Pró-reitoria de Pesquisa e Inovação
  • Conselho de Administração da EMBRAPII aprova proposta de credenciamento da UFSC

    A proposta de credenciamento da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – C1.992, na área de Máquinas e Equipamentos para mobilidade, como Unidade EMBRAPII, foi aprovada pelo Conselho de Administração da EMBRAPII. O credenciamento, na forma aprovada, será por 3 (três) anos na modalidade “em estruturação”, com um período probatório de 12 (doze) meses, ao final do qual a Unidade será reavaliada pela EMBRAPII com relação ao seu desempenho no cumprimento do Plano de Ação contratado.

    A Unidade estará sob coordenação do professor Rodrigo de Souza Vieira e atuará nas áreas de veículos e equipamentos para movimentação de cargas e pessoas, dispositivos e equipamentos para conversão de energia e propulsão, e processos de fabricação, sistema de manufaturas e materiais. Ela foi criada na Chamada Pública EMBRAPII 01/2021, na esfera do programa ROTA 2030, com parceria da Secretaria de Educação Superior e do Ministério da Educação com participação do Centro Tecnológico e da UFSC/Joinville.

    Para o professor Amir Antônio Martins de Oliveira Júnior, do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSC, o credenciamento garante maior envolvimento com a indústria em desenvolvimento e inovação, permitindo o crescimento tecnológico da indústria nacional e a geração empregos. A Universidade Federal de Santa Catarina será diretamente beneficiada, pois proporcionará a aproximação dos professores e alunos com a indústria, promovendo oportunidades de especializações. 

    Segundo Amir, o departamento de Engenharia Mecânica já possui uma Unidade EMBRAPII operando desde 2014, o POLO, na área de Tecnologias Inovadoras de Refrigeração, que vem apresentando ótimos resultados e reconhecimento das indústrias. De acordo com o professor, a nova Unidade terá como objetivo se tornar referência em tecnologias para Máquinas e Equipamentos para Mobilidade.

     

    Escrito por: Giovanna Kila
    Bolsista de jornalismo da Pró-reitoria de Pesquisa – UFSC

     


  • UFSC está entre as melhores universidades no Latin America University Rankings 2021

    O Times Higher Education (THE) acaba de publicar o Latin America University Rankings, listando as melhores universidades da região da América Latina e Caribe. Em 2021, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) ficou na 11ª posição. Entre as universidades brasileiras, a UFSC é a quinta melhor instituição federal, destacando-se nos indicadores de ensino, pesquisa e citações.

    O Times Higher Education (THE) é uma revista inglesa que publica notícias e artigos referentes a educação superior, afiliada ao jornal The Times, que anualmente elabora um conjunto de rankings considerado um dos mais abrangentes, equilibrados e confiáveis do mundo. Para avaliar as universidades, são analisados 13 indicadores, como ensino, pesquisa, transferência de conhecimento e perspectiva internacional.

    Lincoln Fernandes, secretario de Relações Internacionais da UFSC, destaca a importância do investimento público para que as universidades federais do Brasil consigam melhores posicionamentos em rankings internacionais: “Em comparação com o contexto latinoamericano, observamos uma maior ascensão de outros países que realmente continuam com investimentos significativos na educação superior, algo que no Brasil sabemos que não tem sido priorizado e que tem reflexo nos rankings, nas colocações das universidades brasileiras. Os critérios desses rankings são a qualidade no ensino, pesquisa, extensão e mobilidade acadêmica. O Brasil, apesar de ter cientistas de qualidade, observa seus investimentos sendo cortados, as universidades sendo atacadas, e o resultado aparece nos levantamentos anuais realizados pelas entidades internacionais.”

    A classificação do Times Higher Education Latin America University Rankings 2021 avaliou 177 universidades  em 13 países. O ranking está disponível aqui.

    metodologia do Latin America University Rankings 2021 pode ser conferida aqui.

     

    Fonte: Notícias UFSC


  • 8 de julho – Dia Nacional da Ciência e Dia Nacional do Pesquisador Científico

    Viva a Ciência!

    No dia 8 de julho é comemorado o Dia Nacional da Ciência e o Dia Nacional do Pesquisador Científico. Esta data foi escolhida para homenagear a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), fundada no dia 8 de julho de 1948. 

    O Dia da Ciência foi sancionado em 2001, pela lei nº 10.221 e o Dia do Pesquisador Científico em 2008, pela lei nº 11.807. De acordo com o art. 2º da lei nº 10.221, “o Poder Público incentivará a divulgação pública do Dia Nacional da Ciência, assim como sua comemoração em todos os estabelecimentos educacionais do País”, sendo este um dos objetivos para dar mais visibilidade e destaque às produções científicas, transmitir os conhecimentos para a sociedade e popularizar a ciência no nosso país.

