Pró-reitoria de Pesquisa e Inovação
  • Finalizando 2019 e aguardando 2020!

    Em alguns dias o ano chega ao fim e nós, da Pró-reitoria de Pesquisa, agradecemos todos que acompanharam as nossas publicações e as divulgaram. O ano de 2019 foi um período de grande importância para a divulgação científica e para a visibilidade da pesquisa universitária. Rolando pelo site você pode conferir projetos que procuramos evidenciar durante o ano: aerofólios que geram energia rentável e sustentável, desenvolvimento de equipamentos de soldagem de ponta, a influência da UFSC na maricultura catarinense, um projeto de design que foi premiado pelo MIT, dentre outros. Além disso, divulgamos o bom desempenho da UFSC em rankings, que apontam-na como a 12ª melhor universidade da América Latina e a 7ª melhor universidade do Brasil.

    Temos muito orgulho de divulgar esses dados, que foram construídos graças ao esforço de todos que participam da construção de uma universidade melhor, da integração com a comunidade externa e da produção científica. Ano que vem, voltaremos a todo vapor com novos conteúdos e mais informações sobre ciência e pesquisa, mas, por enquanto, te desejamos um feliz natal e um próspero ano novo.

     

     

    Seguimos juntos por uma UFSC cada vez maior!


  • Blockchain: O que é e quais mudanças estão por vir?

     

    Créditos: Convergência Digital – Ana Paula Lobo (https://administracaodigital.wordpress.com/2016/07/14/carimbo-de-tempo-100-nacional/)

    Uma pesquisa com o termo blockchain na aba de notícias do Google mostra uma série de links e a esmagadora maioria foi publicada no máximo 20 horas antes da pesquisa. A tecnologia deu os primeiros passos no final da década passada e hoje figura como um potencial divisor de águas em diversos setores, cujo principal é o financeiro. Apesar de o debate sobre o tema estar muito atrelado às criptomoedas, a tecnologia também pode ser utilizada em outros segmentos.

    Em evento de inovação, a Receita Federal premiou um projeto que visa utilização de blockchain em bases como CPF e CNPJ; o Tribunal de Justiça do Distrito Federal utilizou a tecnologia para colher votos em eleição para Quinto Constitucional; o HSBC planeja mover US$ 20 bilhões à Digital Vault, plataforma baseada em blockchain; a Kodak anunciou, no ano passado, o lançamento de um sistema derivado do blockchain que tem como o registro e proteção de uso indevido de fotos, o KodakOne.

    Essas e outras utilizações apontam para o que a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, chama de “diversificação do panorama financeiro”. Descentralização e agilidade contribuem para que essa e outras tecnologias semelhantes sejam cada vez mais presentes em operações financeiras e de demais naturezas. Essa crescente também possui vínculos na academia, que estuda melhorar a precisão e aperfeiçoar alguns aspectos da tecnologia.

    Em entrevista à Pró-reitoria de Pesquisa, Martín Vigil, professor da UFSC e pesquisador do LabSEC, conta como sua pesquisa desenvolvida em parceria com a BRy trabalha para melhorar o desempenho do blockchain, objetivando resultados à frente da literatura atual. A pesquisa em questão dá enfoque à aplicação de tempestividade em blockchain e como o conceito pode precisar temporalidade de dados.

     

    Em suma, como você resume o conceito de blockchain?

    Os detalhes internos por dentro dessa tecnologia computacional confundem, mas podemos compreender o blockchain como um sistema distribuído, sem uma entidade central e controladora, que realiza contabilidade de “contas bancárias” que guardam criptomoedas. Qualquer pessoa pode voluntariamente utilizar seu computador para colaborar na contabilidade das contas no blockchain.  Mas hoje você já tem outros blockchains fazendo outras atividades e outros tipos de verificações.

     

    Quais outras funcionalidades, além das atreladas a transações, que o blockchain pode desempenhar?

    Eu vejo muito potencial em processos em que queremos minimizar a interferência humana e a possibilidade de corrupção. Toda vez que tivermos isso, blockchain é muito bem aplicado. Por exemplo, imagine um programa de computador na web que contabiliza votos de uma eleição, mas queremos evitar que a pessoa ou entidade que produziu ou mantém o programa possa modificá-lo para adulterar o resultado da eleição. Isso é possível através de programas de computador especiais chamados contratos inteligentes, que são executados no blockchain. Se criados corretamente, os contratos inteligentes são praticamente imunes a hackers ou qualquer outro tipo de interferência humana.

