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Por que 2019 é o ano da tabela periódica
Ela está presente em todos os laboratórios – dos escolares aos mais sofisticados centros de pesquisas científicas do mundo. Estampa livros e apostilas didáticas, pode ser o terror de alunos do Ensino Médio, mas também é um ícone pop. As releituras fazem a alegria de nerds.
Ela, a Tabela Periódica dos Elementos Químicos, ajudou a sistematizar e a organizar o conhecimento científico e é a homenageada deste ano de 2019 pela Organização das Nações Unidas (ONU).
A ONU proclamou 2019 como sendo o Ano Internacional da Tabela Periódica, em um esforço simbólico para “aumentar a sua consciência global e a educação em ciências básicas”, conforme declarou em comunicado oficial.
A tabela original reúne os 63 elementos químicos conhecidos, listados em ordem de sua massa atômica e agrupados por suas propriedades físico-químicas.
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Plataforma Brasil – carta elaborada pela Instância CHS/CONEP em 26/10/2017.
A Propesq divulga, aos interessados, a Carta Circular nº 110-SEI/2017-CONEP/SECNS/MS que tem por objetivo orientar pesquisadores e membros do sistema CEP/CONEP quanto ao preenchimento da Plataforma Brasil no tocante às pesquisas que utilizam metodologias próprias das áreas de Ciências Humanas e Sociais, na versão atual da PB.
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Doação de medula óssea ao pesquisador Henry Xavier Corseuil
Queridos leitores e colegas, o professor e pesquisador Henry Xavier Corseuil, do centro tecnológico da UFSC, precisa de um doador de medula óssea compatível com o seu HLA. Interessados que tiverem entre 18 e 55 anos podem ir ao banco de sangue de sua cidade e se apresentar como doador de medula óssea. O exame é simples: apenas uma simples coleta de sangue. É indicado ligar para o banco de sangue mais próximo de sua residência para agendar o horário de coleta.
Pode ser em qualquer lugar do mundo.
Este 👆🏽é um registro nacional. Basta ir ao banco de sangue e pedir para ser doador. É possível priorizar a doação para Henry Xavier Corseuil.
Veja também nos EUA:
https://bethematch.orgA Propesq agradece e deseja boas festas a todos.
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Com Ciência Negra – Empatia
A Universidade é um dos espaços mais democráticos que existem nos dias atuais. Porta para a formação de profissionais capacitados, esses espaços são principalmente áreas com capacidade para discutir todos os assuntos de interesse social, desde os comuns no cotidiano até os mais segmentados.
De origem baiana, Karine de Souza Silva é um retrato dessa função. Filha de um casamento interracial, Karine é formada em Direito, com mestrado e doutorado na área de Direito Internacional, campo no qual trabalha até hoje. “Venho de uma família multirracial, na verdade. Assim como alguns outros professores negros daqui e também como uma legítima baiana.”A Bahia, é no Brasil, um dos estados com maior índice de miscigenação, estando ainda na primeira colocação entre os 27 estados com maior taxa de população negra no país. Mesmo com esse panorama, apenas 2% dos professores da Universidade Federal da Bahia são negros, segundo estudo feito pelo Coletivo Luiza Barros.
Seu ingresso e permanência na Universidade foram difíceis, conta Karine. Na época, o sistema de cotas não existia, mas foi beneficiária de uma bolsa de estudos o que foi fundamental para sua permanência no ambiente universitário. Hoje, ela atua no departamento de Economia e Relações Internacionais, e é titular de duas Cátedras internacionais, a “Jean Monnet” da União Europeia, e a “Sérgio Viera de Mello” do ACNUR ONU.
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Com Ciência Negra – Física de Referência
No filme “Estrelas além do tempo”, a atriz Taraji P. Henson interpreta Katherine G. Johnson. Katherine foi um nome importantíssimo para a exploração espacial norte-americana na década de 1960 durante o período da Guerra Fria. Matemática, cientista espacial e física, Katherine revolucionou os ramos da física no mundo por dois atributos importantes: era mulher e negra.