     

    Segundo consta no site da SBPC, de acordo com o relatório da época, carecia-se de uma data de referência para a ciência no país; além do que, em vista da grandeza da entidade, entende-se que a definição desse marco referencial, levará o Poder Público a perseguir o objetivo da proposta em discussão, incentivando a divulgação ampla do Dia da Ciência em todos os setores da sociedade brasileira, e principalmente nos estabelecimentos educacionais do país.

     

     

     

    Escrito por: Giovanna Kila
    Bolsista de jornalismo da Pró-reitoria de Pesquisa – UFSC


  • Fiocruz, em parceria com a UFSC, patenteia teste rápido e mais barato de detecção da covid

    Novo kit de diagnóstico tem custo estimado de R$ 30, menos de um terço do valor do RT-PCR. Foto: André Pitaluga

    Um kit de diagnóstico para detecção do novo coronavírus, que pode ser aplicado diretamente em unidades básicas de saúde, fornecendo o resultado em até 45 minutos, com baixo custo e alta precisão. A inovação, que pode contribuir para o enfrentamento da Covid-19, teve a patente depositada, após mais de um ano de trabalho de pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), em parceria com a empresa SPK Solutions.

    Simples, rápido e barato, o kit de diagnóstico identifica o material genético do SARS-CoV-2, utilizando uma técnica chamada de RT-LAMP. Em testes de validação, com mais de mil amostras, o exame apresentou precisão equivalente ao RT-PCR, considerado como padrão-ouro para o diagnóstico da Covid-19. Para amostras da orofaringe – coletadas com um tipo especial de cotonete, conhecido como swab, introduzido no nariz dos pacientes – o teste demonstrou 96% de sensibilidade e 98% de especificidade.

    “O diferencial do kit é integrar todas as etapas do diagnóstico molecular, com uma metodologia adequada ao point-of-care [local de atendimento]. É um método simples, barato e robusto, que permite realizar o diagnóstico no local onde ele é necessário”, destaca o pesquisador do IOC e coordenador do projeto, André Pitaluga.

    A metodologia pode ser aplicada ainda para amostras de saliva, cuja coleta é mais simples. Neste caso, as primeiras análises indicaram 70% de sensibilidade e 98% de especificidade, e uma nova rodada de testes aponta que é possível alcançar quase 100% de sensibilidade caso a coleta seja realizada em jejum, logo após o despertar.

    “A ingestão de alimentos, bebidas e higiene bucal alteram a composição da saliva e podem reduzir a presença de partículas virais na amostra, dificultando o diagnóstico. Os testes com a coleta em jejum, pela manhã, ainda estão em andamento, mas os resultados preliminares são bastante positivos”, comenta o pesquisador.

    Para desenvolver o kit de diagnóstico, os pesquisadores contaram com o apoio do Núcleo de Inovação Tecnológica do IOC (NIT-IOC) e o financiamento da empresa Engie, Programa Inova Fiocruz e Ministério Público do Trabalho (MPT). Os testes de validação foram realizados em parceria com o Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (Lacen-SC) e as prefeituras de Tubarão e Florianópolis.

    Diferenciais

    O custo estimado do novo kit de diagnóstico do SARS-CoV-2 é de R$ 30, o que representa menos de um terço do valor de um kit de RT-PCR, de aproximadamente R$ 100. O gasto de operação para realizar o exame também é significativamente menor, considerando equipamentos e profissionais envolvidos.

    Os pesquisadores destacam que a ferramenta reúne componentes para extração e amplificação do RNA viral. A primeira etapa busca extrair da amostra apenas o material genético, deixando de lado as outras moléculas presentes. A segunda tem o objetivo de identificar e multiplicar alvos do genoma do SARS-CoV-2, de forma a tornar possível a sua detecção.

    “As duas etapas são muito importantes para o diagnóstico. A extração facilita a detecção do RNA, aumentando a sensibilidade do teste. Se esse procedimento não for correto, ocorre a degradação do RNA viral, podendo gerar resultado falso-negativo”, destaca Luísa Rona, professora do departamento de Biologia Celular, Embriologia e Genética (BEG) da ​UFSC e integrante do projeto.

    Um dispositivo para extração do RNA, criado pelos cientistas, integra o kit de diagnóstico. Basta usar uma pipeta para depositar a solução com a amostra no local indicado, onde uma membrana retém as partículas de RNA presentes.

