito aos conteúdos da American Chemical Society.
    Por favor, entrem em contato com:
    Contato ACS no Brasil:
    Regiane Alcantara Bracchi
    rbracchi@acs-i.org


  • MCTIC define prioridades nas áreas de CT&I para o período de 2020-2023

    Em portaria publicada nesta terça-feira (24), pasta estabelece como prioritários os projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovações voltados para cinco áreas de tecnologias: Estratégicas; Habilitadoras; de Produção; para Desenvolvimento Sustentável; e para Qualidade de Vida

    O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) publicou, nesta terça-feira (24) no Diário Oficial da União, a Portaria nº 1.122, de 19 de março de 2020, que define as prioridades do governo federal no que se refere a projetos de pesquisa, de desenvolvimento de tecnologias e inovações, para o período 2020 a 2023. As diretrizes adotadas pela pasta visam alinhar a atuação ministerial ao Plano Plurianual da União (PPA) 2020-2023 do Poder Executivo.

    Segundo o documento, ao definir as prioridades, o MCTIC tem como objetivo contribuir para a alavancagem em setores com maiores potencialidades para a aceleração do desenvolvimento econômico e social do País. O estabelecimento das linhas de ação também permite promover o alinhamento institucional de todos órgãos que integram a estrutura organizacional do ministério e racionalizar o uso dos recursos orçamentários e financeiros, conforme a programação inicial do PPA 2020-2023.

    A portaria estabelece como prioritários os projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovações voltados para cinco áreas de tecnologias: Estratégicas; Habilitadoras; de Produção; para Desenvolvimento Sustentável; e para Qualidade de Vida. A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) deverão ajustar suas linhas de financiamento e de fomento para integrar os novos focos de investimento prioritário em suas programações.

    Fonte: Jornal da Ciência

    A Portaria está disponível em nossa página Legislação de Pesquisa.


  • FIOCRUZ – Covid-19 – Informações para Pesquisadores

    A Fiocruz reuniu uma série de links referentes às fontes de informações mais importantes sobre a epidemia, para facilitar a circulação do conhecimento e ajudar toda a comunidade científica a ficar a par das últimas novidades sobre a doença.

    Biblioteca temática sobre o Covid-19:
    As bibliotecas da Fiocruz estão oferecendo serviços sobre a COVID-19 para pesquisadores. São quase 3 mil publicações de fontes de informação científica nacionais e internacionais, incluindo bases como Dynamed, UpToDate, MEDLINE, Portal CAPES, Lancet e ARCA, entre outras.

    Acesse já o serviço (pelo link: http://bit.ly/eds-fiocruz), crie um alerta e receba em seu e-mail as novas publicações indexadas na base sobre o tema.


  • [CHAMADA EMERGENCIAL] FAPESC participa de Chamada Emergencial da União Europeia para o diagnóstico do Coronavírus

    O Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP), no conjunto de suas Fundações, torna público proposta para instituições brasileiras se associarem a Chamada “Desenvolvimento de terapêutica e diagnóstico para combater infecções por coronavírus”, lançada pela Innovative Medicines Initiative, em conjunto com a União Europeia e a European Federation of Pharmaceutical Industries and Associations (EFPIA). A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC) possibilita a participação de pesquisadores catarinenses.

    A Chamada, lançada em caráter emergencial, tem prazo para submissão de propostas até 31 de março 2020, as quais serão avaliadas pelo lado Europeu até 15 de abril 2020, e é aberta à participação de instituições/pesquisadores brasileiros, com co-financiamento.

    O objetivo da Chamada não é o desenvolvimento de uma vacina, nem aspectos epidemiológicos, seu objetivo principal, é identificar novos agentes terapêuticos e sistemas de diagnóstico precoces, eficazes e confiáveis relacionados ao novo Coronavírus (SAR-CoV-2).

    Orçamento pelo lado europeu: EUR 45.000.000. (Pelo lado brasileiro o orçamento é definido por cada Fundação Estadual de Amparo à Pesquisa (FAP) que pretende apoiar a Chamada).

    Os projetos de pesquisa devem ser apresentados por um coordenador europeu ou de país associado ao Horizon 2020 (seguindo as diretrizes da Chamada), envolvendo entidades baseadas em pelo menos três países da União Europeia, ou de países associados.

    As Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) interessadas, e que aderirem à Chamada, deverão divulgar aos seus pesquisadores a disponibilidade de recursos para submissão de propostas.