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  • Quem Foi Bertha Lutz?


    Uma vida que ecoou aos quatro cantos do mundo entre estudos compilados em 8000 páginas e a luta pelos direitos da mulher. Bertha Lutz dá nome a espécies de anfíbios como o Aplastodiscus lutzorum e também é responsável pela inserção de um trecho no preâmbulo da Carta da ONU (1945): “Nós, os povos das Nações Unidas, resolvidos a (…) reafirmar a fé nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor do ser humano, na igualdade de direito dos homens e das mulheres(…)”

     

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  • Comunicado CELESC 02/2019

    Celesc informa aos proponentes de projetos a publicação do Aditamento 002 – Alteração de prazo para envio das propostas.

    O novo prazo para envio das propostas é 13/12/2019 e o prazo para esclarecimentos e assistência encerra-se às 12h do dia 13/12/2019.

    Confira o teor completo do Aditamento em: http://site.celesc.com.br/ped/chamadas-publicas


  • Reabertura das indicações de bolsistas CNPq 2019/2020

    A Propesq comunica que devido a recomposição dos recursos orçamentários e financeiros necessários, o CNPq restabeleceu as cotas de bolsas de iniciação científica e tecnológica inicialmente concedidas à UFSC. para o ciclo 2019/2020, que haviam sido recolhidas.

    Com isso, estão reabertas as indicações de alunos nas modalidades de Iniciação Científica (PIBIC, PIBIC-Af e PIBIC-EM) e de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI) do órgão, sendo agora permitidas as substituições destes.

    Assim exposto, informamos que o período para substituição e/ou cancelamento de bolsa ocorre do dia 20 até o último de cada mês (com exceção dos dois últimos meses do ciclo), no Formulário IC Online, que encontrar-se-á habilitado às referidas ações.

    Importante ressaltar que é permitida apenas uma substituição de aluno durante toda a vigência da bolsa.

    Para quaisquer esclarecimentos, solicitamos que entre em contato por meio do pibic@contato.ufsc.br.


  • Edital Celesc nº 02/2019 – Resumo da Reunião realizada em 13/11/2019

    Em reunião realizada em 13/11/2019, às 14h, no Auditório do Laboratório Polo, com a presença de pesquisadores desta Universidade, representantes das Fundações de Apoio, da Pró-Reitoria de Pesquisa, da Celesc e da Procuradoria Federal junto à UFSC, foram discutidos aspectos do Edital nº 02/2019 – Desafios para a Pesquisa da Celesc.

    As perguntas elaboradas pela UFSC e esclarecidas por representante da Celesc, com comentários da Procuradoria, podem ser acessadas na apresentação de slides. Também é possível assistir a gravação da reunião pelos links (Parte 1 e Parte 2).
    Link Parte 1
    Link Parte 2

    Resposta oficial Celesc

    Abaixo, um resumo dos esclarecimentos feitos para cada questão.

    a) O Anexo IV apresenta como título “Minuta de Contrato/Convênio”. Questionamos qual será o regime utilizado caso a UFSC seja selecionada com projeto(s): contrato ou convênio? A UFSC pode fazer a opção?

    R.: A opção pelo tipo de instrumento vai levar em conta a conveniência entre as partes. Caso seja convênio, a dinâmica de pagamento via reembolso não será alterada, porém, é possível que a rubrica despesas operacionais da Fundação de Apoio seja antecipada, a pedido, a fim de operacionalizar o projeto. Também é possível que alguma outra rubrica ou item seja antecipado, mediante justificativa, em virtude de seu alto valor.

    b) É possível que o instrumento jurídico a ser assinado tenha como parte uma Fundação de Apoio para atuar na gestão administrativa e financeira do projeto?

    R.: Sim

    c) Conforme item 9.9 do Edital, todas as propostas devem apresentar contrapartida financeira/econômica. Solicitamos esclarecer o que pode ou não ser considerado como contrapartida financeira/econômica.

