Pró-reitoria de Pesquisa e Inovação
  • Orientações para Uso dos Espaços de Pesquisa

    Prezado(a) Pesquisador(a),

    A Propesq informa que o acesso aos espaços e equipamentos destinados à pesquisa científica, em caso de atividades inadiáveis ou essenciais, deve considerar os seguintes procedimentos, em acordo com a portaria normativa 359/GR, de 29/04/20:

    1. Obter autorização para adentrar nos espaços e justificar a sua necessidade junto à direção da Unidade e à chefia imediata correspondentes, a qual será encaminhada à Secretaria de Segurança Institucional (SSI) da UFSC, no endereço segurança@contato.ufsc.br.

    2. Observar as recomendações da Organização Mundial de Saúde, além de protocolos e meios que garantam a segurança dos usuários, orientados pelo coordenador da pesquisa ou pela autoridade à qual o laboratório esteja vinculado;

    Adicionalmente,

    3. Estar em consonância com o ofício circular 20/20/PROPG, o qual “esclarece que as atividades de pesquisa dos trabalhos de conclusão de curso, consideradas pelos responsáveis, essenciais e inadiáveis, poderão ser realizadas em conformidade com o art. 3 da portaria normativa 359, de 29/04/20”.

    4. Seguir estritamente as orientações constantes no relatório do subcomitê científico da UFSC, disponível no link.

    5. No caso de necessidade excepcional de acesso às dependências da UFSC deverão ser observadas as determinações do ofício circular nº 24/2020/GR, de 10/07/20, disponível no link.


  • Ciência, Pesquisa, Ação! Tomada VII

    A série ‘Ciência, Pesquisa, Ação!’ tem como objetivo divulgar, de uma forma acessível a todos, a importância da ciência e da universidade pública no Brasil em tempos de pandemia. Passando por um breve resumo da carreira dos pesquisadores, compartilharemos um pouco de suas pesquisas em andamento, que são também formas de prestar suporte àqueles que estão na linha de frente contra a Covid-19.

    A sétima pesquisadora é Cristiane Dall Cortivo Lebler, do departamento de Metodologia de Ensino da UFSC.

    Cristiane Dall Cortivo Lebler tem doutorado em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) com estágio doutorado-sanduíche na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais, em Paris.
    Atualmente, realiza pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Letras Vernáculas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

    Na UFSC, é professora adjunta do departamento de Metodologia de Ensino do Centro de Ciências da Educação. Tem experiência em ensino, pesquisa e extensão nos temas ensino de língua portuguesa e formação de professores.

     

    Carlos Venâncio
    Bolsista de Jornalismo da Pró-reitoria de Pesquisa – UFSC


  • Ciência, Pesquisa, Ação! Tomada VI

    CIÊNCIA, PESQUISA, AÇÃO! 🔍 | A série ‘Ciência, Pesquisa, Ação!’ tem como objetivo divulgar, de uma forma acessível a todos, a importância da ciência e da universidade pública no Brasil em tempos de pandemia. Passando por um breve resumo da carreira dos pesquisadores, compartilharemos um pouco de suas pesquisas em andamento, que são também formas de prestar suporte àqueles que estão na linha de frente contra a Covid-19.

    O sexto pesquisador é Márcio Rogério Silveira, do departamento de Geociências da UFSC.

    Márcio Rogério Silveira tem doutorado em Geografia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) e pós-doutorado pelo Instituto de Geociências (IG) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

    Atualmente é professor associado do departamento de Geociências da UFSC e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFSC. É líder do Grupo de Estudos em Desenvolvimento Regional e Infraestruturas (GEDRI), coordenador do Laboratório de Circulação, Transportes e Logística (LABCIT) e cofundador da Sociedade Brasileira de Pesquisa em Transportes (SBPT).

    Tem experiência na área de Geografia Econômica, com ênfase em Geografia da Circulação, Transportes e Logística; Desenvolvimento Regional e Urbano, Planejamento de Transportes e Infraestruturas e mobilidade e acessibilidade em espaços urbanos e regionais.

     

    Carlos Venâncio
    Bolsista de Jornalismo da Pró-reitoria de Pesquisa – UFSC


  • Fapesp cria repositório de informações clínicas para subsidiar pesquisas sobre COVID-19.