    Para a amplificação dos alvos no genoma viral, o kit contém uma solução pronta, com todo os ingredientes necessários à reação de RT-LAMP, incluindo a enzima que participa do processo e moléculas que identificam especificamente o RNA do SARS-CoV-2. É preciso apenas colocar a amostra purificada em um tubo com a solução e utilizar um aparelho de banho seco ou banho maria para aquecer a mistura. Após 30 minutos a 65ºC, a reação de RT-LAMP é concluída.

    O resultado é indicado pela mudança na cor da solução. Nos casos positivos, há alteração no pH da mistura, que se torna amarela. Nos casos negativos, o líquido permanece rosa.

    “Todo o procedimento leva cerca de 45 minutos. O único equipamento necessário é um banho seco ou banho maria, e qualquer profissional treinado pode aplicar o teste. Pela simplicidade, o custo operacional é muito menor do que a RT-PCR que exige equipamentos sofisticados e precisa ser executada por especialistas em biologia molecular”, resume André.

    Próximas etapas

    A partir dos bons resultados nos testes de validação, os pesquisadores estão buscando parceiros para a produção e o fornecimento do kit de diagnóstico. O projeto integra a Vitrine Tecnológica Covid-19 do IOC, plataforma que dá visibilidade a inovações em desenvolvimento no Instituto com o objetivo de fomentar parcerias para a geração de produtos e processos inovadores para o enfrentamento da emergência sanitária. As próximas etapas do projeto devem contemplar também o escalonamento do produto para fabricação industrial e a submissão à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    “Desde o início, desenvolvemos esse produto com foco no Sistema Único de Saúde, com objetivo de ampliar o acesso ao diagnóstico e contribuir para o enfrentamento da pandemia no nosso país”, ressalta André, acrescentando que a inovação pode ajudar ainda na luta contra outros agravos. “Essa metodologia é muito versátil. Já estamos trabalhando em uma versão do kit para o diagnóstico da febre amarela”, adianta o pesquisador.

    Fonte: Notícias UFSC

     


  • Constelação catarina: UFSC e Senai desenvolvem nanossatélites que vão impulsionar setor espacial

    Projeto desenvolvido em parceria pela UFSC e o SENAI vai tornar as previsões meteorológicas mais assertivas e alcançar faixas de 15 minutos


  • Ciclone bomba acelera construção de frota de nanossatélites em Santa Catarina

    Constelação Catarina, parceria entre UFSC e SENAI, com apoio da Agência Espacial Brasileira, está sendo desenvolvida para dar suporte à Defesa Civil, às áreas de saúde e segurança e ao agronegócio.

    ciclone bomba que atingiu Santa Catarina em junho de 2020 foi um dos acontecimentos que acelerou o processo de desenvolvimento do projeto Constelação Catarina, frota de 13 nanossatélites que dará apoio ao desenvolvimento industrial, ao agronegócio, aos projetos de cidades inteligentes e às áreas de saúde, segurança e defesa civil, além de outras aplicações, no Estado.

    Projeto Constelação Catarina desenvolverá nanossatélites no Estado – Foto: Divulgação Senai

    Projeto Constelação Catarina desenvolverá nanossatélites no Estado – Foto: Divulgação Senai

    A frota será construída em Santa Catarina pelo Instituto SENAI de Inovação em Sistemas Embarcados e pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), com apoio da AEB (Agência Espacial Brasileira), participação do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e outras instituições.

    Segundo o presidente da AEB, Carlos Moura, com recursos tecnológicos mais avançados, apoiados por satélites, as previsões meteorológicas podem ser mais assertivas e alcançar faixas de 15 minutos, possibilitando alertas pontuais que minimizem os efeitos de fenômenos como o ciclone-bomba. Ele destaca, ainda, que o mercado mundial de nanossatélites vem crescendo de 5% a 8% na última década.

    reunião Fiesc

    Comunicado sobre o desenvolvimento dos nanossatélites feito em conjunto com a Fiesc – Foto: Filipe Scotti/Divulgação/ND

    Segundo o anúncio feito pelos diretores da AEB, em 25 de junho, durante uma reunião da diretoria da FIESC (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina), o desenvolvimento dos três primeiros nanossatélites da Constelação Catarina começará nos próximos meses.

    “Pequenos artefatos, do tamanho de um copo ou de uma caixa de sapatos, conseguem fazer muito mais do que os grandes satélites do passado”, disse  Carlos Moura. “A tecnologia permite que se condense cada vez mais capacidades em pequenos instrumentos”, acrescentou, ao destacar que o projeto se viabilizou graças à destinação de recursos pela bancada federal catarinense, R$ 5 milhões em 2021, e proposta de R$ 10 milhões em 2022.

    O diretor de Inovação e Competitividade da FIESC, José Eduardo Fiates, observou que a indústria aeroespacial apresenta grandes oportunidades para a economia catarinense.