Durante toda a experiência escolar, conhecemos Isaac Newton, Albert Einsten e James Clerk Maxwell, grandes nomes da história da física que contribuíram de forma imprescindível para a pesquisa científica. Além dos estudos, todos esses nomes (e grande maioria das referências na área) têm em comum o fato de pertencerem à raça branca.Há muitos anos, o racismo se manifesta de maneira enraizada na estrutura da sociedade, fazendo com que não tenhamos acesso direto a nomes como o de Katherine, ou até aos mais próximos de nossa convivência acadêmica, como o de Alexandre Magno Silva Santos.
Vindo de família pobre da capital do Espírito Santo, Vitória, Alexandre viveu uma infância e juventude muito difíceis. Sua família materna, de descendência direta de povos africanos (e também escravizados) foi a base da conquista de toda sua trajetória, apesar das dificuldades. Alexandre considera que sua entrada na escola técnica após o ensino médio foi uma de suas primeiras conquistas. “Aliás, na verdade, sobreviver foi minha primeira conquista. Mas a nível acadêmico, isso foi uma conquista grande porque meus colegas todos eram de classe média pra cima”.
Enfrentando problemas com a fome desde muito cedo, Alexandre recebia socorro de um tio. Porém devido ao fato do tio possuir um problema de saúde envolvendo o olfato, muitas vezes o entregava comidas estragadas. “E a gente já estava muitas vezes à prova. Entregues já. Uma vez nós chegamos ao consenso de que não teria mais como, a gente iria morrer. Eu lembro de deitar numa cama e desmaiar de fome, esperando a morte chegar”.
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Prêmio Inventor: Petrobras premia inventores de universidades e empregados
No dia 12 de dezembro, quarta-feira, a Petrobras realizará a cerimônia de entrega do Prêmio Inventor, homenageando aqueles que contribuíram para os pedidos de depósito de patentes em 2107. Serão premiados pesquisadores da empresa e de quatro instituições parceiras: UTFPR, UFSC, UFRGS e UFRJ.
O Prêmio Inventor 2018 consiste na entrega de certificado sobre o pedido de depósito de patente assinado pelo Presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, e de troféu especialmente confeccionado para a cerimônia.Veja abaixo a relação de premiados das universidades:
UFSC
Fabio Aparecido Alves da Silva
Matias Roberto Viotti
Armando Albertazzi JuniorUFRGS
Janice AdamskiUFRJ
Denise Maria Guimarães Freire
Erika Cristina Gonçalves Aguieiras
Elisa D´Avila Cavalcanti Oliveira
Jaqueline Greco Duarte
Kassia Leone Ignacio
Valéria Ferreira Soares
Priscila Rufino da Silva
Alexandre Teixeira de Pinho Alho
Marta Cecília Tapia Reyes
Peter KaleffUTFPR
Rigoberto Eleazar Melgarejo Morales
Hans Emerson Maldonado Ninahuanca
Cesar Yutaka Ofuchi
Flávio Neves Junior
Paulo Henrique Dias dos Santos -
Com Ciência Negra – Jornalismo Negro
Trabalhar na televisão, nas redações de jornais, revistas ou através da ferramenta do século XXI, a internet, pode ser algumas das possibilidades de quem se forma em jornalismo. Existe ainda, a chance de estar nas rádios ou seguir carreira acadêmica, que é parte essencial da formação do profissional que resolve se graduar mesmo sabendo que o diploma não é mais obrigatório para exercer o trabalho.
A comunicação, assim como a educação e a saúde, é alicerce fundamental para a vida do ser humano e é inegável o papel do jornalismo para a sociedade mesmo enfrentando crises de funcionamento. As fake news, por exemplo, têm sido um dos argumentos mais utilizados para tentar descredibilizar sua função social, de informar aos cidadãos fatos do cotidiano.
No Brasil, todos os anos, mais de sete mil jornalistas são formados. Mas assim como na grande maioria dos cursos superiores, nem metade dessas pessoas faz parte da população negra do país. Na UFSC, esse cenário é facilmente percebido e extremamente contrastante. Até 2017, por exemplo, não havia professores ou professoras negras no curso de Jornalismo até Leslie Sedrez Chaves ocupar esse lugar.