    Elton Alisson | Agência FAPESP – Pesquisadores de universidades e instituições de pesquisa de todo o país passam, a partir de hoje (17/06), a ter acesso ao COVID-19 Data Sharing/BR, o primeiro repositório do país com dados demográficos e exames clínicos e laboratoriais anonimizados de pacientes que fizeram testes para COVID-19 em unidades laboratoriais e hospitais do Estado de São Paulo.

    O objetivo da plataforma é compartilhar informações clínicas de pacientes anonimizados para subsidiar pesquisas científicas sobre a doença nas diversas áreas do conhecimento.

    A base de dados compartilhados é resultado de uma iniciativa da FAPESP, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), e já conta com a adesão de hospitais e unidades laboratoriais de atendimento a pacientes.

    A parceria reúne, nesta primeira etapa, o Grupo Fleury e os hospitais Sírio-Libanês e Israelita Albert Einstein, que disponibilizaram informações, infraestrutura, tecnologias e recursos humanos próprios para viabilizar o compartilhamento de dados. A FAPESP está contatando outras instituições de atendimento a pacientes para compartilhar informações no repositório COVID-19 Data Sharing/BR.

    “A ideia central da plataforma é subsidiar a pesquisa científica sobre a COVID-19 ao compartilhar dados que não seriam disponibilizados de outra forma, de modo a mobilizar a comunidade de cientistas da computação, matemáticos e analistas de informações, para que possam contribuir com novas ideias para o enfrentamento da atual epidemia da doença”, disse Luiz Eugênio Mello, diretor científico da FAPESP, durante coletiva de imprensa on-line para o lançamento do repositório, realizada pela FAPESP.

    O repositório abrigará, inicialmente, dados abertos e anonimizados de 75 mil pacientes, 6.500 dados de desfecho e um total de mais de 1,6 milhão de exames clínicos e laboratoriais realizados em todo o país pelo Grupo Fleury e na cidade de São Paulo pelos hospitais Sírio-Libanês e Israelita Albert Einstein desde novembro de 2019.

    Ainda que o primeiro caso da doença no Brasil tenha sido registrado em fevereiro, pelo Hospital Albert Einstein, o período de cobertura dos dados permitirá que as pesquisas analisem o histórico de saúde dos pacientes, bem como busquem evidências de sintomas da COVID-19 em pacientes atendidos anteriormente. Novos dados serão inseridos pelo Grupo Fleury, Hospital Sírio-Libanês e Einstein regularmente.

    O repositório disponibilizará três categorias de informação: dados demográficos (gênero, ano de nascimento e região de residência do paciente) e dados de exames clínicos e/ou laboratoriais, além de informações, quando disponíveis, sobre a movimentação do paciente, como internações, por exemplo, e desfecho dos casos, como recuperação ou óbitos. Em uma segunda etapa, o COVID-19 Data Sharing/BR abrigará também dados de imagens, como radiografias e tomografias.

    “Em termos de valores, a obtenção desses dados por outros meios representaria um custo da ordem de centenas de milhões de reais. A gratuidade no acesso a essas informações será possível em razão da disponibilidade e generosidade dessas três instituições participantes da iniciativa”, disse Mello.

    O lançamento do repositório tem um cronograma de três etapas. Uma versão pequena do conjunto de dados será inicialmente disponibilizada hoje (17/06) para um período-piloto de consultas. Dessa forma, a comunidade de pesquisa poderá baixar os dados e começar a analisá-los e visualizá-los usando técnicas de ciência de dados.

    Até o dia 24 de junho, os grupos de pesquisa interessados poderão enviar dúvidas e comentários para os responsáveis pelo repositório COVID-19 Data Sharing/BR pelo e-mail covid19datasharing@fapesp.br. Esse feedback da comunidade durante o período-piloto será usado para melhorar as informações e a documentação do repositório. O conjunto inicial completo dos dados abertos e anonimizados será disponibilizado ao público a partir do dia 1º de julho.

    “Neste primeiro momento iremos disponibilizar um conjunto de dados-piloto, para análise exploratória, para à medida que os analistas de dados comecem a usá-los sejam melhorados”, disse João Eduardo Ferreira, professor do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP, participante do projeto.

