Pró-Reitoria de Pesquisa
  • Podcast UFSC Ciência lança novo episódio sobre vacinação

    Publicado em 16/05/2019 às 14:16

    A Agência de Comunicação (Agecom) da Universidade Federal de Santa Catarina lança nesta terça-feira, 14 de maio, o segundo episódio do podcast UFSC Ciência. Vacinação é o assunto desta edição, e os entrevistados são os professores do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia (MIP) da UFSC Oscar Bruna-Romero e Daniel Mansur.

    Podcasts são arquivos de áudio disponíveis para o usuário escutar a hora que quiser. Os episódios serão quinzenais, sempre às terças-feiras, e estarão em diversas plataformas, como Spotify e iTunes .

     

     

    O programa é uma realização da Agência de Comunicação da UFSC e irá divulgar o trabalho de alunos, professores e pesquisadores da instituição. A gravação e edição dos episódios contam com apoios fundamentais de dois setores da UFSC: o Laboratório de Radiojornalismo, do Departamento de Jornalismo, que cede um espaço semanal para a gravação de entrevistas e áudios; e o Laboratório de Gravação e Edição de Som, do Departamento de Artes, onde os materiais são editados e há gravação de pequenos trechos complementares.

     

    Ouça o podcast através deste link

    Mais informações na página UFSC Ciência.


  • Bloqueio de verbas na UFSC afeta pesquisas na área da saúde, educação e agricultura

    Publicado em 08/05/2019 às 14:19

    (Foto: Cristiano Estrela/ NSC Total)

    Não é apenas o futuro da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que está ameaçado com o bloqueio de verbas superior a R$ 60 milhões imposto pelo Ministério da Educação (MEC), mas também uma série de pesquisas e projetos de extensão que visam beneficiar a sociedade.

    Desde estudos para prevenir e tratar doenças como o câncer, a depressão e o Mal de Alzheimer, até testes para melhorar a qualidade de vida de agricultores catarinenses expostos a agrotóxicos, serão afetados, de acordo com a pró-reitoria de pesquisa da universidade. Há também soluções e novidades que perpassam áreas de economia, meio ambiente e tecnologia que dependem dos recursos federais.

    É nesse cenário de incertezas quanto ao futuro que hoje estão professores, bolsistas e tutores dos milhares de projetos de pesquisa e extensão que estão sendo executados na UFSC. Muitos deles financiados por órgãos públicos, como a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o Ministério da Saúde. Outros, com financiamento de empresas privadas ou públicas, exemplo da Petrobras.

    Em todos os casos, entidades que procuram a universidade para obter respostas da academia em questões pendentes de entendimento em diferentes áreas do conhecimento.

    Diante de tantos projetos importantes, e a atual política federal de contingenciamento no orçamento das universidades e institutos federais, o pró-reitor de pesquisa da UFSC, professor Sebastião Roberto Soares, afirma que se os bloqueios de recursos do MEC se mantiverem os próximos meses, “todos os segmentos da sociedade” serão prejudicados. Apenas nos primeiros quatro meses deste ano, 268 projetos de pesquisa tiveram início na UFSC. Entre eles, alguns que buscam desenvolver medicamentos contra trombose, doenças degenerativas e câncer.

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  • Resultado final da 2ª Chamada Pública de Pesquisa Científica do Instituto Serrapilheira

    Publicado em 30/04/2019 às 08:57

    O Instituto Serrapilheira anuncia os 24 cientistas contemplados com até R$ 100 mil para desenvolver seus projetos por um ano. Eles foram selecionados pela 2ª Chamada Pública de Pesquisa Científica, que buscou identificar pesquisas que fizessem perguntas fundamentais criativas e audaciosas, sem exigência de aplicabilidade, nas áreas de Ciências Naturais, Ciência da Computação e Matemática.

    Os novos grantees terão flexibilidade para utilizar os recursos da forma que julgarem mais conveniente para o desenvolvimento das pesquisas. Após um ano, os projetos serão reavaliados e até três poderão receber até R$ 1 milhão, por três anos. O apoio pode ser renovado anualmente. Com isso, o Instituto reafirma seu compromisso de concentrar os recursos disponíveis em pesquisas de excelência, apoiadas em longo prazo.

    Além de receber o apoio financeiro, os novos grantees participarão de treinamentos, workshops e eventos de integração, como o “Encontros Serrapilheira”, realizado anualmente.

    Todos os candidatos foram avaliados por 44 painelistas internacionais, listados abaixo, que compuseram oito painéis de avaliação. As revisões coletivas aconteceram nos Estados Unidos, Austrália e Israel. Confira os detalhes do processo de seleção.