    Link da Chamada: (Clique Aqui)

    Para mais informações – Webinar sobre a Chamada: (Clique Aqui)

    Para a busca de parceiros: (Clique Aqui)

    Perguntas e respostas sobre a Chamada: (Clique Aqui)

    Link da Chamada no portal Horizon 2020 / plataforma de busca de parceiros: (Clique Aqui)

    Suplemento da FAPESC (Clique |Aqui)

    Modelo de Manifestação de Interessa

    Contato para esclarecimentos e/ou mais informações sobre a chamada: elisa.confap@gmail.com

    Colaboração: Assessoria de Comunicação do Confap

    Fonte: FAPESC


  • Ninguém provou que hidroxicloroquina cura COVID-19

    Não existe, até o momento, comprovação de que o medicamento para malária hidroxicloroquina seja útil no combate ao novo coronavírus, causador da atual pandemia da doença respiratória COVID-19. No entanto, a divulgação irresponsável de um estudo preliminar sobre o assunto já começa a causar escassez do produto nas farmácias e assanha o apetite comercial das companhias farmacêuticas. O estudo que causou a celeuma é inconclusivo e está repleto de imperfeições que amplificam dramaticamente o risco de resultados falsos positivos.

    O trabalho foi divulgado por um pesquisador francês, via YouTube, e encheu de esperança as pessoas que aguardam um medicamento para a COVID-19.

    Do ponto de vista da lógica científica, o estudo, cheio de furos – que explicaremos em detalhes mais adiante – e envolvendo um número muito pequeno de participantes (apenas 26, sendo que um morreu durante o processo e cinco outros abandonaram o teste), tem tanto valor como recomendação médica quanto uma receita psicografada. E o YouTube, afinal, não é o veículo adequado para comunicar resultados de testes clínicos, menos ainda em meio a uma pandemia.

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  • Brasileiros desenvolvem vacina para combater variedade do coronavírus

    Substância poderá servir para obtenção de vacina contra Covid-19

    Publicado em 16/03/2020 – 16:52 Por Letycia Bond – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

    Cientistas do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (Incor), da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), desenvolvem uma vacina contra o Sars-CoV-2, variedade do coronavírus que provoca síndrome respiratória aguda grave. O diretor do laboratório e coordenador do projeto, Jorge Kalil, ressalta que a vacina não deverá ficar pronta logo, uma vez que o processo envolve rigorosos testes de segurança.

    A equipe do laboratório do Incor ainda realizará testes em camundongos para comprovar a eficácia da vacina. Em seguida, buscará firmar colaborações com outras instituições de pesquisa para finalizar o desenvolvimento da substância e produzir uma candidata a vacina contra Covid-19.

    Em entrevista à Agência Brasil, Jorge Kalil disse que não é possível precisar quando a vacina será lançada, devido à série de protocolos que devem ser seguidos à risca. Ele ponderou, ainda, que “fazer uma vacina não significa produzir a vacina”, mas sim “o conceito da vacina e como ela vai funcionar”.

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  • Inscrições abertas – Editais PIBIC e PIBITI 2020/2021

    A Propesq informa que estão abertas as inscrições para os processos seletivos de bolsas do PIBIC e do PIBITI, ciclo 2020/2021.

    Os interessados devem acessar o Formulário IC Online e enviar suas propostas até as 18h do dia 22/04/2020.

    Mais informações podem ser verificadas nos editais dos programas, lançados no dia 13/03/2020:

    Edital Propesq 01/2020 – PIBIC

    Edital Propesq 02/2020 – PIBITI

    Quaisquer dúvidas entrar em contato por meio do pibic@contato.ufsc.br.


  • Lançamento Editais PIBIC e PIBITI – 2020/2021

    A Pró-Reitoria de Pesquisa da Universidade Federal de Santa Catarina (Propesq/UFSC) torna público os Editais PIBIC e PIBITI para o ciclo 2020/2021 e convoca os interessados a apresentarem Propostas nos termos estabelecidos para a concessão de bolsas de Iniciação Científica e de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, em convênio com o CNPq e sua contrapartida subvencionada pela UFSC, no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica e Tecnológica desta instituição.

    Edital Propesq 01/2020 – PIBIC

    Edital Propesq 02/2020 – PIBITI

    As inscrições terão início na próxima segunda-feira, 16/03/2020, a partir das 10h00, por meio do Formulário IC Online.