    R.: São aceitos: mobilização da infraestrutura e recursos humanos.

    d) Segundo a Cláusula Décima, os pagamentos serão realizados 20 dias após a entrega do Relatório de Execução e Prestação de Contas – REPC. Qual o prazo mínimo entre um relatório e outro?

    R.: Pagamentos mensais são a rotina da Celesc.

    e) A Cláusula Décima Sexta disciplina que os bens adquiridos com recursos do projeto “devem ser encaminhados à CELESC”. É possível que os bens sejam encaminhados à contratada/conveniada? Ou que os bens sejam cedidos em comodato para a contratada/conveniada?

    R.: Esta é uma exigência da ANEEL. Porém, é possível, após o encerramento do projeto, a Celesc fazer a cessão de uso dos bens.

    Obs.: sobre a inclusão de bens na proposta, deve-se considerar o valor do item com tributos sem isenção ou imunidade fiscal, uma vez que os bens são transferidos ao patrimônio da Celesc, que não poderia se beneficiar das isenções fiscais.

    Obs. 2: sobre a responsabilidade pela guarda dos equipamentos, a Celesc informa que durante a execução do projeto a responsabilidade é do executor. Ao final do projeto, os bens são registrados como patrimônio da Celesc que passa a ser a responsável. Caso ela doe/ceda para outrem (seja parceiro, seja UFSC), a responsabilidade será transferida ao beneficiário.

    Obs. 3: no momento da proposta não é necessário indicar a destinação do bem.

    f) A Cláusula Vigésima Primeira trata do reconhecimento de gastos pela ANEEL. Preocupa-nos a devolução de recursos à CELESC caso a ANEEL entenda, somente ao final do projeto, que este não é original.

    Destacamos que o Anexo II do Edital é uma declaração de ineditismo que faz parte da fase de avaliação das propostas.

    Desta forma questionamos: Qual o conceito de originalidade de um projeto de pesquisa e desenvolvimento que será considerado na análise da CELESC e da ANEEL? Como a originalidade pode ser atestada pelo coordenador? Por favor citar a(s) referência(s).

    R.: O conceito de originalidade e os critérios de avaliação estão no Regulamento da ANEEL.

    Obs.: Ver no Programa de Pesquisa e Desenvolvimento da ANEEL: Módulo 2, item 2.4.1.5 e Módulo 4, item 4.1.2.

    g) Pode um contrato/convênio ser assinado pela Celesc, UFSC, Fundação de Apoio e uma ou mais empresas conjuntamente?

    R.: Sim. Inclusive, é interesse da Celesc a interação com as empresas, indústrias e agentes de inovação. E que se for necessária a pesquisa básica, que ela seja feita, mas que a proposta não se limite a isso. Caso haja possibilidade de realizar pesquisa aplicada, protótipo, que seja previsto.

    h) Que documento incluir no campo propriedade intelectual?

    R.: O item de propriedade intelectual no sistema de submissão de propostas não precisa contemplar um anexo, a não ser que haja alguma informação sobre a propriedade intelectual atualmente que necessite ser explicitada. O acordo de PI em si será formulado na contratação.

    Comentários gerais:

    O edital publicado é a regra mínima para a seleção, há uma flexibilidade em negociar pontos no momento da contratação.

    Não há um limite no valor das propostas.

    As propostas devem apresentar prazo de execução razoável para o projeto, porém, segundo nova legislação, os acordos devem ter no máximo 48 meses.

    Será publicada uma especificação complementar ao desafio 26, provavelmente após o dia 30/11/2019.

    As cláusulas de sigilo estão previstas no instrumento de contratação. Sobre a fase de propostas, foi informado que apenas os avaliadores terão acesso às informações, porém não há previsão de termo de confidencialidade. Diante da solicitação da UFSC, a Celesc analisará a possibilidade de haver um termo de confidencialidade pré-contratação.


