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Ajustes das propostas PIBIC e PIBITI 2019/2020
Com a finalização do período de submissão de propostas ao processo seletivo dos editais PIBIC e PIBITI, ciclo 2019/2020, na data de ontem, 22/04/2019, os pesquisadores que tiveram as suas propostas inscritas, caso queiram, poderão solicitar ajustes.
A solicitação deve ser feita por meio do pibic@contato.ufsc.br especificando a alteração desejada e em que proposta, quando for o caso.
Uma vez que as avaliações devem ter início na próxima sexta-feira, 26/04/2019, os ajustes deverão ser solicitados até quinta-feira, 25/04/2019.
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Tecnologia pioneira da UFSC figura em plataforma de boas práticas da ONU e Ministério do Meio Ambiente
Sustentável, econômica, viável e socialmente comprometida. Essas características foram reconhecidas pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (ONU Meio Ambiente) ao selecionarem, para compor o Banco de boas práticas da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), uma tecnologia pioneira no Brasil desenvolvida na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O sistema, implementado pelo Projeto Tecnologias Sociais de Gestão da Água (TSGA), coordenado pelo professor Paulo Belli Filho do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da UFSC, é uma cisterna subterrânea que armazena a água da chuva, filtrando-a e evitando contaminação utilizando como materiais básicos areia e brita.
No total, a chamada pública “Boas práticas A3P” recebeu a inscrição de 297 iniciativas. Dessas, 125 foram escolhidas e distribuídas em temáticas relativas à sustentabilidade, sendo a cisterna selecionada para participar da categoria uso racional da água. “Para nós, figurar nessa plataforma de boas práticas é uma repercussão muito significativa, porque ela é como uma vitrine que expõe soluções boas e viáveis, mas que às vezes são pouco disseminadas”, explica Valéria Veras, engenheira sanitária e ambiental e coordenadora do projeto de comunicação do TSGA.
Construída em 2014, a cisterna foi implantada com o objetivo de ser uma unidade pedagógica em Tecnologia Social (TS) na Escola Rural Rio dos Anjos, em Araranguá, município da Região Sul de Santa Catarina. As tecnologias sociais possuem três características principais: precisam ser simples, de modo que a utilização seja acessível, viáveis, pela necessidade de estar de acordo com as realidades culturais, sociais, econômicas e ecológicas do local, e efetivas. Como a cisterna atua nesse sentido, Valéria conta que “toda a comunidade começa a vê-la como algo que trabalha a gestão da água de forma sustentável, e ocorre valorização desse recurso em diversos aspectos”.
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Universidades públicas realizam mais de 95% da Ciência no Brasil
Quem minimamente acompanha a questão da produção científica no Brasil e do financiamento da pesquisa em ciência, tecnologia e inovação sabe que, ao lado da meta tão longamente sonhada da aplicação de 2% do PIB no setor, um bom equilíbrio entre investimentos públicos e privados nessas atividades constitui o segundo grande objeto de desejo de boa parte dos estrategistas e gestores da área – além, é claro, da parcela da comunidade científica nacional bem antenada às políticas de CT&I.
Isso se apresentou desde a redemocratização do país, na segunda metade dos anos 1980. O espelho em que todos miravam era obviamente o das nações mais desenvolvidas. O pensamento que então se espraiava, muito distante de recentíssimas tentações obscurantistas, era o de que o desenvolvimento científico e tecnológico constituía condição sine qua para um verdadeiro desenvolvimento socioeconômico e para a implantação de uma sociedade mais justa.
Na época, o Brasil andava ali pela casa de pouco mais de 0,7% do PIB em investimentos totais em ciência e tecnologia e a participação do setor privado, quer dizer, de empresas, ressalte-se, nesse bolo, mal ultrapassava a marca de 20%. De lá para cá, o país fez uma reviravolta nesses números, avançou muito, e pode-se mesmo dizer que cresceu espetacularmente, quando a métrica é o volume de artigos científicos indexados em bases de dados internacionais, um indicador mundialmente consagrado. Essa produção científica praticamente dobrou do começo para o fim da primeira década do século XXI. E continuou sua ascensão consistente (dados disponíveis até 2016).
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Ciência em Nosso Centro – Ep 06
No sexto episódio da série “CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO” é a vez do prof. Irineu Manoel de Souza, diretor do Centro Socioeconômico da UFSC, contar sobre aquilo que está sendo produzido no Centro.