  • Aperto de mão é vilão na transmissão de vírus e bactérias

    Segundo um estudo publicado no ano de 2014 por pesquisadores da Universidade Aberystwyth, no Reino Unido, além da superfície de contato, a duração do cumprimento e a força empregada também influenciam no espalhamento dos micróbios

    Um estudo publicado no ano de 2014 por pesquisadores da Universidade Aberystwyth, no Reino Unido, fez uma curiosa análise de formas de cumprimento com as mãos a fim de entender quais delas transmitem mais patógenos (como bactérias e vírus) de uma pessoa para a outra.

    Já se sabia há tempos que uma das principais formas de transmissão de germes é pelo contato com pessoas infectadas, mas não havia um experimento que fizesse a comparação entre as diferentes modalidades.

    A referência é o aperto de mão moderado, marcado como 100%. Em relação a ele, um aperto de mão vigoroso chega a transmitir o dobro de bactérias (o teste foi feito com bactérias E. coli não patogênicas). Um high-five, cumprimento com as mãos espalmadas, transmite um pouco menos. Por fim, um soquinho, ou “fist bump”, transmite apenas uma pequena fração das bactérias, menos de um quarto do cumprimento-referência.

    Veja o texto na íntegra: Blog Cadê a cura?/Folha de S. Paulo

    Fonte: JC Notícias


  • Especial 8 de março: 11 invenções feitas por mulheres

    No início da semana que vem comemoramos o dia da mulher e a Pró-reitoria de Pesquisa traz uma publicação especial sobre 11 invenções e descobertas feitas por cientistas mulheres. Também aproveitamos o contexto para convidar você a ler nosso texto sobre a cientista Bertha Lutz e agradecer todas as pesquisadoras da UFSC por contribuírem com a ciência brasileira. As invenções são:

    Teste de urina

    A química Helen Free, aos 93 anos, desenvolveu as famosas fitinhas usadas no mundo todo para monitorar diabetes e detectar gravidez. A mágica acontece quando algumas pequenas tiras da fita entram em contato com a urina e provocam uma reação, literalmente, visibilizando os resultados. Ela lançou a tecnologia no mercado com o nome de Clinistix e sua descoberta contribui para avanços futuros em testes do gênero.

    Fralda descartável

    Marion Donovan, arquiteta, desenvolveu uma cobertura impermeável para fraldas que foi recusada por fabricantes no primeiro momento. Assim, ela começou a comercializar as capas por conta própria e vendeu a patente por 1 milhão de dólares posteriormente. Quando Donovan faleceu, o New York Times escreveu em seu obituário: “Tinha 81 anos e havia ajudado a encabeçar uma revolução industrial e doméstica ao inventar o precursor da fralda descartável.” O Salão da Fama de Inventores dos Estados Unidos escreveu: “Motivada pela tarefa frustrante e repetitiva de trocar as fraldas de pano sujas, a roupa e os lençóis de seu filho, Donovan criou uma capa para a fralda que permitia manter seu bebê seco. Diferentemente de outros produtos no mercado, o seu foi feito com uma tela que permitia que a pele do bebê respirasse e também incluía botões em vez de alfinetes”.

    Sinalizadores marítimos

    Por 10 anos Martha Coston desenvolveu um sistema de luzes pirotécnicas vermelhas. Ela patenteou a tecnologia e vendeu-a para a Marinha dos EUA. Segundo o Salão da Fama de Inventores dos Estados Unidos, “O sistema deu uma vantagem decisiva à União na Guerra Civil e a empresa Coston, fundada para produzir os sinalizadores, operou até o fim do século 20. O sistema de códigos e sinalização foi usado pelo serviço de emergência e o serviço meteorológico dos Estados Unidos, instituições militares na Inglaterra, França, Holanda, Itália, Áustria, Dinamarca e Brasil, navios mercantes e iates privados”.

    Limpador de Para-brisa

    Ao viajar em um bonde por Nova Iorque, em um dia de neve no início do século XX, Mary Anderson teve a ideia de criar o limpador de para-brisa. O Salão atesta que “Anderson observou que os condutores tinham que abrir frequentemente suas janelas para poder enxergar em meio ao clima impiedoso. Muitas vezes, eles tinham de parar o bonde e descer do carro para limpar a janela. Sua ideia consistia em uma alavanca dentro do veículo que controlava um braço mecânico equipado com uma escova de borracha. A alavanca movia a escova pelo para-brisa para eliminar a chuva ou a neve.”