  • LDO preserva verba para bolsas e projetos

    Orçamento 2020 segue baixo, porém ficarão protegidos do contingenciamento fiscal cerca de R$ 4,2 bilhões

    Mariana Mazza e Janes Rocha – Jornal da Ciência

    A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2020 (13.898/19), aprovada pelo Congresso semana passada e sancionada nessa segunda-feira (11/11) pelo Executivo, preservou parte do orçamento do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Dessa forma ficou garantido o pagamento de bolsas de estudos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e verbas para projetos importantes como a construção do acelerador Sirius e atividades de monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

    O presidente Jair Bolsonaro fez 25 vetos à LDO – detalhados na Mensagem nº 569 de 11/11/2019 – sob a justificativa de que os trechos envolvidos ferem o teto de gastos públicos (Emenda Constitucional 95) e criam rigidez no Orçamento da União. O presidente manteve, no entanto, um dispositivo que impede o contingenciamento das ações classificadas na função “Ciência e Tecnologia” no escopo do MCTIC.

    Pelos cálculos da assessoria parlamentar da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a medida impacta R$ 4.178.366.040, que ficarão protegidos do contingenciamento fiscal do Poder Executivo, em um total de R$ 11.852.214.656 previstos para o Ministério. Aquele valor pode até ser aumentado caso o Congresso aprove a proposta do governo que abre a possibilidade de endividamento para cobertura de parte das despesas, hoje bloqueada pela chamada “Regra de Ouro”. As despesas classificadas como Ciência & Tecnologia nessa situação somam R$ 542 milhões, o que elevaria o orçamento para R$ 4,7 bilhões aproximadamente.

    “Foi uma vitória parcial do Ministério, que se empenhou para que não haja contingenciamento sobre os recursos para ciência dentro da pasta”, observou o presidente da SBPC, Ildeu de Castro Moreira. Ele lembra, contudo, que a medida apenas cria uma regra que preserva determinadas áreas de novos contingenciamentos e que “vale para um orçamento que já está muito baixo”. “Foi uma medida positiva que se soma a algumas vitórias que tivemos este ano, mas não garante que o valor global do orçamento não sofra novos cortes”, destacou Celso Pansera, coordenador executivo da Iniciativa para Ciência e Tecnologia no Parlamento (ICTP.br) e ex-ministro da CT&I.

    Moreira e Pansera estiveram ontem na Câmara dos Deputados, em Brasília, junto com representantes das entidades que compõem a ICTP.br para mais uma rodada de atividades pela melhoria do Orçamento de 2020 e em defesa do sistema nacional de sustentação pública da educação e CT&I.

    Segundo Moreira, o Relator Setorial de C&T na Comissão Mista do Orçamento (CMO), deputado André Figueiredo (PDT-CE), informou que a margem de manobra da comissão é baixa – um valor de R$ 20 milhões para o remanejamento de dez emendas (cerca de R$ 2 milhões para cada uma). Há, porém, uma perspectiva de aumento dos recursos da área com a revisão do Projeto de Lei do Orçamento Anual (PLOA 2020) que o governo está para enviar ao Congresso.

    Entre as reivindicações da ICTP.br, estão a incorporação das emendas parlamentares ao PLOA 2020, em particular a do CNPq, de R$ 300 milhões que está aprovada pela Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara. As entidades também pedem a retirada do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) da reserva de contingência.

    ICTP.br

    Lançada em maio deste ano, a ICTP.br é um movimento organizado da comunidade brasileira de ciência e tecnologia para atuação permanente junto aos parlamentares no Congresso Nacional e, também, em Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais, em prol do desenvolvimento científico e tecnológico do País. Além da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), fazem parte para iniciativa a Academia Brasileira de Ciências (ABC), Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica (Confies), Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência Tecnologia e Inovação (Consecti) e Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Municipais de Ciência, Tecnologia.

     


  • Edital nº 002/2019 Desafios para Pesquisas CELESC

    A Propesq informa que aguarda esclarecimentos aos questionamentos abaixo realizados à Celesc e que, paralelamente a isso, fez consulta à Procuradoria Federal sobre a participação da UFSC neste Edital.

    Orientamos e estimulamos os pesquisadores a elaborarem suas propostas e que acompanhem a página da Propesq para atualização.