Confira:
Produção por: Leticia Silva
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Plataforma reúne 400 bancos de dados para uso por pesquisadores
Site fundado em 2003 facilita acesso a informações e pesquisas para cientistas políticos e sociais

Não basta ter um supercomputador, desenvolvedores precisam avaliar como os dados estão sendo processados e prestar atenção no desempenho – Foto: Reinaldo Mizutani // Jornal da USP
O Consórcio de Informações Sociais (CIS), uma plataforma vinculada aos Departamentos de Sociologia e Ciência Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, está trabalhando na captação de bancos de dados junto à comunidade acadêmica. Pesquisadores e laboratórios podem submeter dados de trabalhos produzidos durante a criação de teses, dissertações, iniciações científicas, entre outros. A ideia é gerar um intercâmbio de informações com pesquisas qualitativas e quantitativas em diversos campos das Ciências Sociais e áreas relacionadas.
Dentro do CIS, o usuário pode encontrar dados e materiais de pesquisa sobre desigualdade de gênero, violência, eleições, arte e cultura, direitos humanos, descriminalização de drogas, entre outros temas. É possível também observar variáveis, como idade, sexo e até mesmo cruzar essas informações. Os questionários usados na pesquisa e sua abrangência, além de outros materiais metodológicos, são disponibilizados pelo site.
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CNPq inclui data de nascimento ou adoção de filhos no Currículo Lattes
A data de nascimento e de adoção de filhos passará a fazer parte das informações que poderão ser colocadas no Currículo Lattes, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A iniciativa foi aprovada pela Diretoria Executiva da agência no último dia 19 de março.
Essa informação será de preenchimento facultativo, no campo de Dados Pessoais, tanto para homens quanto para mulheres, e não será exibida nas consultas públicas dos currículos, podendo, no entanto, subsidiar o levantamento de dados e a realização de estudos sobre o impacto da maternidade e da paternidade na carreira científica.
A proposta foi motivada por um demanda apresentada pelo grupo Parent in Science e subscrita por várias associações científicas que sensibilizou a Diretora de Engenharias, Ciências Exatas, Humanas e Sociais do CNPq, Profa. Adriana Tonini, que encaminhou a proposta à Diretoria Executiva neste mês.
Para Adriana Tonini, “trata-se de um avanço importante, que permitirá conhecer, de maneira abrangente, dados sobre o impacto do nascimento ou adoção de filhos na produtividade e na carreira de mães e pais cientistas. Como o Currículo Lattes é uma base de dados largamente utilizada, as informações poderão servir de subsídio para diagnósticos, avaliações e outras iniciativas sobre a temática”.
Com a aprovação, a proposta seguirá fluxo de desenvolvimento e implementação, devendo estar disponível para preenchimento no Currículo Lattes nos próximos meses.
O fomento a ações de promoção da equidade entre homens e mulheres na ciência e tecnologia é uma das principais exigências mundiais da área. No caso brasileiro, iniciativas nesse sentido são particularmente importantes, pois há um cenário em que, apesar do número crescente de mulheres que recebem bolsas de formação, elas ainda são minoria em algumas áreas do conhecimento (nas ciências exatas, engenharias e computação) e em algumas bolsas de maior prestígio (como a Bolsa de Produtividade em Pesquisa). Parte da discussão sobre implementação de políticas para fomento à participação de mulheres na C&T é dirigida à atração de mulheres para a área; outra parte também importante é a mudança de determinados mecanismos de exclusão ou estagnação na carreira científica.
O CNPq tem sido pioneiro na discussão e enfrentamento do tema. O Programa Mulher e Ciência, criado em 2005, foi o vetor de uma série de iniciativas que promovem um ambiente mais equânime no campo da ciência, da tecnologia e da inovação, com destaque para a aprovação da prorrogação de bolsas – por um período de 4 ou 12 meses, a depender da modalidade da bolsa – em caso de parto ou adoção.
Para conferir a matéria na íntegra, acesse o link.
Fonte: CNPQ, 26 de março de 2019.
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“Computação Sem Caô” usa assuntos do dia a dia para explicar conceitos da área

A líder do “Computação Sem Caô”, Ana Carolina da Hora, com os grantees da Pesquisa Francisco Santanna (à esquerda) e Marco Zanata. Foto: divulgação – Serrapilheira
Clarice Cudischevitch
Foi a partir de um desafio inusitado que surgiu o “Computação Sem Caô”, um dos projetos apoiados pelo Camp Serrapilheira: a criadora, Ana Carolina da Hora, se propôs a explicar algoritmos para sua avó. No episódio, documentado pelo Instagram, Ana faz uma analogia com receitas de bolo para explicar que algoritmo é como uma forma de ajudar o computador a entender o que se quer que ele execute.