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Cerimônia de premiação do 28º SIC e do 8º SIC-EM
Ocorreu hoje, dia 28 de novembro, a cerimônia de premiação do Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica (SIC) e do Seminário de Iniciação Científica para o Ensino Médio da UFSC . A solenidade foi realizada pela 28ª e 8ª vez, respectivamente, e contou com a participação do reitor em exercício Rogério Cid Bastos, o pró-reitor de pesquisa Sebastião Soares e o superintendente de projetos Armando Albertazzi.
O evento teve uma hora de duração e gratificou estudantes das três grandes áreas do conhecimento (Ciências da Vida, Ciências Exatas e da Terra e Ciências Humanas, Sociais, Artes e Linguagens) e Desenvolvimento Tecnológico e Inovação. Assim como, também foi premiado um aluno do Ensino Médio com bolsa de iniciação científica. Para os estudantes de graduação selecionados, foram concedidas passagens aéreas e uma ajuda de custo para participar da Jornada Nacional de Iniciação Científica (JNIC), que será realizada na 71ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que acontecerá de 21 a 27 de julho de 2019, em Campo Grande – Mato Grosso do Sul. Já o aluno do Ensino Médio, foi contemplado com um notebook doado pela FEPESE.
Confira abaixo a lista dos estudantes contemplados pelo prêmio e os vídeos elaborados por eles, sobre os trabalhos desenvolvidos.
Ciências da Vida
NATÁLIA MACHADO GUTIERREZ
CAMILA BRUNFENTRINKERCiências Exatas e da Terra
MARIA RITA LUA DE QUADROS
AUGUSTO LUIZ GREUELCiências Humanas, Sociais, Artes e Linguagens
FRANCISCO ABRAHÃO GONZAGA
MARIENE ALVES DO VALEPIBITI
ANA LÚCIA SCHAIDTPIBIC-EM
FÁBIO DE FREITAS SANTANA -
Com Ciência Negra
A chegada de pessoas provindas do continente africano no Brasil, assim como em muitos outros países, não se deu de forma digna. Trazidas em grandes embarcações, essas pessoas não tinham direito às necessidades básicas para sobreviver, por isso milhares delas não conseguiam chegar vivas ao país recém-explorado pela colonização europeia.
Assim como os povos indígenas que já habitavam as regiões, os homens e as mulheres escravizados eram considerados produtos com a única intenção de satisfazer as vontades de seus senhorios. A abolição da escravatura, porém, não trouxe a liberdade total para esse povo. Sem as mesmas oportunidades, a comunidade negra se viu obrigada a submeter-se a um estilo de vida precário, evidenciando a desigualdade racial.
Segundo o IBGE, 46,7% de toda a população do Brasil se considera parda e 8,2% preta. O aumento de mais de 6% em relação à pesquisa realizada no ano de 2012, enfatiza o cenário onde mais da metade dos cidadãos brasileiros estão separados por um contraste estruturado na sociedade.
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Por outro ângulo
Segundo o dicionário Michaelis, senso comum é o “conjunto de ideias, opiniões e pontos de vista de um grande número de pessoas em um determinado contexto social que se estabelecem e impõem como naturais e necessárias, não admitindo grandes questionamentos nem reflexões[…]”. Esse pensamento acrítico, assim como a falta de esclarecimento de algumas informações, muitas vezes, é a causa da formação de diversos preconceitos existentes na sociedade.
Na Universidade Federal de Santa Catarina, registrados pela Pró-Reitoria de Pesquisa, existem por volta de 860 projetos de pesquisa em andamento no ano de 2018. Entretanto, quando esse panorama é observado através de outro ângulo, é possível reparar que os servidores técnico-administrativos da própria Universidade não ocupam muitos dos cargos de coordenação desses projetos.
Biólogo formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Sharbel Weidner Maluf é servidor técnico-administrativo do Hospital Universitário (HU) da UFSC. Líder de Grupo de Pesquisa do CNPq desde 2003, atualmente Sharbel coordena um projeto que busca internalizar alguns exames específicos no Laboratório de Genética do HU, tendo em vista que muitos deles eram realizados através de serviços terceirizados.