    Os questionamentos para os quais aguardamos retorno são:

    a) O Anexo IV apresenta como título “Minuta de Contrato/Convênio”. Questionamos qual será o regime utilizado caso a UFSC seja selecionada com projeto(s): contrato ou convênio? A UFSC pode fazer opção?

    b) É possível que o instrumento jurídico a ser assinado tenha como parte uma Fundação de Apoio para atuar na gestão administrativa e financeira do projeto?

    c) Conforme item 9.9 do Edital, todas as propostas devem apresentar contrapartida financeira/econômica. Solicitamos esclarecer o que pode ou não ser considerado como contrapartida financeira/econômica.

    d) Segundo a Cláusula Décima, os pagamentos serão realizados 20 dias após a entrega do Relatório de Execução e Prestação de Contas – REPC. Qual o prazo mínimo entre um relatório e outro?

    e) A Cláusula Décima Sexta disciplina que os bens adquiridos com recursos do projeto “devem ser encaminhados à CELESC”. É possível que os bens sejam encaminhados à contratada/conveniada? Ou que os bens sejam cedidos em comodato para a contratada/conveniada?

    f) A Cláusula Vigésima Primeira trata do reconhecimento de gastos pela ANEEL. Preocupa-nos a devolução de recursos à CELESC caso a ANEEL entenda, somente ao final do projeto, que este não é original.

    Destacamos que o Anexo II do Edital é uma declaração de ineditismo que faz parte da fase de avaliação das propostas.

    Desta forma questionamos: Qual o conceito de originalidade de um projeto de pesquisa e desenvolvimento que será considerado na análise da CELESC e da ANEEL? Como a originalidade pode ser atestada pelo coordenador? Por favor citar referência(s).


  • Palestra “Pesquisadores em Movimento: rota Brasil-Europa”

    A Pró-reitoria de Pesquisa convida para a palestra Pesquisadores em Movimento: rota Brasil-Europa

    Facilitadora: Daphiny Pottmaier

    Pós-doutora pela UoN/  Nottingham, Inglaterra; doutora pela UNITO/ Turim, Itália; mestre pela TUHH/ Hamburgo, Alemanha; especialista pela UA/ Aveiro, Portugal; graduada pela UFSC/ Florianópolis, Brasil.  Alumna dos programas de financiamento europeus – Erasmus Mundus e Marie Curie – e do brasileiro – CAPES.

    Data: 01 de novembro de 2019

    Horário: 10:20 – 11:50

    Público: Todas as áreas temáticas e níveis de carreira profissional/científica.

    Objetivo: Oferecer alternativas para os pesquisadores brasileiros/no Brasil conseguirem maior autonomia para criar rotas de mobilidade entre Brasil e Europa no desenvolvimento de pesquisa ou colaboração com pesquisadores europeus/ na Europa.

    Metodologia: expositiva-vivencial

    Resultados: contato da representante regional da EURAXESS Brazil and other Latin America and Caribbean countries (LAC)  – para auxilio com propostas de mobilidade.


  • Entidade Portuguesa promove Congresso Internacional de Riscos

    Em um contexto de ampla discussão sobre transformações, especialmente no âmbito climático e tecnológico, cada vez mais estes assuntos ganham espaço em eventos internacionais. Nesse âmbito, ocorrerá o V Congresso Internacional de Riscos, que discutirá as “Contribuições da Ciência para a redução do risco”, embasando-se principalmente no Marco de Sendai 2015-2020, documento da Estratégia Internacional das Nações Unidas para a Redução de Desastres (UNISDR) que elenca medidas para o combate a catástrofes. O congresso ocorrerá em Coimbra, Portugal, entre os dias 18 e 22 de maio de 2020, e engloba acadêmicos de licenciatura e mestrado das mais diversas áreas do conhecimento.

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  • Campanha “Ciência, pra que ciência?”: 100 motivos para defender a CT&I brasileira

    A campanha lançada pela SBPC reúne depoimentos de cientistas, professores e estudantes mostrando como a ciência desenvolvida aqui no Brasil, com apoio das agências públicas, é importante para o desenvolvimento do País. Participe você também!

    “A ciência é capaz de transformar vidas, é capaz de desenvolver o País”; “Os cortes podem prejudicar o desenvolvimento do Brasil, podem prejudicar pesquisas em saúde”; “Investir em ciência e tecnologia, é investir no presente e, principalmente, na construção do futuro do nosso país”; “Precisamos urgentemente defender a ciência brasileira”; “Sem o auxílio financeiro público, nenhuma dessas pesquisas brasileiras existiriam”.