    “É uma plataforma tecnológica que tem aplicações no conceito de smart cities, agro 4.0, indústria 4.0, saúde 4.0 e que vai envolver setores industriais nas áreas de metalomecânica, instrumentação, hardware, sistemas de automação, mecânica de precisão, entre outros”.

    Fiates diz ainda que existem amplas possibilidades de integração de entidades públicas e privadas e programas de fomento para o financiamento dos projetos.

    Fonte: NDmais


  • Prêmio Pesquisa de Destaque – Inscrições até dia 31 de agosto

    O Prêmio Pesquisa de Destaque da Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está com inscrições abertas até dia 31 de agosto. A condecoração reconhece o mérito de projetos de pesquisa realizados na instituição cujos resultados são destaque na pesquisa científica, tecnológica ou de inovação. O objetivo da iniciativa é proporcionar ampla visibilidade aos premiados como forma de inspirar a comunidade interna e externa nos diferentes campos de conhecimento.

    O grande benefício de premiar pesquisas na UFSC, na opinião do pró-reitor da Propesq, Sebastião Soares, é “expor à comunidade o trabalho incansável do corpo universitário no âmbito da pesquisa, a importância da ciência, tecnologia e inovação para o desenvolvimento social do País e incentivar a divulgação dos trabalhos aqui realizados e a sua excelência”.

    A premiação, aponta o gestor, é uma ação simbólica, que visa destacar o potencial de contribuição para o desenvolvimento científico e tecnológico do País e incentivar a realização de pesquisa científica, tecnológica e a inovação. Segundo ele, incentivar parcerias está também entre os objetivos almejados.

    “A pesquisa realizada na UFSC tem uma grande interação com demandas dos diversos segmentos da sociedade, seja no âmbito da pesquisa aplicada ou básica. Ou seja, efetivamente estão conectadas com a sociedade e contribuem para a evolução do conhecimento”, salienta Soares.

    A pró-reitoria lançou, no início de 2021 o Prêmio Mulheres na Ciência, que teve 72 pesquisadoras inscritas. “Esta ação [Pesquisa de Destaque] vem se juntar às ações que lançamos e pretendemos lançar, para o reconhecimento anual de pessoas à frente da pesquisa na UFSC. O prêmio lançado hoje tem foco voltado ao reconhecimento de uma obra, uma pesquisa inovadora, não é focado no pesquisador ou na pesquisadora. Difere-se nesse sentido, mas é igualmente relevante: esta premiação reconhece uma obra, as outras premiações reconhecerão a contribuição como um todo, o conjunto da obra de quem pesquisa na UFSC”, ressaltou Sebastião Soares.

    >> Conheça o regulamento do Prêmio Pesquisa de Destaque

    O Prêmio Pesquisa de Destaque elegerá vencedores em duas modalidades: a. Categoria Pesquisa Básica, que abrange pesquisas voltadas para o desenvolvimento de teorias e compreensão de fenômenos aplicáveis em longo prazo em qualquer área do conhecimento; e b. Categoria Pesquisa Aplicada, que compreende pesquisas voltadas para tecnologias e inovações que possam ser aplicadas em curto ou médio prazo, em qualquer área do conhecimento.

    Podem concorrer projetos de pesquisa registrados no Sigpex a partir de 2017, independentemente da grande área do conhecimento à qual esteja vinculado. As inscrições podem ser feitas por meio do Portal de Atendimento Institucional (PAI) da Propesq, disponível na página premiospropesq.ufsc.br.

    A Comissão Julgadora que avaliará as pesquisas candidatas será composta por até cinco membros, sendo um representante da Propesq, um representante da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e até três pesquisadores nível 1 do CNPq e externos à UFSC. Os membros do júri não devem ter histórico de colaboração ou laços familiares com nenhum dos candidatos.

    O prêmio Pesquisa de Destaque confere a cada vencedor: um diploma de reconhecimento; um vídeo realizado pela Agência de Comunicação da UFSC para divulgação científica, a ser veiculado em canais de ampla comunicação; e uma posição de destaque no Portal Permanente de Pesquisadores de Destaque.

    A honraria será entregue a cada ano, em sessão solene no Conselho Universitário da UFSC (ver cronograma).