    Conheça o novo pesquisador da UFSC apoiado pelo Serrapilheira:

    José Henrique Oliveira
    Inibindo vias de tolerância em mosquitos vetores para bloquear a transmissão de Dengue
    MIP/CCB/Universidade Federal de Santa Catarina, SC

    Fonte: https://serrapilheira.org/chamada-publica-no2-resultado/


  • ANP aprova três projetos das Engenharias da UFSC

    Publicado em 26/04/2019 às 15:36

    No Brasil a exploração de petróleo começou tarde, já no final do século XIX, tempos depois de já ter sido feita em outras regiões do planeta.  De acordo com o Portal Educação, o petróleo passou a ser explorado em 4000 a.C. e hoje representa, para diversos países do mundo, uma grande fonte para comércio, como é o caso da Rússia, China, Estados Unidos, entre outros.

    Segundo os últimos dados do IBGE, referentes ao último trimestre de 2018, a exploração de petróleo também foi responsável pelo crescimento do PIB do país em relação ao mesmo período de 2017.
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  • Ajustes das propostas PIBIC e PIBITI 2019/2020

    Publicado em 23/04/2019 às 16:18

    Com a finalização do período de submissão de propostas ao processo seletivo dos editais PIBIC e PIBITI, ciclo 2019/2020, na data de ontem, 22/04/2019, os pesquisadores que tiveram as suas propostas inscritas, caso queiram, poderão solicitar ajustes.

    A solicitação deve ser feita por meio do pibic@contato.ufsc.br especificando a alteração desejada e em que proposta, quando for o caso.

    Uma vez que as avaliações devem ter início na próxima sexta-feira, 26/04/2019, os ajustes deverão ser solicitados até quinta-feira, 25/04/2019.


  • Tecnologia pioneira da UFSC figura em plataforma de boas práticas da ONU e Ministério do Meio Ambiente

    Publicado em 22/04/2019 às 09:17

    Sustentável, econômica, viável e socialmente comprometida. Essas características foram reconhecidas  pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (ONU Meio Ambiente) ao selecionarem, para compor o Banco de boas práticas da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), uma tecnologia pioneira no Brasil desenvolvida na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O sistema, implementado pelo Projeto Tecnologias Sociais de Gestão da Água (TSGA), coordenado pelo professor Paulo Belli Filho do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da UFSC, é uma cisterna subterrânea que armazena a água da chuva, filtrando-a e evitando contaminação utilizando como materiais básicos areia e brita.

    No total, a chamada pública “Boas práticas A3P” recebeu a inscrição de 297 iniciativas. Dessas, 125 foram escolhidas e distribuídas em temáticas relativas à sustentabilidade, sendo a cisterna selecionada para participar da categoria uso racional da água. “Para nós, figurar nessa plataforma de boas práticas é uma repercussão muito significativa, porque ela é como uma vitrine que expõe soluções boas e viáveis, mas que às vezes são pouco disseminadas”, explica Valéria Veras, engenheira sanitária e ambiental e coordenadora do projeto de comunicação do TSGA.

    Construída em 2014, a cisterna foi implantada com o objetivo de ser uma unidade pedagógica em Tecnologia Social (TS) na Escola Rural Rio dos Anjos, em Araranguá, município da Região Sul de Santa Catarina. As tecnologias sociais possuem três características principais: precisam ser simples, de modo que a utilização seja acessível, viáveis, pela necessidade de estar de acordo com as realidades culturais, sociais, econômicas e ecológicas do local, e efetivas. Como a cisterna atua nesse sentido, Valéria conta que “toda a comunidade começa a vê-la como algo que trabalha a gestão da água de forma sustentável, e ocorre valorização desse recurso em diversos aspectos”.

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  • Universidades públicas realizam mais de 95% da Ciência no Brasil

    Publicado em 18/04/2019 às 09:52

    Quem minimamente acompanha a questão da produção científica no Brasil e do financiamento da pesquisa em ciência, tecnologia e inovação sabe que, ao lado da meta tão longamente sonhada da aplicação de 2% do PIB no setor, um bom equilíbrio entre investimentos públicos e privados nessas atividades constitui o segundo grande objeto de desejo de boa parte dos estrategistas e gestores da área – além, é claro, da parcela da comunidade científica nacional bem antenada às políticas de CT&I.

    Isso se apresentou desde a redemocratização do país, na segunda metade dos anos 1980. O espelho em que todos miravam era obviamente o das nações mais desenvolvidas. O pensamento que então se espraiava, muito distante de recentíssimas tentações obscurantistas, era o de que o desenvolvimento científico e tecnológico constituía condição sine qua para um verdadeiro desenvolvimento socioeconômico e para a implantação de uma sociedade mais justa.