Assim se desenvolveu a ideia de produzir vídeos que relacionassem assuntos do cotidiano à ciência da computação. O plano era explicar os conceitos de uma forma não apenas compreensível a todos, mas também divertida, despertando o interesse de jovens por uma área que, à primeira vista, soa complexa e enigmática. Para isso, a série parte do carisma de Ana, apresentadora dos vídeos e ela própria cientista da computação, para desmistificar esse universo.
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Mulheres assinam 72% dos artigos científicos publicados pelo Brasil
O Brasil publicou cerca de 53,3 mil artigos, dos quais 72% são assinados por pesquisadoras mulheres.
O Brasil é o país íbero-americano com a maior porcentagem de artigos científicos assinados por mulheres seja como autora principal ou como co-autora, de acordo com a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI). Entre 2014 e 2017, o Brasil publicou cerca de 53,3 mil artigos, dos quais 72% são assinados por pesquisadoras mulheres.
Atrás do Brasil, aparecem a Argentina, Guatemala e Portugal com participação de mulheres em 67%, 66% e 64% dos artigos publicados, respectivamente. No extremo oposto estão El Salvador, Nicarágua e Chile, com mulheres participando em menos de 48% dos artigos publicados por cada país.
Além desses países, a OEI analisou a produção científica da Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Cuba, República Dominicana, Equador, Espanha, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela. Os dados fazem parte do estudo As desigualdades de gênero na produção científica ibero-americana, do Observatório Ibero-americano de Ciência, Tecnologia e Sociedade (OCTS), instituição da OEI.

Nas salas de aula, as meninas são cerca de 5% dos estudantes, disse a professora Maria Cristina Tavares – Divulgação Unicamp // Sociedade Científica
A pesquisa analisou os artigos publicados na chamada Web of Science, em português, web da ciência, que é um banco de dados que reúne mais de 20 mil periódicos internacionais.
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“Tamanho não é documento”: nossas universidades produzem milhares de pesquisas, mas impacto global é pequeno
“Nos primeiros meses de 2019, publiquei uma série de artigos nos quais apresentei a lastimável situação do impacto da ciência nacional. Acostumamo-nos a ouvir os governos do PT alardearem que o Brasil estava em 13º lugar no ranking de produção científica mundial. Essa posição foi, de fato, alcançada em 2009/2010 – época de grande “júbilo” de nossa ciência aos olhos da extrema-imprensa e do governo. O problema é que essa imensa quantidade de publicações científicas, por si só, não tem qualquer significado. Passamos de 18,5 mil artigos em 2002 para 68,7 mil em 2015 – um aumento de 270%. No ano seguinte, foram 72,1 mil artigos, mas caímos para a 14º posição mundial. Ao analisarmos o ranking de impacto científico medido em citações por publicação (ou CPP, citations per paper), a história é outra. Posicionamo-nos em 2016 no 53º lugar no ranking CPP de 66 países com pelo menos 3.000 publicações. O Brasil apresentou um impacto (CPP=2,12) 55% menor que o da Suíça, 1ª colocada (CPP=4,68). Nossas pesquisas envolveram investimentos de 1,3% do PIB (em 2016), percentual similar ao de diversos países com CPP substancialmente maior, como Portugal, Espanha, Itália, Irlanda e Estônia.
“Qual a origem de boa parte da produção científica nacional? As universidades federais e as 3 universidades estaduais paulistas. Players secundários, em termos de quantidade, são a Embrapa, os institutos de pesquisa do MCTI, ITA, outras universidades estaduais e universidades privadas. Ora, se grande parte da nossa ciência vem das universidades, seria proveitoso avaliar como elas estão no ranking mundial de impacto da produção científica. Nesse sentido, o Leiden Ranking*, é excelente, pois classifica 938 universidades por quantidade de publicações ou por impacto. Ao olharmos para o ranking 2013-2016, o mais recente (divulgado em 2018), verificamos que a USP está em 8º lugar mundial em quantidade de publicações, com 16,1 mil artigos indexados no Web of Science (veja tabela abaixo). Em 1º lugar está Harvard, com 33 mil artigos. A Unesp, com 5,8 mil publicações, é a 2ª colocada do Brasil, e a 150ª no ranking mundial, seguida pela Unicamp e UFRGS – 186ª e 208ª, respectivamente.”
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/educacao/tamanho-nao-e-documento-nossas-universidades-produzem-milhares-de-pesquisas-mas-impacto-global-e-pequeno/?utm_source=facebook&utm_medium=midia-social&utm_campaign=gazeta-do-povo
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Edital PIBIC – Ensino Médio 2019/2020
A Propesq torna público o Edital PIBIC-EM para o ciclo 2019/2020 e convoca os interessados a apresentarem Propostas nos termos estabelecidos à concessão de Bolsas de Iniciação Científica, em convênio com o CNPq, no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica para o Ensino Médio.