    Essas são algumas das preocupações levantadas pelos participantes da campanha “Ciência, pra que ciência?“, que já chegou ao 100º vídeo publicado. Lançada pela SBPC com o objetivo de chamar a atenção para o desmantelamento do sistema nacional de C&T brasileiro, a campanha reúne depoimentos de cientistas, professores e estudantes mostrando como a ciência desenvolvida aqui no Brasil, com apoio das agências públicas, é importante para o desenvolvimento do País.

    Entre os participantes apreensivos com a situação da ciência brasileira está Nísia Trindade Lima, presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que há mais de 30 anos tem trabalhado com ideias chave para pensar a sociedade brasileira.  “Desde 2017, sou presidente da Fiocruz. Uma instituição de ciência, de saúde de educação, vinculada ao Ministério da Saúde, que vai completar 120 anos e, desde a sua origem se dedica a enfrentar grandes desafios sanitários e para a saúde dos brasileiros em campanhas como as de febre amarela, de varíola, no início do século e, recentemente, com várias ações de pesquisa, de desenvolvimento, de tecnologias, de produção, de vacinas, de medicamentos. Tendo um papel central em relação, por exemplo, na epidemia de zika e no estabelecimento da relação com a síndrome que infelizmente, afetou tantas das nossas crianças. Todo esse trabalho é fundamental para pensarmos um país soberano com mais justiça e equidade”, explica em seu depoimento.

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  • Sobre a SEPEX 2019 e seu cancelamento

    Durante os dias 17, 18 e 19 de outubro de 2019, a UFSC realizaria sua 18a. Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (Sepex). Trata-se do maior evento de ensino, pesquisa e extensão promovido por uma instituição de ensino de Santa Catarina e está entre os maiores do Brasil, neste segmento.

    A primeira Sepex foi realizada em 2000. De lá pra cá, muito se aprimorou e a última edição, em 2018, trouxe aos campi da UFSC, e aos estandes montados no centro de Florianópolis, mais de 30 mil visitantes.

    Nesse ano, foram cerca de 1250 expositores, 176 minicursos, mais de vinte apresentações artístico-culturais, 32 escolas auxiliadas com o transporte, que trouxeram milhares de estudantes da rede pública municipal e estadual.

    Além disso, a Sepex oferece palestras, apresentações, exposições e atividades cujo objetivo maior é divulgar e despertar para o conhecimento, sobretudo aquele produzido na UFSC, não só para a comunidade acadêmica, mas também para todos os segmentos da sociedade.

    Por meio desses 17 anos realizando a Sepex, as pesquisas e atividades de ensino e extensão da UFSC chegaram à comunidade por meio de uma linguagem acessível e interativa, visando o estímulo à curiosidade e a motivação da população para que possa discutir as implicações sociais da ciência, além de aprofundarem seus conhecimentos.

    Promover a Sepex tem sido um grande orgulho para a UFSC, e sua não-realização gera consequências preocupantes. Diante da redução orçamentária que atingiu as Universidades Federais e seguindo o plano emergencial estabelecido pela Secretaria de Planejamento e Orçamento da UFSC, não foi possível dispor de recursos para arcar com a estrutura de estandes, comunicação visual, logística de ônibus para as escolas visitantes, palestrantes, etc.

     

    Nosso desejo é que, nos próximos anos, um evento como a Sepex não deixe de acontecer. Que iniciativas que levam a ciência a toda a sociedade continuem a ocorrer em todos os espaços e a despertar em crianças e adultos o interesse pelo conhecimento, tecnologia e inovação.

    Fonte: Site Sepex


  • UFSC realiza Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica de 14 a 18 de outubro

    Os melhores trabalhos de iniciação científica e tecnológica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) serão reunidos no Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica – SIC 2019, que será realizado entre 14 e 18 de outubro (segunda a sexta-feira). A iniciativa tem a promoção da Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq) da UFSC.

    Os trabalhos mais bem avaliados por cada departamento serão apresentados oralmente e uma comissão julgadora, da qual fazem partes membros externos, elegerá os melhores de cada grande área. Os alunos vencedores receberão auxílio (passagens e diárias) para participar da reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em julho de 2020, em Natal. Seus respectivos orientadores receberão cota de uma bolsa de iniciação científica para ser usada no ciclo 2020/2021.

    Mais informações e programação detalhada de cada dia na página do SIC 2019.

