Pró-Reitoria de Pesquisa
  • Publicado em 04/04/2018 às 09:08

  • Publicado em 07/02/2017 às 08:44

    portal oportunidades    grupos de pesquisa 
    iniciação cientifica  ct infra  laboratorios 


  • Universidades públicas realizam mais de 95% da Ciência no Brasil

    Publicado em 18/04/2019 às 09:52

    Quem minimamente acompanha a questão da produção científica no Brasil e do financiamento da pesquisa em ciência, tecnologia e inovação sabe que, ao lado da meta tão longamente sonhada da aplicação de 2% do PIB no setor, um bom equilíbrio entre investimentos públicos e privados nessas atividades constitui o segundo grande objeto de desejo de boa parte dos estrategistas e gestores da área – além, é claro, da parcela da comunidade científica nacional bem antenada às políticas de CT&I.

    Isso se apresentou desde a redemocratização do país, na segunda metade dos anos 1980. O espelho em que todos miravam era obviamente o das nações mais desenvolvidas. O pensamento que então se espraiava, muito distante de recentíssimas tentações obscurantistas, era o de que o desenvolvimento científico e tecnológico constituía condição sine qua para um verdadeiro desenvolvimento socioeconômico e para a implantação de uma sociedade mais justa.

    Na época, o Brasil andava ali pela casa de pouco mais de 0,7% do PIB em investimentos totais em ciência e tecnologia e a participação do setor privado, quer dizer, de empresas, ressalte-se, nesse bolo, mal ultrapassava a marca de 20%. De lá para cá, o país fez uma reviravolta nesses números, avançou muito, e pode-se mesmo dizer que cresceu espetacularmente, quando a métrica é o volume de artigos científicos indexados em bases de dados internacionais, um indicador mundialmente consagrado. Essa produção científica praticamente dobrou do começo para o fim da primeira década do século XXI. E continuou sua ascensão consistente (dados disponíveis até 2016).
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  • CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO – Ep 06

    Publicado em 15/04/2019 às 08:31

    No sexto episódio da série “CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO” é a vez do prof. Irineu Manoel de Souza, diretor do Centro Socioeconômico da UFSC, contar sobre aquilo que está sendo produzido no Centro.

    Confira:

    Produção por: Leticia Silva


  • Plataforma reúne 400 bancos de dados para uso por pesquisadores

    Publicado em 12/04/2019 às 15:22

    Site fundado em 2003 facilita acesso a informações e pesquisas para cientistas políticos e sociais

     

    Não basta ter um supercomputador, desenvolvedores precisam avaliar como os dados estão sendo processados e prestar atenção no desempenho – Foto: Reinaldo Mizutani // Jornal da USP

    O Consórcio de Informações Sociais (CIS), uma plataforma vinculada aos Departamentos de Sociologia e Ciência Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, está trabalhando na captação de bancos de dados junto à comunidade acadêmica. Pesquisadores e laboratórios podem submeter dados de trabalhos produzidos durante a criação de teses, dissertações, iniciações científicas, entre outros. A ideia é gerar um intercâmbio de informações com pesquisas qualitativas e quantitativas em diversos campos das Ciências Sociais e áreas relacionadas.

    Dentro do CIS, o usuário pode encontrar dados e materiais de pesquisa sobre desigualdade de gênero, violência, eleições, arte e cultura, direitos humanos, descriminalização de drogas, entre outros temas. É possível também observar variáveis, como idade, sexo e até mesmo cruzar essas informações. Os questionários usados na pesquisa e sua abrangência, além de outros materiais metodológicos, são disponibilizados pelo site.
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  • CNPq inclui data de nascimento ou adoção de filhos no Currículo Lattes

    Publicado em 08/04/2019 às 10:30

    A data de nascimento e de adoção de filhos passará a fazer parte das informações que poderão ser colocadas no Currículo Lattes, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A iniciativa foi aprovada pela Diretoria Executiva da agência no último dia 19 de março.

    Essa informação será de preenchimento facultativo, no campo de Dados Pessoais, tanto para homens quanto para mulheres, e não será exibida nas consultas públicas dos currículos, podendo, no entanto, subsidiar o levantamento de dados e a realização de estudos sobre o impacto da maternidade e da paternidade na carreira científica.

    A proposta foi motivada por um demanda apresentada pelo grupo Parent in Science e subscrita por várias associações científicas que sensibilizou a Diretora de Engenharias, Ciências Exatas, Humanas e Sociais do CNPq, Profa. Adriana Tonini, que encaminhou a proposta à Diretoria Executiva neste mês.