As propostas devem ser enviadas até o dia 22/04/2019.
Mais informações podem ser verificadas no edital do programa:
Para outras informações, clique no link.
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Ciência em Nosso Centro – Ep 05
No quinto episódio da série “CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO” é a vez do prof. Alexandre Verzani Nogueira, diretor do Centro de Ciências Biológicas da UFSC, contar sobre aquilo que está sendo produzido no Centro.
Confira:
Produção por: Leticia Silva
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Inscrições abertas – PIBIC e PIBITI 2019/2020
A Propesq informa que estão abertas as inscrições para os processos seletivos de bolsas do PIBIC e do PIBITI, ciclo 2019/2020.
Os interessados devem acessar o Formulário IC Online e enviar suas propostas até o dia 22/04/2019.
Destacamos que edições podem ocorrer durante o período de inscrições, mas é importante ao final clicar em “Inscrever Projeto”. Após este procedimento as alterações não serão mais possíveis.
Mais informações podem ser verificadas nos editais dos programas, lançados no dia 22/03/2019:
Edital Propesq 01/2019 – PIBIC
Edital Propesq 02/2019 – PIBITI
Quaisquer dúvidas entrar em contato através de pibic@contato.ufsc.br.
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Florianópolis – A quinta cidade mais inteligente do país
Consideradas também como cidades do futuro, o termo Cidades Inteligentes torna-se cada vez mais conhecido nas discussões e planejamentos de desenvolvimento das cidades de todo o mundo.

Na Rua Vidal Ramos, no Centro da Capital, é um exemplo de boa solução: o sistema de vigilância foi feita em parceria com os próprios lojistas, para melhorar a segurança, um dos itens avaliados no ranking – Daniel Queiroz/Arquivo/ND
Segundo a União Européia, as Smart Cities “são sistemas de pessoas interagindo e usando energia, materiais, serviços e financiamento para aumentar o desenvolvimento econômico e, com isso, o IDH”.
De acordo com o ranking Connected Smart Cities de 2018, Florianópolis se encontra como a 5ª cidade mais inteligente do país, ficando atrás de Curitiba, São Paulo, Vitória e Campinas. Já no ranking da Future Today Institute (FTI), também de 2018, o Brasil aparece representado pela cidade do Rio de Janeiro, na 44ª colocação, estando entre as 50 cidades mais inteligentes do mundo.
Para a elaboração dessa lista é necessária a análise de 11 categorias: energia, inovação, tecnologia, economia, mobilidade, urbanismo, educação, saúde, meio ambiente, segurança, governança e empreendedorismo. Florianópolis alcançou destaque em sua avaliação nas categorias: educação, empreendedorismo, saúde, tecnologia e inovação e economia.
A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), em conjunto com Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), criou recentemente o Ambiente de Demonstração de Tecnologias para Cidades Inteligentes visando “trazer resultados efetivos para a qualificação e a competitividade da indústria nacional, possibilitando a inserção de ativos qualificados no mercado, além de estimular o desenvolvimento da cadeia de produtos e soluções para Cidades Inteligentes e Humanas.”
Informações retiradas do portal ND Online e Notícias UOL.
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Ciência em Nosso Centro – Ep 04
No quarto episódio da série “CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO” é a vez do prof. Antonio Alberto Brunetta, diretor do Centro de Ciências da Educação da UFSC, contar sobre aquilo que está sendo produzido no Centro.
Confira:
Produção por: Leticia Silva
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Saúde global em movimento
Equipe multidisciplinar revisa evidências científicas e contesta estereótipos envolvendo saúde e migração
A migração é um fenômeno global, envolve uma em cada sete pessoas ao redor do mundo e dificilmente poderá ser contida por leis ou muros. Garantir os direitos dos migrantes, em especial o acesso à saúde, é necessário para que todos, inclusive a sociedade que os acolhe, beneficiem-se desse movimento. Essa é a principal conclusão do relatório sobre migração e saúde que acaba de ser divulgado pela revista científica britânica The Lancet em parceria com a University College London (UCL), na Inglaterra. A partir de evidências obtidas em extensa revisão de estudos sobre o tema, o documento contesta estereótipos e mostra o hiato existente entre os serviços de saúde disponíveis aos migrantes e suas reais necessidades.