    Kevlar

    Stephanie Kwolek era a única mulher em seu laboratório e durante seu trabalho como cientista descobriu o Kevlar, uma superfibra cinco vezes mais forte por módulo que o aço. A aplicação do material vai de coletes à prova de balas a luvas de operários. “Sabia que tinha feito uma descoberta. Não ‘eureka’, mas fiquei muito emocionada, assim como todos no laboratório, por estarmos diante de algo novo e diferente”, disse Stephanie.

    Medicamento contra leucemia

    As pesquisas de Gertrude B. Ellion foram responsáveis pela criação da 6-mercaptopurina, fármaco utilizado contra a leucemia. Além disso, Ellion também foi responsável pelo desenvolvimento da 6-tioguanina e de inovações farmacêuticas que tornaram o transplante de rim mais fácil.

    Método para melhorar negativos fotográficos

    Barbara S. Askins inventou um processo para recuperar os detalhes de negativos que foram subexpostos. Ela patenteou a invenção no mesmo ano, possibilitando melhorar fotografias com materiais radioativos. Ademais, Askins também foi contratada pela NASA para pesquisar formas melhores de revelar fotos astronômicas e geológicas. No site, a NASA afirma que seu invento foi “tão bem sucedido que seu uso se expandiu para além da agência espacial e foi aproveitado na obtenção de melhorias em raios-X e na restauração de fotos antigas”.

    Calculadora gráfica

    A primeira engenheira elétrica a ser empregada nos EUA e a primeira professora em tempo integral da área no país são a mesma pessoa: Edith Clarke. Ela foi autoridade na manipulação de funções hiperbólicas, circuitos equivalentes, análise gráfica e sistemas elétricos. No ensaio “Do Computador à Engenharia Elétrica: a Extraordinária Carreira de Edith Clarke”, James E. Brittain afirma: “Sua carreira teve com tema central o desenvolvimento e a disseminação de métodos matemáticos que simplificaram e reduziram o tempo empregado em cálculos complicados para resolver problemas de design e operação de sistemas de energia elétrica”.

    Vidro sem reflexo

    Desta vez, uma dupla: Katharine Blodgett e Irving Langmuir experimentaram películas orgânicas com uma só molécula de espessura e descobriram algumas aplicações práticas. A invenção é conhecida como filme Langmuir-Blodgett, uma pilha de capas múltiplas de qualquer espessura produzida após repetir o processo descoberto. Vale ressaltar que Blodgett foi a primeira mulher a obter doutorado em física em Cambridge.

    Peneiras moleculares para refino de petróleo

    Ao trabalhar com tecnologia emergente de peneiras moleculares, Edith Flanigen descobriu formas mais eficientes e limpas de refinar petróleo.  Sua invenção foi categórica para a produção de gasolina no mundo todo e com isso ela foi condecorada com o prêmio Lemelson do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachussets, na sigla em inglês). Flaningen possui 108 patentes e suas pesquisas também tiveram influência nos processos de purificação de água e no saneamento ambiental.

    Máquina para fazer sacolas de papel

    Sabe aqueles sacos de papel de fundo plano? Pois bem, eles são fruto da invenção de Margaret Knight, que automatizou o processo de fabricação dos mesmos e sintetizou o trabalho de 30 pessoas. A máquina em questão corta, dobra e une as duas partes do papel para criar a sacola, fazendo com que o custo de produção seja expressivamente menor. Apesar de Knight ter nascido em 1838, ainda no final do século passado uma variação de sua máquina era usada.

     

    Eduardo Vargas – Bolsista de Jornalismo da Pró-reitoria de Pesquisa – UFSC


  • Aluno e projeto da UFSC na final do Prêmio Inovação Catarinense da Fapesc

    A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) tem representantes em duas categorias no Prêmio Inovação Catarinense – Professor Caspar Erich Stemmer, realizado pela Fundação de Apoia à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc). O estudante do curso de Engenharia Eletrônica Pedro Henrique Kappler Fornari, que desenvolveu um sistema para avaliar irregularidade em rodovias, está entre os finalistas do TCC Inovador. Já a Secretaria de Inovação (Sinova) da universidade disputa o título de ICT Inovador. O resultado final será divulgado nesta quarta-feira, 19 de fevereiro, às 18h30, no auditório da Acate em Florianópolis.