    ATIVIDADE DATA
    Período de inscrições (Portal de Atendimento Institucional) De 01/07/2021 a 31/08/2021
    Avaliação pela Comissão Julgadora Setembro e outubro de 2021
    Divulgação dos(as) selecionados(as) Outubro de 2021
    Gravação do vídeo (produção presencial) A partir de outubro de 2021
    (a depender do status da pandemia, podendo ser adiada)
    Cerimônia de entrega do prêmio Outubro de 2021

    Mais informações na página premiospropesq.ufsc.br

     

     

    Fonte: Notícias UFSC


  • Publicações de autoria feminina se destacam na classificação da UFSC em ranking internacional

    O número de publicações de autoria feminina na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) se destaca na classificação do Leiden Ranking, produzido pelo Centro de Estudos de Ciência e Tecnologia (CWTS), da Universidade de Leiden, na Holanda. Entre os quatros indicadores existentes no levantamento, ‘Gênero’ coloca a UFSC em sua melhor colocação entre as 1.225 universidades avaliadas em 69 países.

    Ranking avalia proporção de autoras em publicações acadêmicas. Foto: Christin Hume/Unsplash

    O Leiden Ranking é baseado em dados bibliográficos de publicações científicas, em particular em artigos publicados em revistas científicas. Atualmente, baseia-se no banco de dados Clarivate Analytics Web of Science como fonte primária e não usa dados obtidos diretamente das universidades. Na listagem, são considerados quatro parâmetros de análise: 1. Impacto científico (artigos publicados na base de dados Web of Science de 2016 a 2019); 2. Colaborações (artigos em parceria com outras instituições); 3. Acesso aberto (proporção de artigos livres em relação aos restritos); 4. Gênero (proporção de autoras).

    Quando considerados os indicadores ‘Impacto científico’, ‘Colaborações’ e ‘Acesso aberto’, a Universidade figura entre as posições 430 e 480 no ranking internacional. Na classificação por gênero, a instituição catarinense passa a ocupar o 334º lugar, sendo a 10ª melhor colocada na América Latina e 8ª no Brasil. O levantamento contabiliza 17.741 publicações pela Universidade, sendo 7.185 delas (40,5%) de mulheres. Há ainda 811 publicações registradas como gênero desconhecido.

    A professora Maique Weber Biavatti, superintendente de Projetos da Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq), afirma que o ranking reforça a posição da Universidade vista em outras classificações, mas considera que a falta de recursos para pesquisa brasileira dificulta a competitividade com as melhores instituições do mundo. “A UFSC tem um protagonismo bastante importante na ciência brasileira considerando o tamanho da Universidade e a abrangência dela. Sempre ficamos entre as dez melhores universidades em vários rankings. Quanto à classificação mundial, sabemos que somos um país periférico, então é muito difícil chegarmos no mesmo ponto onde estão países centrais e que recebem um grande financiamento. Acho que fazemos um trabalho milagroso diante do baixo financiamento que temos. E para o incentivo à pesquisa, infelizmente, não é um cenário favorável este que estamos vivendo”, avaliou.

    Ainda em relação ao indicador ‘Gênero’, chama a atenção a proporção na divisão por áreas do conhecimento. A única em que o percentual de publicações femininas é superior às masculinas é na área das Ciências biomédicas e de saúde: 3.132 autorias masculinas (49,6%) e 3.186 autorias femininas (50,4%). Nas demais, a representatividade feminina é inferior. Nas Ciências da computação e Matemática, por exemplo, a participação das mulheres constitui apenas 10% do total de publicações (ver tabela abaixo).

    Autoria masculina Autoria feminina
    Ciências biomédicas e de saúde 3.132 (49,6%) 3.186 (50,4%)
    Ciências da vida e da terra 2.495 (55,5%) 2.000 (44,5%)
    Ciências da computação e Matemática 1.033 (90%) 115 (10%)
    Ciências físicas e Engenharias 3.598 (67,4%) 1.737 (32,6%)
    Ciências sociais e humanas 298 (67,1%) 146 (32,9%)

    Para a professora Maique, a leve vantagem em uma das áreas não é suficiente para consolidar uma maioria. “Compartilhar o protagonismo, do ponto de vista de igualdade, seria 50%. Mas se você considerar que nas Ciências da saúde, em geral, historicamente a participação feminina é muito superior a 50,4%, então não chega a ser representativa, uma vez que a área é predominantemente exercida por mulheres. Ainda há uma participação masculina bastante grande, apesar de a maioria das pessoas que se formam na área da Saúde serem do sexo feminino”, salientou.

    Já a professora Débora Menezes Peres, eleita na última semana a primeira mulher presidente da Sociedade Brasileira de Física, destaca a assimetria existente no número de pesquisadoras conforme o campo de atuação. A docente cita um estudo da Public Library of Science (PLOS) que colocou a Computação e a Física entre as áreas de menor representatividade feminina. “Esse estudo diz que levaria 258 anos para haver igualdade de gênero ou equidade de gênero quando o assunto é mulheres que publicam como primeiro ou último autor na área da Física, por exemplo. Primeiro ou último autor porque são as colocações de destaque quando os papers não estão em ordem alfabética”, explicou Débora. “Essa assimetria tem a ver com o número de pesquisadores nas diferentes áreas do conhecimento. A gente não precisa ir longe: se você olhar as estatísticas do número de mulheres na Física, na Engenharia da Computação, na Automação, dá pra ver que a diferença é muito grande”, complementou.