A distância entre o que Estados nacionais praticam atualmente e as normas internacionais que asseguram padrões mínimos de dignidade humana é o contexto a partir do qual trabalha a Comissão UCL-Lancet, que reúne não apenas especialistas em saúde, mas também em sociologia, política, direito e antropologia. “É um dos maiores esforços feitos até o momento no campo da migração humana e da saúde”, afirma o médico e epidemiologista Mauricio Barreto, professor aposentado da Universidade Federal da Bahia e coordenador do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Cidacs-Fiocruz), em Salvador. Único brasileiro entre os mais de 20 especialistas que integram a comissão, ele informa que o objetivo foi sistematizar o conhecimento produzido em uma área cujo objeto ainda tem pouca visibilidade científica: “Trata-se de uma população muito fluida, pela qual não há grandes interesses de investigação”.
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Ciência em Nosso Centro – Ep. 03
No terceiro episódio da série “CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO” é a vez do prof. Antonio Renato Pereira Moro, diretor do Centro de Desportos da UFSC, falar sobre aquilo que está sendo produzido no Centro.
Confira:
Produção por: Leticia Silva
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Programa de Formação de Recursos Humanos – Agência Nacional de Petróleo
O PRH-ANP foi criado em março de 1999, com o objetivo de estimular as instituições de ensino a organizar e oferecer aos seus alunos especializações profissionais consideradas estratégicas e imprescindíveis ao desenvolvimento do setor de petróleo no Brasil, por meio da concessão de bolsas de estudos.
Em novembro de 2018, foi lançado o Edital de Chamada para Apresentação de Propostas nº 01/2018/PRH-ANP, com a finalidade de selecionar cursos de graduação, pós-graduação stricto sensu e pós-doutorado com elevada qualidade técnica para a formação de profissionais com especialização para o setor de petróleo, gás natural e biocombustíveis.
A divulgação preliminar do resultado do edital foi publicada em 20/02/2019 e a UFSC tem três propostas selecionadas. Após a análise de recursos, o resultado final será divulgado em 15/03/2019.
A Propesq parabeniza os pesquisadores que submeteram as três propostas já selecionadas e tem a intenção de divulgá-las posteriormente à comunidade.
Mais informações no site da ANP.
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Ciência em Nosso Centro – Ep. 02
No segundo episódio da série “CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO“, a professora Miriam Furtado Hartung é nossa entrevistada e divulga o panorama de pesquisa no Centro de Filosofia e Ciências Humanas.
Confira:
Produção por: Leticia Silva
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Mulheres na ciência: igualdade deve ser buscada de forma consistente

A grantee Denise Hissa durante o segundo Encontros Serrapilheira, em novembro de 2018. Foto: Diego Padilha | Site Serrapilheira
Clarice Cudischevitch
Em todo o mundo, apenas 30% dos cientistas são do gênero feminino. Mesmo sendo hoje maioria no mestrado e doutorado, elas levam mais tempo para conquistar espaços de liderança e chegar ao topo da carreira. Para reconhecer a importância das mulheres na pesquisa, nesta segunda-feira, 11 de fevereiro, é celebrado o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, declarado pela Assembleia Geral da UNESCO.
Desde sua criação, o Serrapilheira reconhece os problemas relacionados à desigualdade de gênero na ciência e procura contribuir das formas possíveis. O Conselho Científico do instituto e os painéis de avaliação de projetos, por exemplo, são compostos por mulheres e homens na mesma proporção. O objetivo é evitar possíveis vieses na seleção de propostas.
Além disso, nas Chamadas Públicas de Apoio à Pesquisa, o prazo de conclusão de doutorado para mulheres que tiveram um ou mais filhos é estendido em até dois anos. A ação é uma forma de reconhecer que a maternidade afeta o tempo de dedicação à pesquisa. Outra medida adotada é a de oferecer um auxílio financeiro extra às pesquisadoras selecionadas que tenham bebês de até um ano ou que tiveram filhos durante o grant, além de um suporte para participação de eventos.
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Ciência em Nosso Centro – Ep. 01
Em 2019, a Pró-Reitoria de Pesquisa da UFSC lança a série de reportagens: CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO.
Através de vídeos curtos, produzidos com os(as) diretores(as) de cada Centro, buscamos apresentar um panorama geral sobre projetos, grupos de pesquisa, inovações tecnológicas, envolvimento acadêmico e outras vertentes importantes do trabalho do(a) pesquisador(a) na Universidade.
No primeiro episódio, o prof. dr. Walter Quadros Seiffert, diretor do Centro de Ciências Agrárias, conta um pouco mais sobre o que está sendo desenvolvido por lá.
Confira o vídeo.
Produção por: Leticia Silva