    Para Adriana Tonini, “trata-se de um avanço importante, que permitirá conhecer, de maneira abrangente, dados sobre o impacto do nascimento ou adoção de filhos na produtividade e na carreira de mães e pais cientistas. Como o Currículo Lattes é uma base de dados largamente utilizada, as informações poderão servir de subsídio para diagnósticos, avaliações e outras iniciativas sobre a temática”.

    Com a aprovação, a proposta seguirá fluxo de desenvolvimento e implementação, devendo estar disponível para preenchimento no Currículo Lattes nos próximos meses.

    O fomento a ações de promoção da equidade entre homens e mulheres na ciência e tecnologia é uma das principais exigências mundiais da área. No caso brasileiro, iniciativas nesse sentido são particularmente importantes, pois há um cenário em que, apesar do número crescente de mulheres que recebem bolsas de formação, elas ainda são minoria em algumas áreas do conhecimento (nas ciências exatas, engenharias e computação) e em algumas bolsas de maior prestígio (como a Bolsa de Produtividade em Pesquisa). Parte da discussão sobre implementação de políticas para fomento à participação de mulheres na C&T é dirigida à atração de mulheres para a área; outra parte também importante é a mudança de determinados mecanismos de exclusão ou estagnação na carreira científica.

    O CNPq tem sido pioneiro na discussão e enfrentamento do tema. O Programa Mulher e Ciência, criado em 2005, foi o vetor de uma série de iniciativas que promovem um ambiente mais equânime no campo da ciência, da tecnologia e da inovação, com destaque para a aprovação da prorrogação de bolsas – por um período de 4 ou 12 meses, a depender da modalidade da bolsa – em caso de parto ou adoção.

     

    Para conferir a matéria na íntegra, acesse o link.

    Fonte: CNPQ, 26 de março de 2019.


  • “Computação Sem Caô” usa assuntos do dia a dia para explicar conceitos da área

    Publicado em 04/04/2019 às 09:56

    A líder do “Computação Sem Caô”, Ana Carolina da Hora, com os grantees da Pesquisa Francisco Santanna (à esquerda) e Marco Zanata. Foto: divulgação – Serrapilheira

    Clarice Cudischevitch

    Foi a partir de um desafio inusitado que surgiu o “Computação Sem Caô”, um dos projetos apoiados pelo Camp Serrapilheira: a criadora, Ana Carolina da Hora, se propôs a explicar algoritmos para sua avó. No episódio, documentado pelo Instagram, Ana faz uma analogia com receitas de bolo para explicar que algoritmo é como uma forma de ajudar o computador a entender o que se quer que ele execute.

    Assim se desenvolveu a ideia de produzir vídeos que relacionassem assuntos do cotidiano à ciência da computação. O plano era explicar os conceitos de uma forma não apenas compreensível a todos, mas também divertida, despertando o interesse de jovens por uma área que, à primeira vista, soa complexa e enigmática. Para isso, a série parte do carisma de Ana, apresentadora dos vídeos e ela própria cientista da computação, para desmistificar esse universo. 
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  • Mulheres assinam 72% dos artigos científicos publicados pelo Brasil

    Publicado em 01/04/2019 às 09:50

    O Brasil publicou cerca de 53,3 mil artigos, dos quais 72% são assinados por pesquisadoras mulheres.

    O Brasil é o país íbero-americano com a maior porcentagem de artigos científicos assinados por mulheres seja como autora principal ou como co-autora, de acordo com a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI). Entre 2014 e 2017, o Brasil publicou cerca de 53,3 mil artigos, dos quais 72% são assinados por pesquisadoras mulheres.

    Atrás do Brasil, aparecem a Argentina, Guatemala e Portugal com participação de mulheres em 67%, 66% e 64% dos artigos publicados, respectivamente. No extremo oposto estão El Salvador, Nicarágua e Chile, com mulheres participando em menos de 48% dos artigos publicados por cada país.

    Além desses países, a OEI analisou a produção científica da Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Cuba, República Dominicana, Equador, Espanha, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela. Os dados fazem parte do estudo As desigualdades de gênero na produção científica ibero-americana, do Observatório Ibero-americano de Ciência, Tecnologia e Sociedade (OCTS), instituição da OEI.