    Avanço na compreensão da doença

    O diretor-executivo médico do Grupo Fleury, Edgar Rizzatti, destacou que o repositório permitirá o acesso a dados para a realização de pesquisas não só pela comunidade científica, mas também para o desenvolvimento de soluções tecnológicas por empreendedores e startups.

    “Desde o início da pandemia temos sido procurados por startups, pesquisadores de universidades e instituições de pesquisa, em iniciativas isoladas ou em colaboração, interessados na disponibilização de dados anonimizados de pacientes com COVID-19 para o desenvolvimento de projetos de pesquisa ou para o desenvolvimento de estratégias em ciências de dados ou de algoritmos de inteligência artificial. Por isso, acredito que essa iniciativa pioneira permitirá um melhor entendimento da COVID-19”, afirmou.

    A opinião de Rizzatti é compartilhada por Luiz Fernando Lima Reis, diretor de ensino e pesquisa do Sírio-Libanês. “A base de dados possibilitará à comunidade científica ter acesso a dados que refletem a situação atual da epidemia de COVID-19 no Brasil e as características que a doença adquiriu no país, que só poderá ser combatida por meio de soluções baseadas em dados”, disse.

    O pesquisador ressaltou o cuidado tomado pelo comitê gestor do repositório em garantir a anonimização de todos os dados dos pacientes, de forma a preservar suas identidades, e atender todas as exigências da Lei Geral de Proteção de Dados.

    O diretor-superintendente de pesquisa da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, Luiz Vicente Rizzo, ressaltou que o momento atual representa uma oportunidade para mostrar a pujança da pesquisa que também tem sido feita em instituições não governamentais voltadas ao combate da COVID-19.

    “Temos hoje no Einstein 68 projetos de pesquisa em andamento relacionados à COVID-19, iniciados nos últimos seis meses, e mais 113 em vias de ser inicializado. Isso mostra que nós, como instituições não governamentais, temos um papel importante e podemos contribuir muito para a pesquisa no Estado de São Paulo e no país”, disse.

    Origem do repositório

    A ideia de criação do repositório COVID-19 Data Sharing/BR surgiu há pouco mais de um mês e foi concretizada rapidamente graças a outro projeto lançado pela FAPESP no final do ano passado, a Rede de Repositórios de Dados Científicos do Estado de São Paulo.

    A rede, que levou quase três anos para ser desenvolvida, disponibiliza em uma plataforma aberta dados associados a pesquisas científicas desenvolvidas em todas as áreas de conhecimento por instituições de ensino superior e pesquisa públicas no Estado de São Paulo. A mesma plataforma abrigará também o repositório COVID-19 Data Sharing/BR.

    O desenvolvimento da rede, que inclui um buscador de metadados, contou com o envolvimento das seis universidades públicas do Estado de São Paulo – USP, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Universidade Federal do ABC (UFABC) e Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) –, o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e a Embrapa Informática Agropecuária (CNPTIA/Embrapa).

    “O compartilhamento de dados é essencial para enfrentar uma situação como a que estamos vivendo agora e que deverá ser perene”, disse Sylvio Canuto, pró-reitor de pesquisa da USP.

    Na avaliação de Cláudia Bauzer Medeiros, professora do Instituto de Computação da Unicamp e participante do projeto, o repositório de dados será útil não só para pesquisas sobre COVID-19, mas também no futuro, para eventualmente orientar políticas públicas para evitar que situações como a atual voltem a acontecer ou minimizar os efeitos de futuras pandemias.

    “O repositório reúne dados produzidos por brasileiros, que irão contribuir para a ciência mundial”, afirmou.

    Fonte: Agência Fapesp


  • Ciência, Pesquisa, Ação! Tomada V

    A série ‘Ciência, Pesquisa, Ação!’ tem como objetivo divulgar, de uma forma acessível a todos, a importância da ciência e da universidade pública no Brasil em tempos de pandemia. Passando por um breve resumo da carreira dos pesquisadores, compartilharemos um pouco de suas pesquisas em andamento, que são também formas de prestar suporte àqueles que estão na linha de frente contra a Covid-19.

    A quinta pesquisadora é Vivian da Silva Celestino Reginato, do departamento de Engenharia Civil da UFSC.