    Fonte: UFSC


  • Das salas às praças: As iniciativas da UFSC para dialogar com a comunidade externa

    Em meio a situação de cortes no orçamento de custeio, surgiram iniciativas para reatar vínculos com a comunidade externa por parte de instituições federais de ensino. Os esforços concentram-se especialmente em exibir para a sociedade as produções feitas dentro dos muros da universidade. Apesar das políticas de ações afirmativas e dos eventos abertos ao público, a comunidade acadêmica ainda faz a autocrítica com relação à proximidade com a sociedade. Agora, com risco de parar de funcionar, são muitas as tentativas de reverter esta situação. 

    Os alunos da graduação e pós-graduação da Universidade Federal de Santa Catarina promoveram o UFSC na Catedral, nos dias 2 e 3 de outubro, que levou projetos de ensino, pesquisa e extensão para o Largo da Catedral, no centro de Florianópolis. Além dos estandes com produções científicas e demais projetos, o evento contou com prestação de serviços para a comunidade, como medição de pressão arterial e orientações sobre hábitos alimentares. Ainda que a iniciativa seja dos discentes, os professores e técnicos administrativos também marcaram presença, com adesão à paralisação de 48 horas para a realização do evento.

     

    Em local de grande movimentação na capital membros da universidade encontraram para o evento UFSC na Catedral, que envolveu a divulgação de projetos da instituição e passeata em defesa da educação.

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  • 2019 Chevron STEM Education Award: PRONTO3D FABLAB Florianópolis

    O Laboratório de Prototipagem e Novas Tecnologias Orientadas ao 3D – PRONTO3D FABLAB Florianópolis – do curso de Design foi agraciado com o segundo lugar mundial no “2019 Chevron STEM Education Award”, patrocinado pela Chevron e pelo FAB Foundation, MIT,  com o projeto de pesquisa “Fabricar tartarugas pra preservar tartarugas”, da aluna Clara Andrezzo e orientado pela professora Regiane Trevisan Pupo. O resultado aconteceu durante o FAB15 (Encontro Mundial de FABLABs), no Egito, na semana passada.

    Mais informações sobre a premiação no link.

    A Propesq parabeniza a equipe do Laboratório e disponibiliza novamente a matéria sobre o trabalho do laboratório no link.


  • UFSC lidera quesito ‘citações’ entre universidades brasileiras, aponta ranking internacional

    Indicador do THE mede a “influência da pesquisa” e focaliza o papel da Universidade em disseminar novos conhecimentos e ideias. Foto: Pipo Quint

    A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) é a instituição brasileira de ensino superior mais bem colocada no critério ‘citações’, de acordo com o ranking internacional de universidades do Times Higher Education (THE), divulgado na última semana. De acordo com a metodologia utilizada pela publicação, o indicador mede a “influência da pesquisa” e focaliza o papel da Universidade em disseminar novos conhecimentos e ideias.

    O cálculo leva em conta a média de vezes em que um trabalho foi citado por acadêmicos de todo o mundo. Este ano, o THE empregou como base de dados o indexador Scopus da Elsevier, a partir do qual foram examinadas 77,4 milhões de citações extraídas de 12,8 milhões de artigos, resenhas, anais de conferências, livros e capítulos de livros dos últimos 5 anos. Os dados incluem mais de 23,4 mil periódicos acadêmicos indexados pelo Scopus e todas as publicações indexadas entre 2014 e 2018.

    O peso do critério ‘citações’ na avaliação das universidades equivale a 30% do total da nota. A UFSC recebeu o valor de 52,6 em uma escala que vai até 100. Entre as instituições brasileiras, aparecem ainda nas primeiras colocações: Universidade Federal de Minas Gerais (nota 52,0), a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (49,3), a Universidade Federal de Pelotas (48,6) e a Universidade Federal de São Paulo (43,3). 

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  • Informações sobre a Lei do Bem

    Eduardo Vargas – Pró-reitoria de Pesquisa

    04/12/2020:

    MCTI lança versão atualizada do Guia Prático da Lei do Bem

    Publicação detalha e facilita o entendimento dos dispositivos da lei. Objetivo é ampliar número de empresas que utilizam benefícios previstos


  • Quatro pesquisadores da UFSC estão entre os vencedores do Prêmio Capes de Tese 2019

    Quatro doutores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foram vencedores do Prêmio Capes de Tese 2019, que seleciona anualmente a melhor tese para cada uma das 49 Áreas do Conhecimento  reconhecidas no país.

