Pró-Reitoria de Pesquisa
  • Publicado em 07/02/2017 às 08:44

    portal oportunidades    grupos de pesquisa 
    iniciação cientifica  ct infra  laboratorios 


  • Plataforma Brasil – carta elaborada pela Instância CHS/CONEP em 26/10/2017.

    Publicado em 04/01/2019 às 10:52

    A Propesq divulga, aos interessados, a Carta Circular nº 110-SEI/2017-CONEP/SECNS/MS que tem por objetivo orientar pesquisadores e membros do sistema CEP/CONEP quanto ao preenchimento da Plataforma Brasil no tocante às pesquisas que utilizam metodologias próprias das áreas de Ciências Humanas e Sociais, na versão atual da PB.


  • Doação de medula óssea ao pesquisador Henry Xavier Corseuil

    Publicado em 24/12/2018 às 09:43

    Queridos leitores e colegas,  o professor e pesquisador Henry Xavier Corseuil, do centro tecnológico da UFSC, precisa de um doador de medula óssea compatível com o seu HLA. Interessados que tiverem entre 18 e 55 anos  podem ir ao banco de sangue de sua cidade e se apresentar como doador de medula óssea. O exame é simples: apenas uma simples coleta de sangue. É indicado ligar para o banco de sangue mais próximo de sua residência para agendar o horário de coleta.

    Pode ser em qualquer lugar do mundo.

    Como se Tornar um Doador

    Este 👆🏽é um registro nacional. Basta ir ao banco de sangue e pedir para ser doador. É possível priorizar a doação para Henry Xavier Corseuil.

    Veja também nos EUA:
    https://bethematch.org

    A Propesq agradece e deseja boas festas a todos.


  • Com ciência negra – Empatia

    Publicado em 17/12/2018 às 09:09

    A Universidade é um dos espaços mais democráticos que existem nos dias atuais. Porta para a formação de profissionais capacitados, esses espaços são principalmente áreas com capacidade para discutir todos os assuntos de interesse social, desde os comuns no cotidiano até os mais segmentados.

    De origem baiana, Karine de Souza Silva é um retrato dessa função. Filha de um casamento interracial, Karine é formada em Direito, com mestrado e doutorado na área de Direito Internacional, campo no qual trabalha até hoje. “Venho de uma família multirracial, na verdade. Assim como alguns outros professores negros daqui e também como uma legítima baiana.”

    A Bahia, é no Brasil, um dos estados com maior índice de miscigenação, estando ainda na primeira colocação entre os 27 estados com maior taxa de população negra no país. Mesmo com esse panorama, apenas 2% dos professores da Universidade Federal da Bahia são negros, segundo estudo feito pelo Coletivo Luiza Barros.

    Seu ingresso e permanência na Universidade foram difíceis, conta Karine. Na época, o sistema de cotas não existia, mas foi beneficiária de uma  bolsa de estudos o que foi fundamental para sua permanência no ambiente universitário. Hoje, ela atua no departamento de Economia e Relações Internacionais, e é titular de duas Cátedras internacionais, a “Jean Monnet” da União Europeia, e a “Sérgio Viera de Mello” do ACNUR ONU.
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  • Com ciência negra – Física de referência

    Publicado em 11/12/2018 às 09:18

    No filme “Estrelas além do tempo”, a atriz Taraji P. Henson interpreta Katherine G. Johnson. Katherine foi um nome importantíssimo para a exploração espacial norte-americana na década de 1960 durante o período da Guerra Fria. Matemática, cientista espacial e física, Katherine revolucionou os ramos da física no mundo por dois atributos importantes: era mulher e negra.

    Durante toda a experiência escolar, conhecemos Isaac Newton, Albert Einsten e James Clerk Maxwell, grandes nomes da história da física que contribuíram de forma imprescindível para a pesquisa científica. Além dos estudos, todos esses nomes (e grande maioria das referências na área) têm em comum o fato de pertencerem à raça branca.

    Há muitos anos, o racismo se manifesta de maneira enraizada na estrutura da sociedade, fazendo com que não tenhamos acesso direto a nomes como o de Katherine, ou até aos mais próximos de nossa convivência acadêmica, como o de Alexandre Magno Silva Santos.

    Vindo de família pobre da capital do Espírito Santo, Vitória, Alexandre viveu uma infância e juventude muito difíceis. Sua família materna, de descendência direta de povos africanos (e também escravizados) foi a base da conquista de toda sua trajetória, apesar das dificuldades. Alexandre considera que sua entrada na escola técnica após o ensino médio foi uma de suas primeiras conquistas. “Aliás, na verdade, sobreviver foi minha primeira conquista. Mas a nível acadêmico, isso foi uma conquista grande porque meus colegas todos eram de classe média pra cima”.