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SISGEN – Termo de Compromisso enviado pela Reitoria
Informamos que, em atenção a Resolução CGen nº 19, de 2018, a UFSC enviou o Termo de Compromisso para a regularização dos usuários que realizaram atividades de acesso ao patrimônio genético ou ao conhecimento tradicional associado, unicamente para fins de pesquisa científica (Art. 38, § 2º da Lei nº 13.123).
Dessa forma, de acordo com a referida resolução, os usuários terão prazo de 1 (um) ano, contado da data de assinatura do TC pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), para especificar em anexos próprios as atividades a serem regularizadas, e mais 1 (um) ano para cadastrar as atividades de acesso ao patrimônio genético ou conhecimento tradicional associado, a serem regularizadas.
Em caso de dúvidas sobre sobre o enquadramento das atividades de pesquisa à regulamentação do SISGEN e dificuldades com a operacionalização do sistema, favor encaminhar e-mail para sisgen@mma.gov.br.
Em caso de dúvidas sobre a habilitação do vínculo institucional do pesquisador junto à UFSC, favor encaminhar e-mail para dp.propesq@contato.ufsc.br
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SISGEN – Alternativa para regularização de atividades
UFSC irá encaminhar Termo de Compromisso para regularização no SISGEN
O CGen, durante a 3ª Reunião Extraordinária, realizada no dia 31 de outubro de 2018, aprovou a Resolução CGen nº 19, de 2018, para estabelecer forma alternativa para a regularização dos usuários que realizaram atividades de acesso ao patrimônio genético ou ao conhecimento tradicional associado, unicamente para fins de pesquisa científica (Art. 38, § 2º da Lei nº 13.123).
A alternativa aprovada pelo CGen é a assinatura do Termo de Compromisso previsto no Anexo VII da Portaria MMA nº 378, de 01 de outubro de 2018.
Dessa forma, os usuários que se enquadrem nesta hipótese, terão prazo de 1 (um) ano, contado da data de assinatura do TC pelo MMA, para especificar as atividades a serem regularizadas.
Informamos que a UFSC irá enviar um termo de compromisso a fim de obter novo prazo para os pesquisadores regularizarem suas atividades no SISGEN.
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Ciências da terra e da vida – Paciência, persistência e lucidez
Fundado em 2014, o Instituto Serrapilheira é uma organização privada, sem fins lucrativos, que busca incentivar através de chamadas públicas projetos de pesquisa que atuem nas áreas de ciências naturais, ciência da computação e matemática. Funcionando oficialmente desde 2017, em sua primeira chamada pública, o Serrapilheira selecionou mais de 65 projetos espalhados em todas as regiões do país.
Na Universidade Federal de Santa Catarina, duas pesquisadoras foram contempladas pela seleção (clique aqui para saber mais sobre o outro projeto selecionado). Intitulado “VulnerAmazon: A new look at Amazonian forest vulnerability and resilience”, o projeto coordenado pela professora Marina Hirota, do Departamento de Física, busca identificar, dentro da Floresta Amazônica, locais que sejam mais ou menos vulneráveis a perturbações, principalmente àquelas relacionadas ao regime de chuvas regional e às atividades antrópicas de maneira mais local e heterogênea.

Segundo previsões do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas, eventos extremos relacionados à quantidade de chuva, como por exemplo episódios de seca extrema, tendem ser mais frequentes e mais intensos no futuro. A abordagem do grupo busca observar as vulnerabilidades de grande escala (chuva) e quais consequentes efeitos de escala local, isto é, desde uma espécie de árvore até uma comunidade com um conjunto de espécies. Assim, o intuito é observar como os vários tipos de florestas diferentes existentes na Floresta Amazônica respondem à falta de água e analisar o papel dessa heterogeneidade da floresta na resposta combinada de diversas comunidades diferentes de plantas.
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Acesso Aberto: o futuro da publicação científica
A Scientific Electronic Library Online – SciELO – é a maior base de dados e publisher da América Latina e funciona, também, como uma biblioteca eletrônica que reúne 1285 periódicos e 745.182 artigos produzidos em 14 países. A cada 5 anos, a Rede SciELO realiza um evento internacional, com o intuito não apenas de comemorar seu aniversário, mas também para discutir e planejar suas ações para os próximos 5 anos.