    Vivian da Silva Celestino Reginato tem doutorado em Engenharia Civil pela UFSC e pós-doutorado em Modelação Geográfica e Gestão Territorial pela Universidade NOVA de Lisboa. Trabalhou doze anos como engenheira cartógrafa na empresa CGTEletrosul. Atualmente é professora adjunta do departamento de Engenharia Civil do Centro Tecnológico da UFSC.

    Tem experiência nas áreas de Modelagem Geográfica e Análise Espacial, Sistemas de Informações Geográficas, Sensoriamento Remoto, Cadastro, Topografia, Cartografia Digital, Qualidade e Atualização Cartográfica.

     

    Carlos Venâncio
    Bolsista de Jornalismo da Pró-reitoria de Pesquisa – UFSC


  • Bolsista PIBIC tem resultados publicados em periódico internacional.

    Já está disponível online o artigo: Lívia S. Marques, Christiane Gresse von Wangenheim, Jean C. R. Hauck. Teaching Machine Learning in School: A Systematic Mapping of the State of the Art. Informatics in Education, 19(2), 2020.

    O artigo apresenta resultados parciais da pesquisa da aluna Lívia Silva Marques, realizada no projeto Desenvolvimento de unidades instrucionais para Jovens Tutores de Programação, sob orientação da Profª. Christiane Anneliese Gresse von Wangenheim, do departamento de Informática e Estatística do Centro Tecnológico (INE/CTC), no âmbito do PIBIC/CNPq/UFSC (2019/2020) e no contexto da iniciativa Computação na Escola do referido departamento.


  • Ciência, Pesquisa, Ação! Tomada IV

    A série ‘Ciência, Pesquisa, Ação!’ tem como objetivo divulgar, de uma forma acessível a todos, a importância da ciência e da universidade pública no Brasil em tempos de pandemia. Passando por um breve resumo da carreira dos pesquisadores, compartilharemos um pouco de suas pesquisas em andamento, que são também formas de prestar suporte àqueles que estão na linha de frente contra a Covid-19.

    O quarto pesquisador é Giuliano Boava, do departamento de Matemática da UFSC.

    Giuliano Boava é graduado em Engenharia de Controle e Automação e tem doutorado em Matemática pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA). Em 2011, tornou-se professor efetivo do departamento de Matemática da UFSC. Sua área de pesquisa é denominada “Álgebras de Operadores”.

    Além de Giuliano, também são membros do projeto: Alexandra Crispim Boing; Antonio Fernando Boing; Eleonora D’orsi; Guilherme Valle Moura; Cleverson Roberto da Luz; Douglas Soares Gonçalves; Edson Cilos Vargas Júnior e Matheus Cheque Bortolan.

     

    Carlos Venâncio
    Bolsista de Jornalismo da Pró-reitoria de Pesquisa – UFSC


  • Ciência, Pesquisa, Ação! Tomada III

    A série ‘Ciência, Pesquisa, Ação!’ tem como objetivo divulgar, de uma forma acessível a todos, a importância da ciência e da universidade pública no Brasil em tempos de pandemia. Passando por um breve resumo da carreira dos pesquisadores, compartilharemos um pouco de suas pesquisas em andamento, que são também formas de prestar suporte àqueles que estão na linha de frente contra a Covid-19.

    O terceiro pesquisador é João Matheus Acosta Dallmann, do departamento de Ciências da Saúde da UFSC.

    João Matheus Acosta Dallmann é cientista social e tem doutorado em Sociologia pela UFSC. Além de ser professor do departamento de Ciências da Saúde do campus Araranguá, o pesquisador é coordenador do ÌLERA – grupo de pesquisa em Antropologia e Sociologia da Saúde.

    Também é membro da Escola de Saúde Coletiva e membro do Núcleo de Estudos em Sociologia, Filosofia e História das Ciências da Saúde, do departamento de Sociologia e Ciência Política, localizado na UFSC.

     

    Carlos Venâncio
    Bolsista de Jornalismo da Pró-reitoria de Pesquisa – UFSC


  • Resultado Preliminar da Chamada de Apoio a Pesquisas em Covid-19, parceria do CNPq com MCTIC e o Ministério da Saúde

    Foi divulgado o resultado preliminar da Chamada MCTIC/CNPq/FNDCT/MS/SCTIE/Decit Nº 07/2020 – Pesquisas para enfrentamento da COVID- 19, suas consequências e outras síndromes respiratórias agudas graves.