    O projeto de Pedro Henrique tem como objetivo processar automaticamente os dados obtidos por sensores de distância e de movimento que identificam irregularidades de pavimentos em rodovias. Assim é possível corrigir problemas e defeitos com mais rapidez e eficiência. A Sinova conta com projetos que integram a produção de conhecimento com o setor produtivo, fortalecendo as parcerias da universidade com empresas, órgãos públicos e organizações da sociedade civil com foco na inovação e no empreendedorismo. Entre as iniciativas da secretaria estão os projetos “Caminhos da Inovação” e o “Sinova Startup Mentoring”.

    O Caminhos da Inovação contempla projetos voltados para inovação e empreendedorismo inovador. Entre eles está o Sinova Startup Mentoring para selecionar ideias inovadoras para comporem o mapa de startups da UFSC. A cada chamada são aprovadas oito ideias de cada campi (Araranguá, Blumenau, Curitibanos, Joinville e Florianópolis), totalizando 40 propostas. Essas iniciativas passam por uma banca de avaliadores-mentores.

    Os projetos de Pedro Henrique e da Sinova estão entre os 124 inscritos nesta edição da Prêmio de Inovação. Destes, 30 foram selecionados como finalistas em 11 categorias. Confira todos que estão concorrendo no site http://bit.ly/PrêmioStemmer.

    Saiba mais

    O Prêmio Inovação Catarinense – Professor Caspar Erich Stemmer foi criado em 2008 para reconhecer e dar visibilidade a pessoas e instituições que desenvolvem conhecimento científico e tecnológico. São destacados esforços em inovação, em desenvolvimento de novos produtos, processos e serviços, além de iniciativas que contribuem para o desenvolvimento econômico, social e ambiental.

    Fonte: Notícias UFSC


  • O que é ciência básica e porque ela é relevante.

    Ilustração: Freepik

    No momento a ciência ocupa o topo dos noticiários, o caso do Covid-19 (Coronavírus) faz com que todos olhem para os cientistas e perguntem: “O que vocês fizeram até agora? Que vacinas temos? A situação é preocupante?”. Bem, apesar da alta nas publicações científicas sobre esse tema nas últimas semanas, as conclusões feitas até aqui só foram possíveis porque, antes da necessidade imediata, houve pessoas que se debruçaram sobre o tema. “Se não houvesse ciência suficiente acumulada o problema seria muito mais grave”, atesta Maria Luiza Saraiva Pereira, pesquisadora neurogenética. Indo até a revista Nature, você irá encontrar uma série de artigos sobre o tema e, se rolar pra baixo, verá referências deste ano, de pesquisadores que estão trabalhando incansavelmente. Mas, você também verá referências de uma ou duas décadas atrás, pois houve pesquisa em ciência básica, mesmo antes da situação iminente.

    O pragmatismo, o ímpeto em ter um resultado e desenvolver algo, é importante, e foi daí que veio uma série de descobertas e de novas tecnologias. Contudo, na ciência ninguém dá uma canetada só, há de se ter uma série de contribuições prévias, de conhecimento acumulado para que se saiba dimensionar, construir e desenvolver. Jamil Assreuy, ex pró-reitor de pesquisa e professor da UFSC, trabalha com ciência básica ao estudar sepse (ou infecção generalizada), um problema que totaliza 20% das mortes do mundo, segundo estudo feito em 195 países. Resolver ou minimizar essa situação depende dos estudos clínicos e da ciência aplicada, mas ambos não sobrevivem sem o conhecimento acumulado e os resultados obtidos pela ciência básica. E cabe ressaltar que, um único estudo pode ser desdobrado posteriormente e servir de base para incontáveis descobertas. Assreuy afirma que provavelmente não teremos um fármaco que dará conta do problema, mas até então temos resultados que contribuem para atenuar o panorama, como tomar a sepse como via de regra ao tratar um paciente que apresenta sintomas, ganhando tempo hábil.

    Resultados como esse dão luz a novos métodos, inovações, alicerçados em pesquisas de ciência básica, “muito promissoras e fundamentais para a inovação”, segundo Assreuy. Um exemplo em grande escala é a comercialização do nori, folha comestível feita a partir de algas marinhas, que é produzido desde o século 17 no Japão, mas só começou a ter produção em escala industrial após uma descoberta de Kathleen Drew-Baker, cientista botânica inglesa. Drew-Baker cultivava algas Porphyra em seu laboratório e percebeu que durante a produção de esporos surgiam coberturas de resíduo rosado nas conchas, algo que na época era atribuído à Conchocelis rosea, outra espécie de alga. Drew-Baker descobriu que não havia duas espécies e sim uma só. Sokichi Segawa, biólogo marinho japonês, leu a pesquisa de Drew-Baker, tendo contato com informações sobre a importância de conchas onde os esporos podem se instalar. Posteriormente, Segawa passou a replicar o habitat perfeito para o desenvolvimento das algas, o que abriu portas para uma produção em grande escala e, consequentemente, a popularização do nori dentro da culinária japonesa.