    Para a 14ª edição do Prêmio, foram selecionadas teses defendidas em 2018, considerando a análise das comissões avaliadoras de cada área, a partir de critérios como originalidade do trabalho e sua relevância para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural, social e de inovação.

    Os vencedores desta edição com vínculo com a UFSC foram, na Área de Direito, Kamila Guimarães de Moraes, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Direito (PPDG), orientada por José Rubens Morato Leite e coorientada por Melissa Ely Melo; na Área de Enfermagem, Camila Rosalia Antunes Baccin, doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGEnf) e orientada por Grace Teresinha Marcon Dal Sasso; na Área de Engenharias I (Engenharia Ambiental), premiou Dámaris Núñez Gómez, do Programa de Pós-graduação em Engenharia Ambiental (PPGEA), orientada por María Ángeles Lobo Recio e com coorientação de Flávio Rubens Lapolli; e o quarto agraciado foi Gustavo Meneghetti, doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Serviço Social (PPGSS) e orientado por Simone Sobral Sampaio.

    A cerimônia do Prêmio CAPES de Tese 2019, organizada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), está prevista para o dia 12 de dezembro, em Brasília. Além dos autores das teses selecionadas, são também premiados seus orientadores, coorientadores e o Programa de Pós-Graduação no qual foi defendido o trabalho. A lista completa de vencedores está disponível aqui.

    Vencedores concorrem ao Grande Prêmio Capes

    Os 49 premiados ainda concorrem ao Grande Prêmio Capes de Tese, que seleciona um vencedor para cada um dos seguintes colégios de avaliação: Humanidades, Ciências da Vida e Ciências Exatas, Tecnológicas e Multidisciplinar. As teses vencedores do Grande Prêmio serão conhecidas em novembro.

    UFSC também é agraciada com menções honrosas

    Além de premiar a melhor tese em cada Área, o Prêmio Capes de Tese pode agraciar até dois trabalhos em cada Área do conhecimento com uma Menção Honrosa. Nesta edição, a UFSC recebeu quatro menções honrosas.

    Os pesquisadores selecionados foram Argus Cezar da Rocha Neto (Biotecnologia e Biociências); Andreza Martins (Interdisciplinar em Ciências Humanas); Daniela Barbieri Hauschild (Nutrição); e Moisés Angel Poli (Aquicultura).

     

    Gabriel Martins/Agecom/UFSC

    Replicado do noticias.ufsc


  • UFSC se destaca na produção científica brasileira.

    A Universidade Federal de Santa Catarina está entre as quinze universidades públicas responsáveis pela produção de 60% da ciência brasileira.

    O relatório da empresa Clarivate Analytics traça cenário da produção científica nacional entre 2013 e 2018.

    Confira a matéria detalhada, produzida por Herton Escobar, para o Jornal da USP, no site.

    O relatório completo pode ser acessado aqui.


  • “Trazer a população pra dentro do laboratório e levar a universidade para a indústria. Sair dos muros da universidade, isso a gente faz”: O laboratório de Design da UFSC que foi vice-campeão de prêmio da FabFoundation, do MIT

    Localizado à esquerda do local de venda de passes do Restaurante Universitário (RU), o Laboratório conta com mobiliário e produtos fabricados pela equipe de alunos, bolsistas e pesquisadores.

    Os laboratórios de produção digital têm sido uma tendência nos últimos anos, graças à evolução tecnológica que possibilitou processos como a impressão 3D e o corte à laser. Nesse âmbito, há o prêmio Chevron STEM Education Award, cuja edição deste ano premiou, em 2º lugar, o “Fabricating turtles to understand turtles”, do Pronto3D. O projeto consiste na elaboração de tartarugas de espécies do litoral brasileiro, algumas em extinção, para conscientizar crianças sobre a proteção marinha. A competição premia projetos educacionais direcionados a crianças na fase de ensino fundamental (6 – 12 anos), fornecendo os resultados finais em agosto, na conferência FAB15, no Egito.

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