    Foram classificados 90 projetos de pesquisas dentro dos limites orçamentários, totalizando cerca de R$ 45 milhões. Destes, três são da UFSC:

    • Alacoque Lorenzini Erdmann (departamento de Enfermagem – CCS)
    • Aderbal Silva Aguiar Junior (departamento de Ciências da Saúde – Centro Araranguá )
    • Andre Luiz Barbosa Bafica (departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia – CCB)

  • Projetos da UFSC contemplados em edital FAPESC – Pesquisa COVID-19

    A Fapesc divulgou o resultado dos projetos submetidos ao Edital de Chamada Pública Fapesc nº 06/2020 – Para Instituições de Ciência e Tecnologia – Programa de Apoio a Projetos de Ciência, Tecnologia, Inovação e Extensão para Ações Emergenciais aos Efeitos da Covid-19.

    A UFSC tem três projetos contemplados:

    • projeto “Teleatendimento para interação médico-paciente à distância“, proposto pelo professor Douglas Dyllon Jeronimo de Macedo, do departamento de Ciência da Informação, do Centro de Ciências da Educação – CED
    • projeto “Estudo de eficácia clínica fase III, randomizado, duplo cego, placebo controlado da vacina oral da pólio 1,2,3 (VOP) atenuada na prevenção ou redução da severidade da COVID-19 em homens e mulheres de 18 a 60 anos“, proposto pelo professor Edison Natal Fedrizzi, do departamento de Ginecologia e Obstetrícia, do Centro de Ciência da Saúde – CCS
    • projeto “Sequenciamento do genoma do SARS-COV-2 (coronavírus) como estratégia de saúde para avaliar a dispersão, origens e mutações da COVID-19 no estado de Santa Catarina: suporte à decisões governamentais e empresariais baseadas em evidências“, proposto pelo professor Glauber Wagner, do departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia, do Centro de Ciências Biológicas – CCB

    A Propesq parabeniza os professores e ressalta a relevância de suas ações de pesquisa no âmbito da Covid-19.


  • Ciência, Pesquisa, Ação! Tomada II

    A série ‘Ciência, Pesquisa, Ação!’ tem como objetivo divulgar, de uma forma acessível a todos, a importância da ciência e da universidade pública no Brasil em tempos de pandemia. Passando por um breve resumo da carreira dos pesquisadores, compartilharemos um pouco de suas pesquisas em andamento, que são também formas de prestar suporte àqueles que estão na linha de frente contra a Covid-19.

    A segunda pesquisadora é Keyla Cristiane do Nascimento, do departamento de Enfermagem da UFSC.

    Keyla Cristiane do Nascimento tem doutorado em Enfermagem pela UFSC, foi enfermeira assistencial do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e do Grupo de Resposta Aérea às Urgências – GRAU/SAMU-SC (2005-2014). Participou, em 2013, do projeto de cooperação internacional Brasil/Cuba/Haiti para formação de recursos humanos no Haiti (parceria UFSC e Ministério da Saúde). 

    Atualmente, é professora adjunta do departamento de Enfermagem e da Residência Multiprofissional em Saúde da UFSC. A pesquisadora tem experiência na área de Enfermagem, com ênfase no atendimento pré-hospitalar e serviço aeromédico; serviço de emergência e centro cirúrgico.

     

    Carlos Venâncio
    Bolsista de Jornalismo da Pró-reitoria de Pesquisa – UFSC


  • Ciência, Pesquisa, Ação! Tomada I

    Iniciamos hoje a série ‘Ciência, Pesquisa, Ação!’ cujo objetivo é divulgar, de uma forma acessível a todos, a importância da ciência e da universidade pública no Brasil em tempos de pandemia. Passando por um breve resumo da carreira dos pesquisadores, compartilharemos um pouco de suas pesquisas em andamento, que são também formas de prestar suporte àqueles que estão na linha de frente contra a Covid-19.

    A primeira pesquisadora é Grazielly Alessandra Baggenstoss, do departamento de Direito da UFSC.

    Grazielly Alessandra Baggenstoss tem doutorado em Direito pela UFSC, onde estudou Epistemologia Sistêmica. É coordenadora do Lilith: Núcleo de Pesquisas em Direito e Feminismo, originado pelo projeto de pesquisa e de extensão “Direito das Mulheres” também coordenado pela pesquisadora, no ano de 2016.