    Esse caso é um dos vários em que pesquisas em laboratórios foram cruciais para influenciar a vida cotidiana de milhões de pessoas. Ao longo do ensino fundamental, tivemos contato com uma série de cientistas notórios que desbravaram um campo do conhecimento e foram responsáveis por uma invenção ou descoberta. Contudo, eles o fizeram através de uma extensa bibliografia, concedida por demais pesquisadores que estudaram um tema, método ou fenômeno que era essencial para aquele resultado. Até chegar-se às descobertas ou invenções, há de se ter paciência e resiliência, diz Assreuy. Segundo o professor, a capacidade de lidar com erros e resultados inesperados deve fazer parte da rotina de um cientista. Com isso, sabemos que as pesquisas que estão sendo realizadas são, em algum grau, relevantes para descobertas futuras. Newton disse que só chegou aonde chegou pois subiu nos ombros de gigantes, o que é análogo à relação indissociável entre ciência básica e ciência aplicada: uma série de estudos que visavam prioritariamente o conhecimento, que serviram de base para a criação de instrumentos e processos inovadores. Em suma, há muita ciência nas coisas que te cercam enquanto você lê esta frase.

    Eduardo Vargas – Bolsista de Jornalismo da Pró-reitoria de Pesquisa – UFSC


  • 18ª Sepex: maior evento de divulgação científica de Santa Catarina confirmado para 28 e 29 de abril

    A 18ª edição da Semana de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação da Universidade Federal de Santa Catarina (Sepex/UFSC) está confirmada para 28 e 29 de abril, terça e quarta-feira, em todos os campi da UFSC. A feira trará minicursos, palestras, estandes, apresentações artístico-culturais e eventos paralelos. A temática será “Bioeconomia, Diversidade e Riqueza para o Desenvolvimento Sustentável”, seguindo a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2019).

    O evento é o maior em seu segmento no estado de Santa Catarina. A feira é atualmente organizada pela Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq) em parceria com outras pró-reitorias e secretarias. Em 2018, quando houve a 17ª edição, a Sepex recebeu mais de 20 mil visitantes, e contou com mais de 100 estandes, reunindo cerca de 1250 expositores. Levou para os campi da UFSC mais de 3 mil estudantes da rede pública, com o fretamento de ônibus. Em 2020, os dois dias de evento reservam a mesma programação dos últimos anos, mas traz novidades: além de ter adotado o termo “Inovação” no nome do evento, a Sepex em 2020 trará dois eventos paralelos, voltados a públicos específicos: a Feira de Profissões e o iCamp UFSC.

    A Feira de Profissões será promovida pela Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), em parceria com a Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) e os centros de ensino da UFSC nos dois dias da Sepex. O objetivo é atrair estudantes de ensino médio que tenham curiosidade sobre os cursos oferecidos pela UFSC e suas aplicações profissionais. A Coperve apresentará os processos seletivos da Universidade, distribuirá materiais, promoverá oficinas e rodas de conversa sobre as normas de redação, as questões do vestibular, obras literárias entre outros.

    Já o iCamp UFSC trará egressos da Universidade em um encontro sob a temática “A UFSC como parte da trajetória de cada um nos ecossistemas de inovação”. Promovido pela Secretaria de Inovação da UFSC (Sinova), o evento ocorre no dia 29 de abril, com um minicurso e roda de conversa aberto ao público pela manhã e um evento para egressos à tarde. A proposta é trazer ex-alunos da UFSC, professores e técnicos para promover a reconexão, integração e conexão de gerações.

    As inscrições para expositores, artistas e palestrantes de minicursos será de 9 a 20 de março. A homologação dos estandes e minicursos está prevista para 30 de março.
    Veja o cronograma completo abaixo ou no link.