    Nas salas de aula, as meninas são cerca de 5% dos estudantes, disse a professora Maria Cristina Tavares – Divulgação Unicamp // Sociedade Científica

    A pesquisa analisou os artigos publicados na chamada Web of Science, em português, web da ciência, que é um banco de dados que reúne mais de 20 mil periódicos internacionais.
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  • “Tamanho não é documento”: nossas universidades produzem milhares de pesquisas, mas impacto global é pequeno

    Publicado em 29/03/2019 às 11:27

    “Nos primeiros meses de 2019, publiquei uma série de artigos nos quais apresentei a lastimável situação do impacto da ciência nacional. Acostumamo-nos a ouvir os governos do PT alardearem que o Brasil estava em 13º lugar no ranking de produção científica mundial. Essa posição foi, de fato, alcançada em 2009/2010 – época de grande “júbilo” de nossa ciência aos olhos da extrema-imprensa e do governo. O problema é que essa imensa quantidade de publicações científicas, por si só, não tem qualquer significado. Passamos de 18,5 mil artigos em 2002 para 68,7 mil em 2015 – um aumento de 270%. No ano seguinte, foram 72,1 mil artigos, mas caímos para a 14º posição mundial. Ao analisarmos o ranking de impacto científico medido em citações por publicação (ou CPP, citations per paper), a história é outra. Posicionamo-nos em 2016 no 53º lugar no ranking CPP de 66 países com pelo menos 3.000 publicações. O Brasil apresentou um impacto (CPP=2,12) 55% menor que o da Suíça, 1ª colocada (CPP=4,68). Nossas pesquisas envolveram investimentos de 1,3% do PIB (em 2016), percentual similar ao de diversos países com CPP substancialmente maior, como Portugal, Espanha, Itália, Irlanda e Estônia.

     

    “Qual a origem de boa parte da produção científica nacional? As universidades federais e as 3 universidades estaduais paulistas. Players secundários, em termos de quantidade, são a Embrapa, os institutos de pesquisa do MCTI, ITA, outras universidades estaduais e universidades privadas. Ora, se grande parte da nossa ciência vem das universidades, seria proveitoso avaliar como elas estão no ranking mundial de impacto da produção científica. Nesse sentido, o Leiden Ranking*, é excelente, pois classifica 938 universidades por quantidade de publicações ou por impacto. Ao olharmos para o ranking 2013-2016, o mais recente (divulgado em 2018), verificamos que a USP está em 8º lugar mundial em quantidade de publicações, com 16,1 mil artigos indexados no Web of Science (veja tabela abaixo). Em 1º lugar está Harvard, com 33 mil artigos. A Unesp, com 5,8 mil publicações, é a 2ª colocada do Brasil, e a 150ª no ranking mundial, seguida pela Unicamp e UFRGS – 186ª e 208ª, respectivamente.”

    Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/educacao/tamanho-nao-e-documento-nossas-universidades-produzem-milhares-de-pesquisas-mas-impacto-global-e-pequeno/?utm_source=facebook&utm_medium=midia-social&utm_campaign=gazeta-do-povo
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  • Edital PIBIC – Ensino Médio 2019/2020

    Publicado em 28/03/2019 às 15:30

    A Propesq torna público o Edital PIBIC-EM para o ciclo 2019/2020 e convoca os interessados a apresentarem Propostas nos termos estabelecidos à concessão de Bolsas de Iniciação Científica, em convênio com o CNPq, no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica para o Ensino Médio.

    As propostas devem ser enviadas até o dia 22/04/2019.

    Mais informações podem ser verificadas no edital do programa:

    Edital Propesq 03/2019 – PIBIC-EM

     

    Para outras informações, clique no link.


  • CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO – Ep 05

    Publicado em 27/03/2019 às 09:56

    No quinto episódio da série “CIÊNCIA EM NOSSO CENTRO” é a vez do prof. Alexandre Verzani Nogueira, diretor do Centro de Ciências Biológicas da UFSC, contar sobre aquilo que está sendo produzido no Centro.

    Confira:

    Produção por: Leticia Silva


  • Inscrições abertas – PIBIC e PIBITI 2019/2020

    Publicado em 25/03/2019 às 09:50

    A Propesq informa que estão abertas as inscrições para os processos seletivos de bolsas do PIBIC e do PIBITI, ciclo 2019/2020.

    Os interessados devem acessar o Formulário IC Online e enviar suas propostas até o dia 22/04/2019.

    Destacamos que edições podem ocorrer durante o período de inscrições, mas é importante ao final clicar em “Inscrever Projeto”. Após este procedimento as alterações não serão mais possíveis.

    Mais informações podem ser verificadas nos editais dos programas, lançados no dia 22/03/2019:

    Edital Propesq 01/2019 – PIBIC

    Edital Propesq 02/2019 – PIBITI

    Quaisquer dúvidas entrar em contato através de pibic@contato.ufsc.br.