    Em 2013, ingressou como professora no departamento de Direito da universidade e atua na pós-graduação há quatro anos. Desde sua chegada na UFSC, a pesquisadora alia-se às ações no combate à violência e à discriminação através de processos administrativos e eventos relacionados, em parceria com a SAAD.

    Em 2018, ingressou no doutorado em Psicologia e, atualmente, estuda a área de Psicologia Social Crítica e examina os processos de subjetivação produzidos pela estrutura estatal-jurídicas.

     

    Carlos Venâncio
    Bolsista de Jornalismo da Pró-reitoria de Pesquisa – UFSC


  • Esclarecimentos sobre a prorrogação de bolsas CNPq – ciclo 2019/2020

    Sobre a suplementação do prazo de concessão de bolsas vinculadas aos programas institucionais PIBIC, PIBIC-Af, PIBITI e PIBIC-EM, ciclo 2019/2020, a Pró-Reitoria de Pesquisa da Universidade Federal de Santa Catarina (Propesq/UFSC), juntamente com a Coordenadoria do Programa Institucional de Iniciação Científica e Tecnológica desta pró-reitoria (CPIICT/Propesq), informa:

    1. O CNPq não adiou, conforme chamada pública, o inicio do ciclo 2020/2021 que ocorrerá a partir de agosto de 2020. Assim, em caso de prorrogação do ciclo atual (2019/2020, a ser encerrado em julho de 2020), haverá sobreposição de dois ciclos. O CNPq confirmou que é vetada a sobreposição de bolsas – prorrogação e concessão de nova cota a projeto/bolsista – ou seja, o sistema bloqueará a indicação no novo ciclo de estudantes com bolsas vigentes prorrogadas (no caso de recondução). Adicionalmente, há um sério risco de perda definitiva de bolsa não alocada (se mantida a prorrogação).

    2. Segundo a Secretaria de Planejamento e Orçamento (Seplan/UFSC), há dificuldade orçamentária da universidade para pagamento de duas cotas extras de bolsas da contrapartida institucional sem comprometer o pagamento de bolsas para o novo ciclo. Do mesmo modo, para as bolsas institucionais também não é possível a sobreposição de bolsas, no caso de recondução do atual bolsista. Além do mais, não se pode ferir a equiparação entre os programas que compõem o mesmo edital.

    3. A CPIICT/Propesq enviou mensagem eletrônica aos orientadores, no dia 09/04/2020 com o assunto “Plano de Atividades – COVID-19,” solicitando, quando possível, a adaptação dos planos de atividade dos bolsistas no período de isolamento, bem como, o devido registro das alterações sofridas devido à pandemia no relatório final do ciclo; a não conclusão do plano de trabalho deverá ser justificada no item “dificuldades encontradas”.

    Considerando o exposto acima, não solicitaremos a suplementação da concessão de bolsas. Salientamos que conforme a mensagem enviada em 09/04/2020, não haverá prejuízo na avaliação dos bolsistas, que justificarão a falta de resultados experimentais devido à pandemia em seu relatório final, no item “dificuldades encontradas”.

    Contando com vosso discernimento e compreensão, estamos à disposição para maiores esclarecimentos que se fizerem necessários.


  • Portal da Secretaria de Educação a Distância reúne conhecimentos em tecnologias de ensino

    Reunir conhecimentos e experiências da comunidade universitária (docentes, técnicos e estudantes da UFSC) na utilização de tecnologias capazes de potencializar o ensino com diferentes recursos, alcançando os alunos de forma eficaz e inovadora, é o objetivo do portal Recursos Tecnológicos para Aprendizagem (RTA), disponível na página da Secretaria de Educação a Distância (Sead).

    Os colaboradores devem enviar seus trabalhos pelo e-mail rta.sead@contato.ufsc.br, que podem vir na forma de tutoriais em vídeos, áudios, PDFs, relatos, apresentações, cursos, workshops, entre outros. A Secretaria se encarregará de analisar e organizar tais materiais, e pela disseminação desses conteúdos para facilitar o livre acesso a todos os interessados.