    Cronograma

    • Inscrição de estandes e minicursos: 9 a 20 de março, no site http://sgsepex.ufsc.br;
    • Inscrições para apresentações artístico-culturais: 9 a 20 de março, pelo e-mail ;
    • Assinatura e entrega dos termos de compromisso e autorização de uso de espaço físico para minicursos: 9 a 20 de março, encaminhar via e-mail para ;
    • Divulgação da programação artístico-cultural: a definir;
    • Homologação de estandes e minicursos: 30 de março;
    • Recurso aos proponentes não contemplados: 31 de março;
    • Divulgação dos deferimentos dos recursos: 2 de abril;
    • Assinatura e entrega dos termos de compromisso pelos coordenadores de estandes: de 30 de março a 17 de abril, encaminhar via e-mail para ;
    • Período para agendamento de transporte de materiais: de 6 a 24 de abril, pelo e-mail ;
    • Inscrição para participação em minicursos: de 13 a 24 de abril, no site http://sgsepex.ufsc.br;
    • Montagem dos estandes pelos coordenadores: 27 de abril, das 14:00 às 18:00.
    • Certificados e anais: 14 de julho;
    • Realização da SEPEX:
      • 28 e 29 de abril de 2020
      • Horário de visitação:
        • das 9 às 19h
      • Desmontagem dos estandes: a definir.
      • Entrega da lista de presença dos minicursos pelos ministrantes: de 28 de abril a 8 de maio, encaminhar via e-mail para .

     

    Mais informações:
    https://sepex.ufsc.br/
    Evento oficial no Facebook

    Fonte: Notícias UFSC


  • Os dados de pesquisa da UFSC e como eles estão em relação ao Brasil.

    Na última semana de janeiro foram publicados os indicadores de pesquisa aqui no site da Pró-reitoria, você pode conferi-los em sua totalidade clicando aqui.

     

     

    Alguns números oscilaram naturalmente e tivemos boas notícias: a pesquisa universitária cresceu no ano que passou. Tivemos um crescimento de 2785 projetos de pesquisa em 2018 para 3218 em 2019 e um aumento de aproximadamente R$ 52 milhões em financiamento de pesquisas. Alguns marcos também foram alcançados pela UFSC, incluindo liderar o ranking de universidades brasileiras no quesito citações.

    Ao consultar os dados, vale ressaltar que há possibilidade de dados estarem subestimados, conforme apontado nas páginas. Os dados de produção científica, por exemplo, apontam 2304 publicações em anais de eventos e 3498 artigos publicados em periódicos. Entretanto, os números reais possivelmente superam essas estatísticas, pois os números são importados da plataforma Lattes, dependendo da atualização de currículos.

     

    Na última versão dos rankings de universidades, a UFSC acumulou bons ranqueamentos na lista geral e também no âmbito de produção científica. No RUF (Ranking de Universidades Folha), a UFSC manteve a 8ª colocação no quesito pesquisa, posição que também vale para o número de publicações e citações. Em 2019 a Times Higher Education considerou a UFSC a 18ª universidade no quesito pesquisa, mas no último ranking subimos duas colocações. A Leiden* aponta o mesmo que o RUF, no que diz respeito ao número de publicações, com a UFSC na 8ª posição, mas aponta dados mais precisos com relação ao impacto das publicações, pois calcula o número de publicações da universidade com relação aos 10% das melhores. Nesse sentido a UFSC conseguiu emplacar 172 publicações (6.6%), com oito a mais do que no ano anterior, quando liderou o ranking de porcentagem, apresentado 6.8%.

    *O Ranking CWTS Leiden é um ranking anual global da universidade baseado exclusivamente em indicadores bibliométricos. Os rankings são compilados pelo Centro de Estudos de Ciência e Tecnologia da Universidade de Leiden, na Holanda.

    Errata: A Setic retificou os dados do banner, enviados à Pró-reitoria de Pesquisa, dos indicadores de pesquisa em 07/02/2020.

     

    Eduardo Vargas – Bolsista de Jornalismo da Pró-reitoria de Pesquisa – UFSC

     

     


  • Programa Nascer da Fapesc tem inscrições prorrogadas para dia 15 de fevereiro

    Fonte: Fapesc

    O programa Nascer, fruto de parceria da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e do Sebrae-SC, teve inscrições prorrogadas até o dia 15 de fevereiro. Os interessados em fazer a “pré-incubação” (fase inicial do projeto) devem se inscrever neste link  ou na plataforma no site. Ressaltamos que a prorrogação vale para todas as cidades-polo exceto Lages e Joinville, que tiveram prazo encerrado no dia 10 de dezembro.