    Na época, o Brasil andava ali pela casa de pouco mais de 0,7% do PIB em investimentos totais em ciência e tecnologia e a participação do setor privado, quer dizer, de empresas, ressalte-se, nesse bolo, mal ultrapassava a marca de 20%. De lá para cá, o país fez uma reviravolta nesses números, avançou muito, e pode-se mesmo dizer que cresceu espetacularmente, quando a métrica é o volume de artigos científicos indexados em bases de dados internacionais, um indicador mundialmente consagrado. Essa produção científica praticamente dobrou do começo para o fim da primeira década do século XXI. E continuou sua ascensão consistente (dados disponíveis até 2016).
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  • CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO – Ep 06

    Publicado em 15/04/2019 às 08:31

    No sexto episódio da série “CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO” é a vez do prof. Irineu Manoel de Souza, diretor do Centro Socioeconômico da UFSC, contar sobre aquilo que está sendo produzido no Centro.

    Confira:

    Produção por: Leticia Silva


  • Plataforma reúne 400 bancos de dados para uso por pesquisadores

    Publicado em 12/04/2019 às 15:22

    Site fundado em 2003 facilita acesso a informações e pesquisas para cientistas políticos e sociais

     

    Não basta ter um supercomputador, desenvolvedores precisam avaliar como os dados estão sendo processados e prestar atenção no desempenho – Foto: Reinaldo Mizutani // Jornal da USP

    O Consórcio de Informações Sociais (CIS), uma plataforma vinculada aos Departamentos de Sociologia e Ciência Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, está trabalhando na captação de bancos de dados junto à comunidade acadêmica. Pesquisadores e laboratórios podem submeter dados de trabalhos produzidos durante a criação de teses, dissertações, iniciações científicas, entre outros. A ideia é gerar um intercâmbio de informações com pesquisas qualitativas e quantitativas em diversos campos das Ciências Sociais e áreas relacionadas.

    Dentro do CIS, o usuário pode encontrar dados e materiais de pesquisa sobre desigualdade de gênero, violência, eleições, arte e cultura, direitos humanos, descriminalização de drogas, entre outros temas. É possível também observar variáveis, como idade, sexo e até mesmo cruzar essas informações. Os questionários usados na pesquisa e sua abrangência, além de outros materiais metodológicos, são disponibilizados pelo site.
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  • CNPq inclui data de nascimento ou adoção de filhos no Currículo Lattes

    Publicado em 08/04/2019 às 10:30

    A data de nascimento e de adoção de filhos passará a fazer parte das informações que poderão ser colocadas no Currículo Lattes, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A iniciativa foi aprovada pela Diretoria Executiva da agência no último dia 19 de março.

    Essa informação será de preenchimento facultativo, no campo de Dados Pessoais, tanto para homens quanto para mulheres, e não será exibida nas consultas públicas dos currículos, podendo, no entanto, subsidiar o levantamento de dados e a realização de estudos sobre o impacto da maternidade e da paternidade na carreira científica.

    A proposta foi motivada por um demanda apresentada pelo grupo Parent in Science e subscrita por várias associações científicas que sensibilizou a Diretora de Engenharias, Ciências Exatas, Humanas e Sociais do CNPq, Profa. Adriana Tonini, que encaminhou a proposta à Diretoria Executiva neste mês.

    Para Adriana Tonini, “trata-se de um avanço importante, que permitirá conhecer, de maneira abrangente, dados sobre o impacto do nascimento ou adoção de filhos na produtividade e na carreira de mães e pais cientistas. Como o Currículo Lattes é uma base de dados largamente utilizada, as informações poderão servir de subsídio para diagnósticos, avaliações e outras iniciativas sobre a temática”.

    Com a aprovação, a proposta seguirá fluxo de desenvolvimento e implementação, devendo estar disponível para preenchimento no Currículo Lattes nos próximos meses.

    O fomento a ações de promoção da equidade entre homens e mulheres na ciência e tecnologia é uma das principais exigências mundiais da área. No caso brasileiro, iniciativas nesse sentido são particularmente importantes, pois há um cenário em que, apesar do número crescente de mulheres que recebem bolsas de formação, elas ainda são minoria em algumas áreas do conhecimento (nas ciências exatas, engenharias e computação) e em algumas bolsas de maior prestígio (como a Bolsa de Produtividade em Pesquisa). Parte da discussão sobre implementação de políticas para fomento à participação de mulheres na C&T é dirigida à atração de mulheres para a área; outra parte também importante é a mudança de determinados mecanismos de exclusão ou estagnação na carreira científica.

    O CNPq tem sido pioneiro na discussão e enfrentamento do tema. O Programa Mulher e Ciência, criado em 2005, foi o vetor de uma série de iniciativas que promovem um ambiente mais equânime no campo da ciência, da tecnologia e da inovação, com destaque para a aprovação da prorrogação de bolsas – por um período de 4 ou 12 meses, a depender da modalidade da bolsa – em caso de parto ou adoção.

     

    Para conferir a matéria na íntegra, acesse o link.

    Fonte: CNPQ, 26 de março de 2019.