    “Inovar exige muita disposição e essa é a principal habilidade necessária para usar as tecnologias, cada vez mais acessíveis e funcionais, de forma pedagogicamente intencional em uma proposta de aprendizagem. Já estamos e convivemos no mundo digital; basta descobrir as possibilidades e inovar na sua utilização”, observa o secretário de Educação a Distância da UFSC, Luciano Patrício Souza de Castro.

    O envio de materiais para o portal deve ser feito pelo e-mail rta.sead@contato.ufsc.br.

    Texto: Sead/UFSC

    Fonte: Notícias UFSC


  • Com apoio do MEC, Embrapii credencia 11 grupos de pesquisas de universidades federais como unidades de inovação

    Novas unidades Embrapii receberão R$ 30 milhões para desenvolver projetos de inovação com a indústria
    Com o apoio do Ministério da Educação (MEC), 11 novos grupos de pesquisa de universidades federais foram selecionados e serão credenciados pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). Os grupos de pesquisadores das instituições terão disponíveis cerca de R$ 30 milhões para investir em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) para atender demandas do setor industrial.

    De acordo com o secretário de Educação Superior do MEC, Wagner Vilas Boas, o credenciamento das novas unidades pela EMBRAPII mostra o comprometimento do Ministério em incentivar a inovação nas universidades federais. “A Embrapii é referência no setor de inovação e tecnologia industrial. Nós queremos trazer essa experiência para dentro das universidades”, afirmou.

    Os projetos serão desenvolvidos nas áreas de Energias Renováveis, Fibras Florestais, Sistemas Embarcados, Geotecnologia e Agronegócio, Inteligência Artificial, Computação Industrial, Materiais Avançados/Nanomateriais, Computação Industrial, Robótica Inteligente, Sistemas Veiculares e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). A Embrapii vai financiar um terço do valor dos projetos das novas unidades com recursos não reembolsáveis.

    Potencializado pelo modelo de financiamento, a parceria tem o objetivo de atrair empresas pelo conhecimento existente e por sua capacidade de geração de soluções tecnológicas das novas unidades. A meta é gerar 175 projetos e R$ 100 milhões em investimentos de inovação, à medida que se soma ao valor aportado pela Embrapii, a contrapartida financeira de empresas e os recursos não financeiros da Unidade (mão de obra, equipamentos de ponta etc.). Espera-se que as empresas invistam cerca de R$ 50 milhões nos projetos.

    “Para cada Unidade credenciada, a Embrapii assegura à indústria que aquele centro de pesquisa possa atuar como seu centro de P&D ou completar as atividades do centro que a empresa já possua”, destaca o diretor-presidente da EMBRAPII, Jorge Guimarães.

    As 11 novas unidades Embrapii foram selecionadas entre 37 propostas apresentadas por grupos de pesquisas das universidades. Elas se juntam a seis unidades já credenciadas e vinculadas às universidades federais (UFRGS, UFSC, UFRJ, UFMG, UFU, UFCG). Assim, passa para 17 o número de unidades Embrapii em instituições federais de educação superior credenciadas para desenvolvimento de projetos de inovação. Ao todo, a rede credenciada conta com 55 unidades.

    Fonte: Portal MEC


  • Cursos Online BU UFSC

    Para compensar esse período fechado, a Biblioteca Setorial do Centro de Ciências da Saúde – Medicina (BSCCSM) irá apresentar conteúdos online e bases de dados para auxiliar as pesquisas e os estudos na quarentena.

    As apresentações ao vivo serão mediadas pela bibliotecária Karyn Munyk Lehmkuhl, formada em Biblioteconomia pela Universidade Federal de Santa Catarina com mestrado em Ciência da Informação também pela UFSC, e que vem atuando no Serviço de Competência em Informação e Suporte à Pesquisa da Biblioteca Central. Tem experiência em competência informacional, suporte à pesquisa, gestão de dados científicos, normalização, busca em bases de dados e revisão sistemática.

    Os cursos serão realizados via Webconferência e transmitidos via Canal do Youtube da BU. Haverá certificado para os participantes. Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail ref.bu@contato.ufsc.br.

    Confiram a programação no site.