    Enfrentando problemas com a fome desde muito cedo, Alexandre recebia socorro de um tio. Porém devido ao fato do tio possuir um problema de saúde envolvendo o olfato, muitas vezes o entregava comidas estragadas. “E a gente já estava muitas vezes à prova. Entregues já. Uma vez nós chegamos ao consenso de que não teria mais como, a gente iria morrer. Eu lembro de deitar numa cama e desmaiar de fome, esperando a morte chegar”.
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  • Prêmio Inventor: Petrobras premia inventores de universidades e empregados

    Publicado em 07/12/2018 às 11:37

    No dia 12 de dezembro, quarta-feira, a Petrobras realizará a cerimônia de entrega do Prêmio Inventor, homenageando aqueles que contribuíram para os pedidos de depósito de patentes em 2107. Serão premiados pesquisadores da empresa e de quatro instituições parceiras: UTFPR, UFSC, UFRGS e UFRJ.

    O Prêmio Inventor 2018 consiste na entrega de certificado sobre o pedido de depósito de patente assinado pelo Presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, e de troféu especialmente confeccionado para a cerimônia.

    Veja abaixo a relação de premiados das universidades:

    UFSC
    Fabio Aparecido Alves da Silva
    Matias Roberto Viotti
    Armando Albertazzi Junior

    UFRGS
    Janice Adamski

    UFRJ
    Denise Maria Guimarães Freire
    Erika Cristina Gonçalves Aguieiras
    Elisa D´Avila Cavalcanti Oliveira
    Jaqueline Greco Duarte
    Kassia Leone Ignacio
    Valéria Ferreira Soares
    Priscila Rufino da Silva
    Alexandre Teixeira de Pinho Alho
    Marta Cecília Tapia Reyes
    Peter Kaleff

    UTFPR
    Rigoberto Eleazar Melgarejo Morales
    Hans Emerson Maldonado Ninahuanca
    Cesar Yutaka Ofuchi
    Flávio Neves Junior
    Paulo Henrique Dias dos Santos

     

     


  • Com ciência negra – Jornalismo negro

    Publicado em 05/12/2018 às 15:08

    Trabalhar na televisão, nas redações de jornais, revistas ou através da ferramenta do século XXI, a internet, pode ser algumas das possibilidades de quem se forma em jornalismo. Existe ainda, a chance de estar nas rádios ou seguir carreira acadêmica, que é parte essencial da formação do profissional que resolve se graduar mesmo sabendo que o diploma não é mais obrigatório para exercer o trabalho.

    A comunicação, assim como a educação e a saúde, é alicerce fundamental para a vida do ser humano e é inegável o papel do jornalismo para a sociedade mesmo enfrentando crises de funcionamento. As fake news, por exemplo, têm sido um dos argumentos mais utilizados para tentar descredibilizar sua função social, de informar aos cidadãos fatos do cotidiano.

    No Brasil, todos os anos, mais de sete mil jornalistas são formados. Mas assim como na grande maioria dos cursos superiores, nem metade dessas pessoas faz parte da população negra do país. Na UFSC, esse cenário é facilmente percebido e extremamente contrastante. Até 2017, por exemplo, não havia professores ou professoras negras no curso de Jornalismo até Leslie Sedrez Chaves ocupar esse lugar.
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  • Cerimônia de premiação do 28º SIC e do 8º SIC-EM

    Publicado em 28/11/2018 às 17:59

    Ocorreu hoje, dia 28 de novembro, a cerimônia de premiação do Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica (SIC) e do Seminário de Iniciação Científica para o Ensino Médio da UFSC . A solenidade foi realizada pela 28ª e 8ª vez, respectivamente, e contou com a participação do reitor em exercício Rogério Cid Bastos, o pró-reitor de pesquisa Sebastião Soares e o superintendente de projetos Armando Albertazzi.

    O evento teve uma hora de duração e gratificou estudantes das três grandes áreas do conhecimento (Ciências da Vida, Ciências Exatas e da Terra e Ciências Humanas, Sociais, Artes e Linguagens) e Desenvolvimento Tecnológico e Inovação. Assim como, também foi premiado um aluno do Ensino Médio com bolsa de iniciação científica. Para os  estudantes de graduação selecionados, foram concedidas passagens aéreas e uma ajuda de custo para participar da Jornada Nacional de Iniciação Científica (JNIC), que será realizada na 71ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que acontecerá de 21 a 27 de julho de 2019, em Campo Grande – Mato Grosso do Sul.  Já o aluno do Ensino Médio, foi contemplado com um notebook doado pela FEPESE.