Em 2018, foram comemorados 20 anos de existência da SciELO e, do dia 25 ao dia 28 de setembro, aconteceu a Conferência SciELO 20 anos. O evento internacional reuniu nomes importantes, de todo o mundo, na área de publicação científica.
Coordenando a mesa “Acesso Aberto – rotas rumo à universalização: vias douradas, verdes híbridas, outras”, a professora Rosângela Schwarz Rodrigues, da UFSC, esteve presente. Na discussão, estavam os painelistas Éric Archambault da Science Metrix, Jason Priem da Impactstory, Louise Page da Chief Innovation Officer da PLos One e Cassidy Sugimoto, presidente da International Society for Scientometrics and Informetrics.Rosângela é professora do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação desde 2005 e é formada em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Suas produções se concentram nos temas de Acesso Aberto e Publicação Científica.
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Unilever pede fim dos testes de cosméticos em animais pelo mundo
Da Universa 14/10/2018 14h29A Unilever, gigante no setor de beleza, anunciou esta semana uma campanha global para o fim de testes com cosméticos em animais ao redor do mundo.Ela é dona da marca Dove, que ganhou recentemente selo cruelty-free, dado pelo grupo Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais (PETA).
“A Unilever anunciou hoje seu apoio à proibição mundial de testes em animais para cosméticos como parte de uma nova e ambiciosa colaboração com a Human Society International (HSI), líder em proteção animal”, informou a empresa, em nota divulgada em seu site no último dia 9.
Os testes com animais na indústria de cosméticos estão proibidos na União Europeia desde 2013, e a empresa agora espera que a medida seja adotada em outros países, conforme explica David Blanchard, diretor-chefe de pesquisa e desenvolvimento da Unilever.
Junto com a HSI, a Unilever apoiará uma reforma legislativa nos principais mercados de beleza, nos moldes do que já é adotado na União Europeia. Ela quer ainda promover uma colaboração entre as empresas e as autoridades reguladoras,para troca de informações sobre segurança e pesquisas que não envolvam animais; além de capacitação de profissionais da área.
Nesta semana, a Dove, maior marca no segmento de beleza e cuidados pessoais da Unilever, ganhou o selo livre-de-crueldade. Além disso, a PETA reconhece a Unilever como uma “empresa que trabalha para a mudança regulatória”, o que indica que ela não faz testes em animais, a menos que seja especificamente exigido por lei.
No Brasil, proposta está pronta para ser votada Em maio deste ano foi entregue à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) relatório sobre o projeto que proíbe uso de animais em pesquisas e testes para produção de cosméticos.Com isso, a proposta (PLC 70/2014) está pronta para entrar na pauta, segundo a Agência Senado.
O texto não só proíbe testes de ingredientes e de produtos cosméticos em animais, como veda o comércio de produtos que tenham sido testados e incentiva técnicas alternativas para avaliar a segurança das formulações.
Os testes em animais só poderão ser permitidos pela autoridade sanitária em situações excepcionais, em que houver “graves preocupações em relação à segurança de um ingrediente cosmético” e após consulta à sociedade. Para isso, é necessário que o ingrediente seja amplamente usado no mercado e não possa ser substituído; que seja detectado problema específico de saúde humana relacionado ao ingrediente; que inexista método alternativo de teste.
As empresas terão prazo de três anos para atualização de sua política de pesquisa e desenvolvimento e adaptação de sua infraestrutura para um modelo de inovação responsável. A proposta não gera impacto no desenvolvimento de medicamentos e vacinas: ela se restringe ao teste de cosméticos e produtos de higiene pessoal.
Ao todo, 37 países já aprovaram leis proibindo ou limitando testes em animais para cosméticos ou a venda de cosméticos testados em animais, incluindo as 28 nações da União Europeia (UE).
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Quem ajuda quem: humanização da atenção hospitalar
Em 2013, foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos, da Universidade Federal de Santa Catarina, um projeto com a finalidade de analisar a aceitação dos alimentos e refeições oferecidas aos pacientes em tratamento de câncer na Clínica 2 do Hospital Universitário (HU).