    Ambas as professoras concordam que a Universidade só tem a ganhar com indicadores positivos de diversidade. “Existem vários estudos, como da Mckinsey Diversity Database e da Goldman Sachs, que estudam a diversidade na academia. Todos eles mostram que a maior diversidade de gênero e ética contribui para uma pesquisa melhor, mais eficiente, e para que os grupos sejam mais produtivos. Então, a Universidade só ganha com indicadores positivos de diversidade, mesmo com alguns homens brancos conservadores gritando que não”, ressalta a professora Débora Peres.

    A UFSC implantou recentemente ações que buscam diminuir o desequilíbrio que existe na produção científica. A professora Maique Biavatti destacou a instituição da Comissão de Equidade, formalizada em portaria da Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidade (Saad), com representação de mulheres de diferentes setores, cargos e campi. Ressaltou ainda a idealização do Prêmio Propesq – Mulheres na Ciência, que busca inspirar a comunidade científica interna e externa nas diferentes áreas do conhecimento e contribuir para diminuir a assimetria de gênero na ciência. “Devemos pensar sempre em formas de diversificar os grupos de pesquisa o máximo que pudermos para atingirmos pontos de vista, pensamentos e hipóteses científicas mais criativas”, afirmou.

    Classificação nos demais indicadores

    A classificação da UFSC variou entre as posições 432 e 479 nos outros três indicadores do Leiden Ranking. Quanto ao ‘Impacto Científico’, a Universidade ocupa o 432º lugar entre as 1.225 instituições avaliadas no mundo, sendo a 8ª mais bem classificada na América Latina e 7ª no Brasil. Ao todo, o levantamento contabiliza 3.213 publicações no período entre 2016 e 2019. Destas, 1.088 são das Ciências físicas e Engenharias, 922 das Ciências biomédicas e de saúde, 754 das Ciências da vida e da terra, 311 das Ciências da computação e Matemática, e 118 das Ciências sociais e humanas.

    Quanto ao indicador ‘Colaborações’, a Universidade figura na 479ª posição no mundo, 11ª na América do Sul e 8ª no Brasil. Foram registradas, conforme o ranking, 6.245 colaborações entre 2016 e 2019, sendo 5 mil publicações colaborativas interinstitucionais (80,1% do total), 2.687 publicações colaborativas internacionais e 177 contribuições colaborativas com a indústria. A UFSC repete esta classificação (479ª no mundo, 11ª na América do Sul e 8ª no Brasil) quando considerado o indicador ‘Acesso aberto’. Das 6.245 das publicações analisadas na pesquisa, 2.109 são de acesso aberto (33,8% do total).

    Maykon Oliveira/Jornalista da Agecom/UFSC

    Fonte: Notícias UFSC


  • Chamadas CNPq – Bolsas Produtividade DT, PQ e Sênior

    A Pró-reitoria de Pesquisa informa que o CNPq lançou as chamadas de bolsas produtividade DT, PQ e Sênior. Os editais estão disponíveis nos links abaixo.

     

     

     

    Mais informações no site do CNPq.


  • Professora da UFSC é a primeira mulher eleita para presidir a Sociedade Brasileira de Física

    Débora Peres Menezes é a responsável pelo canal ‘Meninas na Ciência’ no Youtube. Foto: reprodução/Youtube

    A professora Débora Peres Menezes, do Departamento de Física da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi eleita presidente da Sociedade Brasileira de Física (SBF), a maior sociedade científica, em número de sócios, do Brasil. Os resultados foram divulgados na última quinta-feira, 18 de junho, e a posse da diretoria eleita está agendada para 16 de julho.

    Com isso, Débora se tornou a primeira mulher eleita para o cargo na SBF. Antes dela, a professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Belita Koiller foi eleita vice-presidente e assumiu a presidência por um período, em 2016, quando o então presidente, Ricardo Galvão, deixou o cargo para assumir a diretoria do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

    Débora possui graduação em Física (bacharelado e licenciatura) pela Universidade de São Paulo (USP), mestrado pela mesma instituição, doutorado pela University of Oxford, na Inglaterra e pós-doutorado pela Universidade de Coimbra, Portugal, além de estágio sênior pela Sydney University (Austrália) e pela Universidade de Alicante (Espanha). Desde 1992, é docente da UFSC.