    Cerimônia de premiação do 28º SIC e do 8º SIC-EM

    Cerimônia de premiação do 28º SIC e do 8º SIC-EM

    Cerimônia de premiação do 28º SIC e do 8º SIC-EM

    Cerimônia de premiação do 28º SIC e do 8º SIC-EM

    Confira abaixo a lista dos estudantes contemplados pelo prêmio e os vídeos elaborados por eles, sobre os trabalhos desenvolvidos.

    Ciências da Vida
    NATÁLIA MACHADO GUTIERREZ
    CAMILA BRUNFENTRINKER

    Ciências Exatas e da Terra
    MARIA RITA LUA DE QUADROS
    AUGUSTO LUIZ GREUEL

    Ciências Humanas, Sociais, Artes e Linguagens
    FRANCISCO ABRAHÃO GONZAGA
    MARIENE ALVES DO VALE

    PIBITI
    ANA LÚCIA SCHAIDT

    PIBIC-EM
    FÁBIO DE FREITAS SANTANA


  • Com ciência negra

    Publicado em 27/11/2018 às 10:32

    A chegada de pessoas provindas do continente africano no Brasil, assim como em muitos outros países, não se deu de forma digna. Trazidas em grandes embarcações, essas pessoas não tinham direito às necessidades básicas para sobreviver, por isso milhares delas não conseguiam chegar vivas ao país recém-explorado pela colonização europeia.

    Assim como os povos indígenas que já habitavam as regiões, os homens e as mulheres escravizados eram considerados produtos com a única intenção de satisfazer as vontades de seus senhorios. A abolição da escravatura, porém, não trouxe a liberdade total para esse povo. Sem as mesmas oportunidades, a comunidade negra se viu obrigada a submeter-se a um estilo de vida precário, evidenciando a desigualdade racial.

    Segundo o IBGE, 46,7% de toda a população do Brasil se considera parda e 8,2% preta. O aumento de mais de 6% em relação à pesquisa realizada no ano de 2012, enfatiza o cenário onde mais da metade dos cidadãos brasileiros estão separados por um contraste estruturado na sociedade.
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  • Por outro ângulo

    Publicado em 14/11/2018 às 14:27

    Segundo o dicionário Michaelis, senso comum é o “conjunto de ideias, opiniões e pontos de vista de um grande número de pessoas em um determinado contexto social que se estabelecem e impõem como naturais e necessárias, não admitindo grandes questionamentos nem reflexões[…]”. Esse pensamento acrítico, assim como a falta de esclarecimento de algumas informações, muitas vezes, é a causa da formação de diversos preconceitos existentes na sociedade.

    Na Universidade Federal de Santa Catarina, registrados pela Pró-Reitoria de Pesquisa, existem por volta de 860 projetos de pesquisa em andamento no ano de 2018. Entretanto, quando esse panorama é observado através de outro ângulo, é possível reparar que os servidores técnico-administrativos da própria Universidade não ocupam muitos dos cargos de coordenação desses projetos.

    Sharbel Weidner Maluf

    Biólogo formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Sharbel Weidner Maluf é servidor técnico-administrativo do Hospital Universitário (HU) da UFSC. Líder de Grupo de Pesquisa do CNPq desde 2003, atualmente Sharbel coordena um projeto que busca internalizar alguns exames específicos no Laboratório de Genética do HU, tendo em vista que muitos deles eram realizados através de serviços terceirizados.
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  • SISGEN – Termo de Compromisso enviado pela Reitoria

    Publicado em 06/11/2018 às 13:30

    Informamos que, em atenção a  Resolução CGen nº 19, de 2018, a UFSC enviou o Termo de Compromisso para a regularização dos usuários que realizaram atividades de acesso ao patrimônio genético ou ao conhecimento tradicional associado, unicamente para fins de pesquisa científica (Art. 38, § 2º da Lei nº 13.123).

    Dessa forma, de acordo com a referida resolução, os usuários terão prazo de 1 (um) ano, contado da data de assinatura do TC pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), para especificar em anexos próprios as atividades a serem regularizadas, e mais 1 (um) ano para cadastrar as atividades de acesso ao patrimônio genético ou conhecimento tradicional associado, a serem regularizadas.

    Em caso de dúvidas sobre sobre o enquadramento das atividades de pesquisa à regulamentação do SISGEN e dificuldades com a operacionalização do sistema, favor encaminhar e-mail para sisgen@mma.gov.br.

    Em caso de dúvidas sobre a habilitação do vínculo institucional do pesquisador junto à UFSC, favor encaminhar e-mail para dp.propesq@contato.ufsc.br