Atuando como voluntária do Programa de Residência Integrada Multiprofissional em Saúde (RIMS) do HU, a professora Francilene Vieira percebeu, naquela proposta, uma maneira de complementar a sua atuação como professora adjunta do Departamento de Nutrição, com a pesquisa.
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2ª Chamada Pública – Instituto Serrapilheira
Em sua primeira Chamada, o Instituto Serrapilheira selecionou mais de 60 pesquisadores de todo o Brasil para receber apoio financeiro em seus projetos de pesquisa.Dentre eles, as professoras Suzana Alcantara e Marina Hirota, da UFSC, foram contempladas.
As inscrições para a segunda Chamada Pública iniciam dia 5 de novembro e o prazo para o envio de propostas vai até o dia 14 de dezembro.
Para mais informações, clique no link.
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Donna Strickland é a primeira mulher a vencer o Nobel de Física em 55 anos
*da Universa, em São Paulo 02/10/2018 10h28
A Academia Sueca anunciou nesta terça (2), os vencedores da edição de 2018 do Prêmio Nobel de Física, entre eles, uma mulher: Donna Strickland, que ao lado de Gérard Mourou desenvolveu um método para amplificação de pulsos de laser — os mais poderosos da história da humanidade — que podem avançar as cirurgias oftalmológicas.O resultado fez da canadense Donna, pesquisadora da University of Waterloo, em Ontario, a primeira mulher a receber um Nobel de Física em 55 anos — apenas a terceira na história da premiação.
Antes da cientista, duas outras mulheres escreveram seus nomes na história do Nobel: Marie Curie, em 1903, pelo seu trabalho com radiação, e Maria Goeppert-Mayer, pela criação do modelo nuclear de camadas.
Em entrevista à própria Academia Sueca após a notícia de que havia vencido o prêmio e era a sucessora de Marie Curie e Maria Goeppert-Mayer, Donna Strickland comentou:
“Em primeiro lugar, é loucura. Nós precisamos celebrar as mulheres na física porque nós estamos por aí e, espero, com o tempo, começaremos a avançar mais rapidamente. Estou honrada por ser uma dessas mulheres.”
Donna Strickland e Gérard Mourou dividem o prêmio deste ano com o físico Arthur Ashkin, que também foi laureado pela pesquisa com ‘pinças ópticas’, feixes de laser que permitem mover partículas.
Além do reconhecimento, a cientista levará quase R$ 1 milhão para continuar a trabalhar em suas descobertas.
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Professores da UFSC são contemplados em chamada pública da Fundação Bill & Melinda Gates.
A professora Thaís Cristine Marques Sincero (CCS/ACL) e o professor Carlos Zarate-Blades (MIP/CCB) tiveram a sua proposta de pesquisa, submetida na Chamada Pública Grand Challenges Explorations Brazil: Novas Abordagens para Caracterizar a Prevalência de Resistência aos Antimicrobianos, aprovada em todas as etapas da chamada pública e selecionada como finalista.
Dessa forma, os pesquisadores agora fazem parte da comunidade global Grand Challenges, que reúne pesquisadores de todo o mundo na busca por solucionar problemas mundiais de saúde pública por meio da inovação científica e tecnológica.
Também irão participar do Encontro Anual Grand Challenges 2018, que ocorrerá entre os dias 15 e 18 de outubro de 2018, em Berlim/Alemanha. O evento, organizado pela Fundação Bill & Melinda Gates, visa fomentar a colaboração científica entre pesquisadores, parceiros e financiadores, incentivando a pesquisa e o desenvolvimento da inovação em saúde. O encontro inclui uma série de painéis temáticos e sessões plenárias em temas estratégicos para a pesquisa e inovação em saúde, inclusive no tópico de resistência aos antimicrobianos.
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VIII Seminário Educação dos Corpos, Culturas, História: Sociologias Críticas da Educação.
De 25 a 28 de setembro de 2018, ocorrerá, na UFSC, o VIII Seminário Educação dos Corpos, Culturas, História: Sociologias Críticas da Educação.

O evento faz parte da programação geral da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2018, cujo tema é “Ciência para redução das desigualdades”.