    A professora integra o Comitê Gestor do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) – Física Nuclear e Aplicações e a Comissão de Física Nuclear da International Union of Pure and Applied Physics. Também já participou do Comitê Assessor de Física e Astronomia do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Comissão de Física Nuclear e Aplicações da SBF, do Grupo de Trabalho sobre Questões de Gênero da SBF e, entre 2008 e 2012, foi pró-reitora de Pesquisa da UFSC. Em 2012, foi contemplada com a Medalha e Diploma de Mérito Francisco Dias Velho pela Câmara Municipal de Florianópolis.

    Simultaneamente às atividades de ensino e pesquisa, Débora se dedica ativamente à divulgação científica. Ela é responsável pelo canal do Youtube Mulheres na Ciência, que busca levar ao público diversos tópicos científicos de forma descomplicada e objetiva por meio de filmes curtos produzidos e protagonizados por cientistas e estudantes mulheres. Os vídeos têm um papel de contribuir com o letramento científico dos brasileiros, de divulgar pesquisas de ponta e de lutar contra o falso estereótipo de gênero que enxerga mulheres como menos competentes do que os homens.


  • Mapeamento de Produções de Projetos – Fapesc

    A Fapesc está fazendo um levantamento inédito para mapear as produções (acadêmicas e técnicas) feitas pelos projetos que receberam fomento da fundação, por meio das chamadas públicas.
    Para isso, estão pedindo o envio de dados de submissões e publicações realizadas pelos proponentes e membros de equipe de projeto, até 31/12/2020.

    Prazo para resposta: até 30 de junho de 2021.
    Como: acesse o formulário clicando aqui.
    Período de abrangência das produções: 01/01/2015 até 31/12/2020.

    Importante: as produções deverão estar relacionadas somente aos projetos que receberam recursos da Fapesc, independente se o projeto já esteja concluído ou não.

  • UFSC está entre as melhores universidades do mundo segundo ranking internacional

    Pela nona vez consecutiva, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) é uma das ranqueadas no QS World University Rankings. O levantamento coloca a UFSC entre as mil melhores universidades do mundo. A instituição segue no intervalo de posições entre 801º e 1.000º, o mesmo da edição anterior. Somente 27 universidades brasileiras estão nessa lista.

    A classificação é elaborada anualmente pela Quacquarelli Symonds (QS), empresa britânica especializada em educação. Os dados resultam de pesquisas com mais de 45 mil empregadores e 94 mil especialistas em todo o mundo.

    A avaliação é realizada por meio de seis critérios, incluindo reputação acadêmica, reputação de empregador, relação docente/estudante, citações, índice de professores internacionais e índice de estudantes internacionais. Desses seis indicadores, a reputação acadêmica é o mais forte da UFSC.

    Acesse o documento com o detalhamento do resultado da UFSC.

    A pontuação geral e mais informações sobre a metodologia podem ser encontradas na página da QS World University Rankings.

     

    Fonte: Divulga UFSC


  • Conhecendo a Iniciação Científica da UFSC – 80

    Encerramos hoje a publicação da série de vídeos feitos por alunos da UFSC com linguagem simples e com objetivo de aproximar a ciência ao cotidiano dos brasileiros e evidenciar como a pesquisa e a atividade científica podem contribuir para o bem estar do indivíduo e da sociedade.

    A postagem de hoje apresenta os trabalhos dos(as) bolsistas:

    Marina Moura

    Luiza Wagner Ramos

    Valdorion José da Cunha Klein Junior

    Fabiana Kruscinski

    Elisa Varela de Oliveira

    Daniel Steiner


  • Conhecendo a Iniciação Científica da UFSC – 79

    Uma série de vídeos feitos por alunos da UFSC com linguagem simples e com objetivo de aproximar a ciência ao cotidiano dos brasileiros e evidenciar como a pesquisa e a atividade científica podem contribuir para o bem estar do indivíduo e da sociedade.

    A postagem de hoje apresenta os trabalhos dos(as) bolsistas:

    Laise Souza

    Victoria Corrêa Tavares

    Hugo Raffi

    Pamela Xavier Mendoza

    Ivana Felipe


  • Inscrições no Prêmio Mulheres na Ciência – Prazo até 08/06/2021

    Encerra-se em 8 de junho o prazo para inscrições no Prêmio Propesq – Mulheres na Ciência, promovido pela Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A premiação visa estimular, valorizar e dar visibilidade às mulheres que fazem pesquisas científicas, tecnológicas e inovadoras, bem como inspirar a comunidade científica interna e externa nas diferentes áreas do conhecimento e contribuir para diminuir a assimetria de gênero na ciência.