  • Sociedade Brasileira de Imunologia publica parecer científico sobre utilização da cloroquina

    A Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI), entidade representativa da comunidade de imunologistas brasileiros, publicou nesta segunda-feira, 18 de maio, um parecer científico sobre a utilização da cloroquina/hidroxicloroquina para o tratamento da Covid-19. Entre os signatários do documento, está o professor do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Daniel Mansur, integrante do comitê científico da SBI.

    A associação faz um resumo das bases científicas disponíveis até o momento e conclui que, baseados nas evidências atuais, “ainda é precoce a recomendação de uso deste medicamento na Covid-19, visto que diferentes estudos mostram não haver benefícios para os pacientes que utilizaram hidroxicloroquina. Além disto, trata-se de um medicamento com efeitos adversos graves que devem ser levados em consideração”. A SBI recomenda que se aguardem os resultados dos estudos randomizados multicêntricos em andamento, incluindo o coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) “para obter uma melhor conclusão quanto à real eficácia da hidroxicloroquina e suas associações para o tratamento da Covid-19”.

    O documento ressalta ainda que o investimento na pesquisa de outras possibilidades terapêuticas também deve ser priorizado para que se tenha um maior número de terapias com potencial efetivo no tratamento da Covid-19. Segundo a entidade, “até que tenhamos vacinas efetivas e melhores possibilidades terapêuticas comprovadas para o tratamento dessa doença, o isolamento social para conter a disseminação do SARS-CoV-2 ainda é a melhor alternativa nesse momento”.

    Leia o parecer científico na íntegra.

    Fonte: Notícias UFSC


  • Pesquisadores desenvolvem modelo para subsidiar políticas de isolamento social

    Professores do Departamento de Física do Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM) da UFSC, Rodrigo Pereira Rocha e Jeferson de Lima Tomazelli desenvolveram um modelo para subsidiar políticas de isolamento social por conta da pandemia de Covid-19, descrito no artigo Isolamento Social e Distanciamento entre Políticas Públicas e Demandas Sociais.

    De acordo com os autores, “um dos principais problemas no enfrentamento da crise gerada pela disseminação da Covid-19 em nosso país é a desinformação, que compromete a adesão da população às medidas preventivas que devem ser adotadas para a redução do risco de contágio. Atualmente, o maior desafio para esse controle por parte do Estado é a subnotificação de casos, em particular o número insuficiente de testes que permitem identificar os portadores da doença”.

    O trabalho discute as “limitações do modelo teórico utilizado para descrever a evolução do número de indivíduos suscetíveis, infectados e recuperados ao longo da epidemia, e a sensibilidade do ajuste de seus parâmetros aos dados referentes ao número de novos casos registrados da Covid-19. Construímos um modelo mais geral, levando em conta eventos de natureza probabilística; através de simulações, analisamos a questão da subnotificação, descortinando a fragilidade das medidas de isolamento social em base aos registros de novos casos”.

    Mais informações no artigo.

    Fonte: Notícias UFSC


  • Impact of COVID-19 on academic mothers

    Foi publicada na Science a carta “Impact of COVID-19 on academic mothers” elaborada por pesquisadoras brasileiras, com objetivo de dar visibilidade à discussão sobre uma nova realidade do trabalho remoto. Tradicionalmente são as mulheres que carregam a carga mais pesada em relação à criação dos filhos. A desigualdade de gênero na ciência é uma questão urgente e a maternidade desempenha um papel importante nela. Os últimos anos testemunharam o surgimento de muitas iniciativas que desencadearam mudanças para solucionar esse problema. Não podemos permitir que essa pandemia reverta avanços e aprofunde ainda mais a lacuna de gênero na ciência.

    Quer contribuir com as pesquisadoras? Responda e compartilhe os questionários sobre o impacto da pandemia na vida dos(as) cientistas:

    Alunos(as) de PG: https://forms.gle/nWEZuKgRZNtZk9aB8

    Pós-docs: https://forms.gle/Mhz949MzPyCVtF7V6

    Docentes/pesquisadores: https://forms.gle/2WYMiqPj9m3SmmHN8


  • Publicações científicas sobre COVID 19

    Divulgamos mais um site, desta vez, de empresa de consultoria científica que aposta na inovação aliada à criatividade no setor da saúde, em particular no domínio da investigação clínica.

    Neste link, é possível ter acesso a publicações científicas referentes a estudos e pesquisas sobre a COVID 19.