    O programa abrange vários municípios de Santa Catarina e nas cidades-polo onde não há um Centro de Inovação em funcionamento, o Comitê de Implantação irá trabalhar para disponibilizar espaço físico para realização das atividades. As listas de cidades-polo são: Blumenau, Brusque, Caçador, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joinville, Joaçaba, Lages, Rio do Sul, São Bento do Sul, Tubarão e Videira.

    O que é o Programa Nascer?

    Visando tirar novas ideias do papel, o Nascer seleciona propostas com o objetivo de criar produtos, serviços e processos inovadores, embasados em conhecimento tecnológico. Tudo começa na pré-incubação, quando os empreendedores são capacitados e orientados para transformar as ideias de negócios em empresas formais. A Fapesc e o Sebrae selecionam propostas que, posteriormente, receberão apoio institucional, além de mentorias, ferramentas e demais fomentos.

    No total, são 150 propostas aprovadas distribuídas entre os Centros de Inovação, com turmas de 8 a 12 proponentes, com equipes de até cinco componentes, incluindo o proponente.

    Em entrevista, o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, destaca: “Nosso papel como gestores públicos é incentivar o empreendedorismo e a inovação e, assim, fomentar, cada vez mais, o crescimento do Estado. E o Programa Nascer é uma ferramenta essencial de apoio a novas ideias e que pode inspirar muitas pessoas”.

    Mais informações no site.


  • Ferramenta desenvolvida por grupo de pesquisa brasileiro permite mapeamento da linha de costa de regiões litorâneas

    Um grupo de pesquisadores brasileiros está desenvolvendo ferramenta para mapeamento e análise de variação da linha de costa, um indicador amplamente utilizado em zonas costeiras que possibilita o planejamento adequado face à ocupação do litoral. A ferramenta, o CASSIE (Coastal Analysis via Satellite Imagery Engine), é resultado do projeto Baysqueeze, apoiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que conta com pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI), e Universidade Federal do Rio Grande (FURG).

    Segundo o professor da UFSC e bolsista PQ do CNPq, Antonio Henrique da Fontoura Klein, e um dos pesquisadores do projeto, a posição da linha costa não é constante no tempo e no espaço. Ela varia em função do aporte de sedimentos (exemplo: dos Rios, etc) e dos processos costeiros (ondas, marés) e pode migrar em direção ao mar (chegando mais sedimento do que saindo do sistema), pode ficar estabilizada (tudo que entra é igual ao que sai) ou pode migrar em direção a terra (erosão costeira – neste caso esta saindo mais sedimento do que entrando na região costeira). “Ao monitorarmos a linha de costa a partir de imagens de satélite podemos definir, por exemplo,  locais com erosão costeira ao longo do tempo e medidas preventivas ou mitigadoras podem ser adotadas”, explica o pesquisador. “Ainda com base no passado, considerando um mesmo intervalo de tempo futuro,  podemos prever o comportamento da linha de costa para o futuro”, complementa Klein.

    O CASSIE é financiado pelo CNPq por meio da Chamada de Pesquisa e Desenvolvimento em Ações Integradas e Sustentáveis nas Baías do Brasil – MCTIC/CNPq – Nº 21/2017 e, além do Prof. Klein, conta com o trabalho dos pesquisadores Luis Pedro de Almeida, Prof. Visitante do Programa de Pós-Graduação em Oceanologia, Instituto de Oceanografia da FURG; Rodrigo Lyra e Rudimar Dazzi, Profs. do Curso de Ciência da Computação da UNIVALI; Israel Oliveira, Bolsista de IC-CNPQ do Curso de Ciência da Computação da UNIVALI.

    Leia mais no site.

    Fonte: Coordenação de Comunicação Social do CNPq


  • Pesquisadores da Unifesp desenvolvem biotinta para impressão 3D de tecido nervoso

    Técnica pode contribuir para o estudo de doenças neurodegenerativas, testes de fármacos e, futuramente, ser usada na reconstrução de partes danificadas do cérebro

    Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) trabalha no desenvolvimento de uma biotinta capaz de produzir tecidos neurais em três dimensões (3D) que simulem o cérebro humano e permitam o estudo mais preciso de doenças neurodegenerativas, como Parkinson e Alzheimer.

    A ideia é reproduzir o funcionamento do sistema nervoso central de forma mais fiel do que a adotada nos estudos atuais, feitos em placas de cultura – com apenas um tipo de célula e em formato bidimensional (2D) – ou em camundongos, que, apesar da proximidade do genoma com o dos seres humanos, não possuem cérebros tão complexos.

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