    Podem propor indicações as próprias mulheres interessadas em concorrer, departamentos ou programas de pós-graduação da UFSC e orientandos atuais ou anteriores da pesquisadora. São contempladas três categorias: Júnior, para pesquisadoras que ingressaram no quadro permanente da UFSC após 31 de dezembro de 2013; Plena, para as que ingressaram entre 31 de dezembro de 2000 e 31 de dezembro de 2013; e Sênior, para aquelas que ingressaram antes de 31 de dezembro de 2000. As vencedoras receberão um diploma e terão um vídeo realizado pela Agência de Comunicação da UFSC (Agecom) para divulgação científica. A produção também comporá a galeria de destaques na ciência da Propesq.

    O regulamento e o formulário para inscrições estão disponíveis no site da premiação.

     

     

     

     

     

     

     

     

    Fonte: Notícias UFSC


  • Conhecendo a Iniciação Científica da UFSC – 78

    Uma série de vídeos feitos por alunos da UFSC com linguagem simples e com objetivo de aproximar a ciência ao cotidiano dos brasileiros e evidenciar como a pesquisa e a atividade científica podem contribuir para o bem estar do indivíduo e da sociedade.

    A postagem de hoje apresenta os trabalhos dos(as) bolsistas:

    Aline Bortoluzzi

    Michel Felipe Moraes Mesalira

    Thiago Mazzucco Vinter

    Bárbara Eberhardt

    Mariele Tortelli


  • Conhecendo a Iniciação Científica da UFSC – 77

    Uma série de vídeos feitos por alunos da UFSC com linguagem simples e com objetivo de aproximar a ciência ao cotidiano dos brasileiros e evidenciar como a pesquisa e a atividade científica podem contribuir para o bem estar do indivíduo e da sociedade.

    A postagem de hoje apresenta os trabalhos dos(as) bolsistas:

    Angela Vitória Cechinel Damiani

    Pedro Côrte

    Byron Andrade Amorim Melo

    Nicolas Severino

    Vinicius Gomes da Silva


  • Apresentação do Programa Finep Conecta – Pró-reitoria de Pesquisa/UFSC

    A Propesq promoveu uma reunião com pesquisadores e demais interessados juntamente com a equipe da Finep que apresentou o Programa Finep Conecta Automático.
    O Finep Conecta Automático objetiva induzir a cooperação entre ICTs previamente cadastradas (caso da UFSC) e empresas para o desenvolvimento de novos produtos, processos e serviços. Especificamente, este programa visa:

    • Promover maior alinhamento dos objetivos da Ciência Nacional às demandas empresariais;
    • Elevar os dispêndios em projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, e incentivar projetos de maior risco tecnológico;
    • Aumentar a produtividade e a competitividade das empresas nacionais.

    Assista o vídeo da reunião:


  • Propesq seleciona bolsista de estágio – Coordenadoria de Projetos Institucionais

    Dados da vaga de estágio

    Local: Trabalho remoto para Coordenadoria de Projetos Institucionais da Pró-Reitoria de Pesquisa

    Bolsa: PIBE UFSC no valor mensal de R$ 787,98

    Carga horária: 20 horas semanais (4h por dia, no período da manhã)

    Resumo das atribuições: analisar processos digitais que tramitam acordos com empresas e instituições públicas para a execução do projetos de pesquisa, elaborar declarações de anuência e coletar assinaturas.

    O trabalho remoto perdurará enquanto a Propesq estiver nesta modalidade.

    Requisitos:

    – Estar cursando Administração ou Direito, fases iniciais
    – Boa interpretação de texto de cunho administrativo e jurídico
    – Boa redação
    – Bom conhecimento de programas de criação e edição de texto
    – Facilidade para uso de sistemas de gerenciamento
    – Sem FI no semestre anterior e com IAA de no mínimo 6
    – Deve ter boa conexão com a internet disponível (e computador)

    Interessados enviar currículo até dia 11/06/2021 com o assunto “Vaga de Estágio” para dp.propesq@contato.ufsc.br.

    Vigência da bolsa até 31/12/2021.


  • Iniciativa SociaLab – reunião promovida pela Propesq

    A Propesq promoveu no dia 24/05/2021 uma reunião para apresentação da iniciativa Social Lab- http://www.socialab.com.br/

    A SociaLab “trata-se de uma plataforma de troca de reagentes e células, feita por Pesquisadores para Pesquisadores. O material que não é mais necessário em seu laboratório pode ser útil para outros pesquisadores, que podem possuir algo que seja necessário para sua pesquisa”.

    A apresentação foi feita pelo professor Lucio Freitas Junior, professor da USP e idealizador da iniciativa e pode ser acessada abaixo.

    A Propesq agradece a presença e a divulgação junto à comunidade por parte dos pesquisadores da UFSC.